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   · Novembro ·   

 

02/12/2009 - 14:55

SINASEMPU convida ASMPF para o diálogo

Visando fortalecer o espírito de união que predominou durante a XIII AGO do SINASEMPU, consolidado na constituição de uma Comissão Nacional de Negociação do PCS, a presidente em exercício da Entidade, Márcia Broxado dos Santos, encaminhou ofício do presidente da ASMPF, Marcos Ronaldo Freire de Araújo, solicitando o apoio da referida Entidade no sentido de auxiliar, junto ao Fórum das Associações dos Servidores do MPU, no processo de indicação dos quatro nomes que integrarão o grupo.

“Apelamos aos companheiros que, a exemplo do que fizemos juntos na XIII AGO, também se desprendam de aspectos que, mesmo revestidos de relevância, possam prejudicar o conjunto da categoria”, declarou a presidente.

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02/12/2009 - 14:53

SINASEMPU solicita ao Fórum das Associações indicação de nomes para Comissão Nacional de Negociação

Em atendimento ao deliberado pelos Delegados de Base da XIII AGO, a presidente em exercício do SINASEMPU, Márcia Broxado dos Santos, encaminhou ofício ao Fórum das Associações dos Servidores do MPU, solicitando a indicação dos outros quatro nomes que participarão da Comissão Nacional de Negociação, grupo responsável por acompanhar as tratativas de encaminhamento da Lei 11.415/06 por parte do PGR.

A Comissão será formada por oito servidores, dos quais quatro já foram escolhidos pela plenária durante a AGO. São eles: Anderson Machado (PR/RO), Albanise Azevedo (PR/PE), Adeline Dias (PGJM/DF) e João Edinaldo Batista (PR/AP).


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20/11/2009 - 21:48

PCS: Categoria paralisa atividades em diversos Estados 

 

A semana que se encerra foi de mobilização para inúmeros servidores do MPU, em diversos Estados.

 

Atendendo à convocação da Diretoria de Mobilização e Formação Sindical do SINASEMPU, que chamou a mobilização tendo em vista a manutenção da recusa do PGR em receber, oficialmente, os representantes da categoria e o não envio de proposta de PCS ao Congresso Nacional, a categoria paralisou suas atividades em dias e horários estabelecidos em Assembléias Estaduais.

 

“Por respeito à liberdade sindical, PGR receba o SINASEMPU”, declarou o Diretor de Mobilização e Formação Sindical, Anderson Machado.

 

Mobilização nos Estados

 

No Rio Grande do Sul, os servidores realizaram ato público no dia 13/11, com paralisação de uma hora. A categoria também deliberou, em Assembléia, por indicativo de greve com data a ser definida pela Diretoria Nacional.

 

Na Paraíba, a categoria paralisou as atividades no dia 18/11, das 15h às 17h. Houve adesão em massa ao movimento.  Os servidores realizarão nova reunião para avaliar o avanço do  movimento local e nacional. A partir daí, tomarão novas decisões no sentido de direcionar o  andamento do movimento.

 

Nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Roraima, Amapá, Bahia e Piauí os servidores também se uniram a mobilização. Segundo Adaílton Duarte de Lima, diretor da Seção Sindical de Roraima, mais de 80% dos servidores aderiram ao indicativo de greve no Estado, e apenas serviços essenciais como protocolo jurídico e processos com réus presos funcionaram.

 

"Estamos lutando pela valorização dos servidores, por isso, adotamos nessa manifestação o slogan:’ Paralisação PCS JÁ’, afirmou Lima.

 

Na Bahia, a adesão também foi semelhante. Os servidores da PR/BA realizaram no dia 16/11 paralisação de uma hora, entre 15 e 16h. A ação também contou com a participação de servidores das Procuradorias da República nos municípios de Barreiras, Vitória da Conquista, Feira de Santana e Guanambi.

 

Em Rondônia, os servidores concentraram-se em frente ao prédio da Procuradoria da República, na região central da cidade. Apesar da paralisação, o Diretor de Mobilização e Formação Sindical do SINASEMPU, Anderson Machado de Melo, que mora no Estado, declarou que os serviços básicos de atendimento, como a concessão de Habeas Corpus e Mandado de Segurança, foram mantidos.

 


20/11/2009 - 14:00

Igualdade Racial - Congresso desidrata Estatuto da Igualdade Racial

Após quase dez anos tramitando no Congresso, o projeto de lei que cria o Estatuto da Igualdade Racial deve ser aprovado no Senado nos próximos dias e enviado ao Palácio do Planalto para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O acordo parlamentar em torno da proposta, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), só foi possível após a eliminação dos seus aspectos mais polêmicos - como o estabelecimento de cotas para a população negra em universidades públicas e em programas de TV.

