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31/03/2008 -
19h29
Justiça determina a Administração do MPU a considerar a GAS no
momento de calcular a gratificação natalina
O
Juiz Federal da 14ª Vara Federal, Jamil Rosa de Jesus Oliveira,
deferiu liminar em Mandado de Segurança Coletivo impetrado pelo
SINASEMPU ordenando a Administração do MPU a incluir a Gratificação
de Atividade de Segurança (GAS) na base de cálculo da Gratificação
Natalina do ano de 2007, bem como na Gratificação Natalina a ser
paga em 2008.
A
Administração não considerou a GAS no momento de calcular a
Gratificação Natalina dos servidores em 2007. Tal fato é contrário
ao que prevê a Lei nº 8.112/90 que afirma ser a remuneração dos
servidores a soma dos vencimentos do cargo efetivo e das vantagens
permanentes.
“A
gratificação em questão, ao ser percebida pelo servidor de
maneira permanente, passa a compor sua remuneração, e como tal
deve sobre ela incidir a gratificação natalina, já que ela é
calculada em função da ‘remuneração a que o servidor fizer jus
no mês de dezembro, por mês de exercício no respectivo ano’”,
declarou o magistrado na sentença.
Com
a decisão, os servidores cujas atribuições estão relacionadas às
funções de segurança têm direito a receber os valores devidos em
folha suplementar.
Não
conformada com a sentença, a Administração está tentando a todo
custo cassá-la. Se não conseguir, terá que providenciar
imediatamente a confecção das folhas suplementares.
Essa
é mais uma vitória do SINASEMPU em favor dos seus filiados.
26/03/2008 - 13h08
Eleições
para a Seccional do Distrito Federal – Retificação no
Edital
A
Diretoria Executiva Nacional do Sindicato Nacional dos Servidores do
Ministério Público da União - SINASEMPU, no uso das atribuições
que lhe confere o Estatuto da Entidade, torna pública a retificação
no EDITAL DEN nº 02/2008, nos termos abaixo:
No
item 3.2, onde se lê: A Chapa que, por meio de seu
coletivo ou qualquer de seus candidatos, descumprir o disposto no
item 2.5.1 estará AUTOMATICAMENTE ELIMINADA da eleição, leia-se:
A Chapa que, por meio de seu coletivo ou qualquer de seus
candidatos, descumprir o disposto no item 3.1 estará
AUTOMATICAMENTE ELIMINADA da eleição.
Os
demais itens do EDITAL DEN nº 02/2008 permanecem inalterados.
26/03/2008 - 12h22
Ação do SINASEMPU em defesa de
seus filiados é notícia no país
O