A proposta de texto final, que está sobre a mesa do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), tem pouca musculatura, se comparada com o projeto de Paim. Um dos últimos ataques que sofreu foi a supressão, imposta pela bancada ruralista na Câmara, de um longo capítulo sobre de terras de quilombolas. Definia que precisavam não só das terras que ocupam, mas também de áreas tradicionais, ocupadas por antepassados e necessárias à sobrevivência. No fim, restou um artigo curto, definindo que os habitantes terão direito apenas à titulação das terras que ocupam.

A ideia de se criar cotas para a população negra em universidades foi substituída por uma recomendação para que os governos desenvolvam ações afirmativas. No capítulo sobre saúde desapareceu uma longa orientação sobre pesquisas e atenção às doenças específicas de afrodescendentes. A propósito, no texto final a expressão "afro-brasileiro" cedeu lugar para " população negra". Nas negociações houve preocupação para se evitar redundâncias, repetições de outras leis. Um capítulo dedicado à proteção dos direitos das mulheres negras desapareceu inteiramente.

O plano do Palácio do Planalto era conseguir aprovar o projeto no Congresso a tempo de permitir que fosse sancionado hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante as comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra. Não deu certo. Segundo assessores do senador Demóstenes Torres, ele não teve tempo suficiente para apreciar as mudanças feitas na Câmara.

Fonte: O Estado de S. Paulo.

 


20/11/2009 - 13:47

ENTREVISTA: "A história oficial exclui os negros da construção do país", denuncia Cláudia Durans

A história oficial nega a visibilidade do negro na construção do país, tratando heróis da luta pela liberdade e dignidade do povo brasileiro como verdadeiros marginais. Amparada pela falsa crença na democracia racial brasileira, parte da sociedade finge desconhecer que, hoje como antes, os negros ocupam os piores postos de trabalho, recebem os menores salários, sobrevivem em favelas e periferias, lutam pela vida à mercê da política de extermínio imposta pelo Estado e enfrentam a criminalização sistemática de suas formas de luta e organização.

Para falar sobre esses e outros assuntos neste 20/11, Dia Nacional da Consciência Negra, o Informandes Online entrevista a 3ª secretária do ANDES-SN e membro da coordenação do Grupo de Trabalho de Etnia, Gênero e Classe - GTEGC da entidade, Cláudia Alves Durans. Doutora em Serviço Social pela UFPE, mestra na mesma disciplina pela UFPB, Cláudia se graduou na UFMA, onde atualmente é professora-adjunta do Departamento de Serviço Social e membro do Grupo de Estudos, Pesquisas e Debates sobre Movimento Social e Serviço Social.

Confira a entrevista:

Informandes Online - Qual o real significado do dia 20/11?
Cláudia Durans -
A história oficial brasileira tem negado a visibilidade do povo negro na construção do nosso país. Heróis como Zumbi, Negro Cosme, João Cândido e heroínas como Luiza Mahin, Maria Firmina dos Reis, entre outros, que lutaram pela liberdade e dignidade do povo negro, são ocultados ou mesmo tratados como marginais na história.

A força do movimento impôs, em 2003, através do Projeto de Lei nº 10.639, o Dia 20 de novembro como DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA, em reconhecimento ao líder do Quilombo dos Palmares, que morreu em combate nesse dia, no ano de 1695.

Zumbi liderou a experiência mais significativa de construção de uma sociabilidade que primava pela igualdade e liberdade, desafiando o sistema opressor escravista. Cerca de 20 mil pessoas viveram e resistiram por mais de um século em Palmares.

Zumbi é o símbolo da nossa resistência, da nossa luta. Um exemplo de dignidade e nos inspira na luta atual por liberdade, contra a opressão, a exploração e humilhação a que foi submetido o nosso povo.

IO - O Brasil possui a segunda maior população negra do mundo. Como vive essa população no país?
CD -
A população brasileira hoje é de cerca de 192 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE. Desse total, 6,3 se declaram negros e 43,2% pardos, ou seja, 49,5% são afro-descendentes. Esta população, após o fim da escravidão legal, não foi integrada ao novo sistema de produção como força de trabalho livre, com acesso pleno aos bens e serviços desenvolvidos no sistema urbano-industrial, que se desenvolveu principalmente a partir de 1930.
 
No decorrer do século XX e nesta primeira década do século XXI, os afro-descendentes sempre estiveram inseridos nos piores postos de trabalho, no trabalho informal, no desemprego (que hoje é por volta de 40% do desemprego total, entre negros e negras), e com menores salários.  As mulheres negras representam o setor mais empobrecido da sociedade e as que mais sofrem com a violência doméstica.
 
Para a juventude negra está reservada a desesperança, a violência,  a falta de acesso à educação. Dados do mapa da violência no Brasil denunciam que atualmente está ocorrendo um verdadeiro extermínio da juventude negra (e também indígena), com altas taxas de homicídios. No ultimo relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mostra que os maiores índices de pobreza estão na população negra e indígena. Além disso, em momentos de crise econômica, como o que estamos vivendo agora, são os primeiros a serem demitidos.
 
IO - Como fica, então, o mito da democracia racial no Brasil? Existe preconceito no país?
CD -
Sem dúvida. A estrutura capitalista colocou negras e negros nas posições sociais mais subalternas e humilhantes da sociedade e isso se refletiu na construção de padrões culturais e valores que imputam a negros e negras uma imagem negativa. Analiso o racismo como esse aproveitamento de diferenças e desigualdades, que são naturais, para submeter setores que as condições sociais, econômicas, políticas, culturais construídas historicamente que  levaram ao racismo. E, o que é mais perverso, à autonegação.
 
IO - A criminalização da pobreza e dos movimentos sociais é uma forma de manifestação desse preconceito?
CD -
Sim. Hoje, apesar de vivermos num chamado Estado Democrático de Direito, a questão social é tratada como caso de polícia. Então, mediante a situação de miséria a que a população negra foi submetida, ao invés do investimento em políticas públicas voltadas para a educação, saúde, saneamento, habitação, lazer, esporte, trabalho que garantam melhores condições de vida, o que assistimos é a pobreza ser tratada como crime.

Seja nos morros do Rio de Janeiro, nas favelas de São Paulo, de Recife, Salvador ou São Luís, o que está presente é o braço armado do Estado, quando muito, políticas sociais compensatórias que deveriam ter caráter emergencial, mas que são tomadas como medidas permanentes que reiteram a subalternidade, a baixa auto-estima do nosso povo.

Como sabemos, quando o Estado não consegue manter a ordem pelo convencimento, recorre à repressão. E isto estamos observando na criminalização dos movimentos sociais combativos, que ousam enfrentar a ordem, exigir direitos e mobilizar e organizar essas populações empobrecidas. É importante dizer que nisto o governo Lula é tão competente que está exportando seu modelo repressivo para o Haiti.

Por outro lado, é importante alertar para o processo de cooptação, por parte do governo Lula, de lideranças do Movimento Negro, o que culminou recentemente com a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, com apoio da bancada ruralista do Congresso Nacional, retirando bandeiras históricas do Movimento Negro, como a concessão de titulação de propriedade das terras dos remanescentes de quilombos. Além disso, governo Lula retirou o dispositivo que garantia a alocação de verbas direcionadas ao ensino de História da África na educação básica.

Fonte: Por Najla Passos (ANDES-SN)


17/11/2009 - 18:18

Parceria entre SINASEMPU e Ford é prorrogada

 

O acordo firmado entre o SINASEMPU e a empresa Ford Motor Company Brasil Ltda. foi prorrogado até 31/12/2009.

 

Sendo assim, os servidores interessados em adquirir veículo da marca, com descontos exclusivos, terão até essa data para realizar a aquisição.

 

Entre em contato com a Central de Atendimento Ford pelo telefone (11) 4174-3929 e obtenha mais informações.

 


13/11/2009 - 11:30

Retificação: Trabalhe na ESMPU

A Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) informa que na notícia publicada neste site em 6 de novembro faltou a seguinte informação: os servidores efetivos interessados em trabalhar na instituição deverão estar lotados nas unidades dos quatro ramos do MPU localizadas em Brasília.

A ESMPU pede desculpas aos servidores dos demais estados que demonstraram interesse em atuar na instituição e coloca-se à disposição para esclarecer dúvidas ou prestar informações sobre o assunto pelo telefone (61) 3313-5348.

Fonte: ASCOM/ESMPU
 


12/11/2009 - 13:59

EDITAL Nº 002/2009/MB/DEN 

CONVOCAÇÃO

A DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL DO SINDICATO NACIONAL DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO – SINASEMPU, no uso das prerrogativas que lhe são garantidas pelo estatuto da entidade, CONSIDERANDO:

I. A manutenção da recusa do PGR em receber, oficialmente, os representantes da categoria;
II. O não envio de proposta de PCS ao Congresso Nacional;
III. A vinculação por parte da Administração Superior do MPU de eventual remessa do PCS dos servidores à ação equivalente por parte da cúpula do Poder Judiciário (STF);
IV. A deflagração de paralisações por parte do Servidores do Judiciário, reivindicando a remesse de seu PCS ao Congresso Nacional;
V. A ausência de resposta ao pedido de concessão administrativa da incorporação dos 11,98%, conforme pedido regularmente protocolado;
VI. Ausência de resposta quanto ao pedido de pagamento administrativo dos 13,23%, conforme pedido regularmente protocolado; 

CONVOCA todos os servidores do Ministério Público da União, em especial, os filiados a este sindicato, para realizarem no dia 12 de NOVEMBRO do corrente ano, sob a organização da seção sindical, onde houver, de assembléias de base a fim de discutir e deliberar sobre os assuntos que seguem: 

I. Informes;
II. Discussão da pauta de Reivindicações;
III. Deliberação pela realização imediata de um dia de paralisação;
IV. Aprovação ou não de indicativo de Greve; 

Correm por conta das Seções Sindicais, onde houver, a organização das assembléias em todas as Unidades, do respectivo Estado ou Distrito Federal, bem como pela confecção da respectiva ATA, as quais deverão ser encaminhadas por faz à sede do SINASEMPU até às 18h do dia 13/11/2009. As atas que chegarem após esse horário serão desconsideradas. Onde não houver Seção Sindical em atividade, a Diretoria Executiva Nacional convoca os delegados de base eleitos para a XIII AGO, sob a orientação da DEN, a adotar as medidas necessárias para a realização da Assembléia. 

Brasília-DF, 11 de novembro de 2009.  

Márcia Brochado dos Santos
Presidente em Exercício

Anderson Cláudio de Melo Machado
Diretor de Mobilização


09/11/2009 - 16:42

XIII AGO: Prazo para encaminhar Termo de Compromisso termina hoje

 

A Coordenação da XIII AGO alerta aos candidatos eleitos para Delegado de Base que o prazo para encaminhar o Termo de Compromisso assinado (Anexo II do Edital nº 04/2009), termina hoje, dia 9.

 

O documento poderá ser encaminhado por fax (0800 704 2819) ou e-mail, após ser digitalizado.

 

Clique aqui e acesso o Termo.

 


05/11/2009 - 18:42

ESMPU oferece vagas para servidores com formação em diferentes áreas

 

Se você é servidor efetivo e tem interesse em trabalhar na Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU), envie seu currículo para o endereço (pessoal@esmpu.gov.br). A instituição oferece vagas (sem função comissionada) para analistas e técnicos do MPU com formação nas áreas de pedagogia, letras, comunicação, direito, ciências contábeis, administração, entre outras. É necessário obter a liberação com as chefias imediatas e com o ramo respectivo.

 

Além dos benefícios indiretos, como localização privilegiada (quadra 603/604 Sul), estacionamento amplo e bom ambiente de trabalho, os servidores terão a oportunidade de aperfeiçoar e atualizar conhecimentos. A Escola custeará a participação dos novos profissionais em cursos e capacitações voltados ao desenvolvimento da carreira e ao desempenho de suas atribuições. Para isso, no currículo enviado pelo candidato deverão constar as necessidades de treinamento.

 

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3313-5348.

 

Conheça a Escola - A ESMPU trabalha em prol da excelência na atuação do Ministério Público, promovendo o aperfeiçoamento e a atualização constante de membros e servidores do MPU.

 

Para saber um pouco mais sobre a instituição, acesse www.esmpu.gov.br

 

Fonte: Ascom/ESMPU

 


05/11/2009 - 15:40

Convenção 151: projeto vai ser relatado pelo senador Geraldo Mesquita

 

O PDS 819/09 ratifica a Convenção 151 e a Recomendação 159, da OIT, ambas de 1978. O projeto faz parte da "Agenda Positiva do Movimento Sindical" no Congresso

 

O Projeto de Decreto Legislativo do Senado (PDS) 819/09 foi distribuído ao senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB/AC), na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

 

O PDS 819 aprova, com ressalvas, os textos da Convenção 151 e da Recomendação 159, da Organização Internacional do Trabalho, ambas de 1978, sobre as Relações de Trabalho na Administração Pública.

 

A matéria será examinada inicialmente pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, antes de ir a voto no plenário do Senado. Se for aprovada nestas duas instâncias decisórias da Casa, em seguida será promulgada pelo Congresso.

Se houver uma forte pressão por parte do movimento sindical no Senado é possível aprovar ainda este ano a matéria na Casa.

 

Breve histórico
O projeto foi aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados, em 1º de outubro

Na Câmara, o projeto tramitou como projeto de decreto legislativo (PDC) 795/08.

 

Pauta trabalhista
A Convenção 151 é parte integrante da "Pauta trabalhista" aprovada pelas centrais sindicais e apresentada ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB), em maio passado.

 

Compõem ainda essa agenda: a proposta (PEC 231/95), que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução de salário, com acréscimo de 75% sobre a hora extra normal; o fim do fator previdenciário (PL 3.299/08); a Convenção 158, da OIT, que trata da demissão imotivada; a retirada do projeto de terceirização (PL 4.302/98); e a punição do trabalho escravo (PEC 438/01).

 

Fonte: Agência DIAP
 


05/11/2009 - 15:37 

Câmara dos Deputados aprova em primeiro turno PEC dos Precatórios       
 
O plenário da Câmara aprovou, nesta quarta-feira (4), em primeiro turno, a PEC dos Precatórios (351/09), que muda as regras de pagamento dos precatórios e permite a estados e municípios realizarem um leilão no qual o credor poderá propor descontos (deságios) para receber os valores.

A matéria ainda precisa ser votada em um segundo turno na Câmara.

Precatórios são dívidas ou pagamentos devidos pela Fazenda Federal, estadual e municipal em virtude de sentença judicial transitada em julgado.

A PEC aprovada torna válidas todas as compensações de precatórios com tributos vencidos até 31 de outubro de 2009 e determina essa compensação nas novas regras antes da emissão do precatório.

Cálculos do Supremo Tribunal Federal (STF), de 2004, indicavam um passivo de precatórios a pagar de R$ 60 bilhões no Brasil. Já a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) calculou o montante, em 2007, de R$ 120 bilhões.

Apelida de "PEC do Calote", há muita resistência à proposta por parte dos operadores do Direito, pois a matéria altera a prioridade nos pagamentos de precatórios e limita os gastos de estados, municípios e do Distrito Federal com a quitação das dívidas.

Créditos alimentícios
O texto aprovado é o da emenda substitutiva assinada por vários líderes. Uma das novidades em relação às regras atuais da Constituição é a preferência para os créditos alimentícios de idosos com 60 anos ou mais e para os portadores de doença grave, segundo a definição legal.

Essas pessoas poderão receber com preferência o equivalente a até três vezes o montante definido pela lei como de pequeno valor, que não precisa ser pago com precatório. Se houver, o excedente entrará na regra de pagamento cronológico.
Para terem direito a essa preferência, os idosos devem ter completado 60 anos até a data de promulgação da futura emenda constitucional ou até a data de emissão do precatório.

Segunda preferência
Os outros precatórios de natureza alimentícia serão pagos com preferência sobre os demais, que se originam, por exemplo, de causas tributárias ou de indenizações por desapropriação.

Precatórios de natureza alimentícia são os relativos a salários, vencimentos, proventos, pensões, benefícios previdenciários e indenizações por morte ou invalidez.

Limites diferentes
A proposta permite a adoção de limites diferentes para os pagamentos de dívidas do poder público consideradas de pequeno valor, segundo a capacidade econômica das entidades de direito público (administração direta, fundações e autarquias).

Para os estados e municípios que, dentro de 180 dias da publicação da futura emenda, não tiverem feito a lei definindo esses limites, valerão os de 40 salários mínimos para estados e Distrito Federal e de 30 mínimos para os municípios.

Leilões com deságio
A PEC permite a estados e municípios limitarem o pagamento mensal de precatórios a percentuais de sua receita corrente líquida enquanto o valor total a pagar for superior aos recursos vinculados por meio desses índices.

Alternativamente, poderão adotar, por 15 anos, cálculos semelhantes, em base anual, para encontrar os valores a pagar segundo o total de precatórios devidos.
Para os estados e o Distrito Federal, o percentual mínimo da receita direcionada aos precatórios será de 1,5% (regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste e DF) ou 2% (regiões Sul e Sudeste).

No caso dos municípios, os percentuais mínimos serão de 1% (regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste) e 1,5% (regiões Sul e Sudeste).

Metade desses recursos deverão ser usados para o pagamento de precatórios em ordem cronológica, respeitadas as preferências daqueles de natureza alimentícia, de idosos e de portadores de doenças graves.

A outra metade poderá ser destinada ao pagamento de precatórios por meio de leilão de deságio ou por acordo direto com o credor.

O leilão funcionará de maneira inversa ao formato tradicional, em que os lances elevam o preço inicial. No leilão com deságio, o credor que participar dele ofertará descontos para receber antecipadamente o precatório sem precisar enfrentar a ordem cronológica.

Enquanto os estados e municípios realizarem pagamentos de precatórios por meio desse regime especial, não poderão sofrer seqüestro de seus recursos, quando a Justiça determina ao banco a reserva de valores para a quitação da dívida. Isso somente poderá ocorrer se os percentuais de recursos da receita não forem liberados a tempo.
 
Fonte: Agência DIAP

 


03/11/2009 - 14:08 

Nota do SINASEMPU à categoria 

Desrespeito às regras elementares de convivência não pode ser tolerado pela categoria 

Prezados servidores do MPU, sobretudo os filiados ao SINASEMPU, é com um misto de tristeza e revolta que nos vemos obrigados pelo dever de direção sindical a informar sobre graves fatos que vem ocorrendo em torno da eleição sindical que definirá a equipe que conduzirá nossa entidade nos próximos dois anos.

No último dia 30/10, sexta-feira, um grupo de servidores e outras pessoas estranhas à categoria, mas identificados com a chapa 2 que concorreu ao atual pleito eleitoral do SINASEMPU, sem qualquer comunicação e consideração a atual DEN, dirigiram-se à sede de nossa entidade em Brasília e lá patrocinaram uma ocupação que se materializou, após as 19:00h, como uma afronta à entidade, à diretoria atual e aos diretores que lá estavam cumprindo suas funções.

O grupo queria, de qualquer jeito, tomar posse na direção da entidade. E após saber que a Comissão Eleitoral Nacional não iria à Brasília para tal mister, por conta de uma decisão do Juízo da 3ª VT-DF, publicada na manhã do dia 30.10.2009,  tentaram a todo custo que a presidente do SINASEMPU, Márcia Broxado, assinasse um documento dando posse à chapa 2, quando é notório que uma decisão judicial está em fase de construção, com audiências marcadas para o dia 04/11 e 07/12.

 Esta atitude dos membros da chapa 2, completamente descabida, demonstra um estado de desespero. A direção do sindicato não pode dar posse a ninguém. Quem o faz, de acordo com o estatuto da entidade, é a Comissão Eleitoral, que deve se reger pelo Regulamento Eleitoral e pelo estatuto do SINASEMPU.

Esta tentativa de desconsiderar a competência da Comissão Eleitoral  já foi, articuladamente, desencadeada quando a Candidata da chapa 2 ajuizou a sua primeira Petição na 3ª VT-DF, e parece que o ápice seria na noite do dia 30/10/2009, com a "exigência" da Advogada da chapa 2, para que a Presidência do SINASEMPU desse posse a Sra. Edilene Vasconcelos, ante a ausência da CEN.  

A direção do SINASEMPU, através da Comissão Eleitoral, a própria chapa 1, e os servidores do MPF no Piauí, já ingressaram com ações judiciais visando restabelecer o respeito às normas e regras definidas democraticamente pela base da categoria em seus fóruns legítimos, que são as AGOs, e evitar interferências, de quem quer que seja, na nossa organização sindical, que deve ser autônoma e livre, conforme estabelece a vigente Constituição Brasileira.

Salientamos ainda que os objetivos de todo este imbróglio criados pela chapa 2 têm se revelado durante estes dias de  forma intimidadora.  Há forças político-partidárias envolvidas e interessadas em “tomar de assalto” nossa entidade. Há interesses da Administração do MPU neste resultado eleitoral. Há, como estamos notando, compromissos assumidos e que precisam ser concretizados pela chapa 2 e seus simpatizantes, nem que seja passando por cima da justiça, da nossa entidade e das pessoas.

Não vamos permitir que o SINASEMPU transforme-se em sub-sede de interesses partidários, como já acontece, infelizmente, com vários outros sindicatos e entidades. Não vamos permitir que nossa entidade transforme-se em mais um anexo dos interesses da Administração do MPU. 

A direção do SINASEMPU alerta nossa categoria para esta situação e rechaça este método truculento, indigno da tradição dos melhores sindicatos e do estado democrático de direito.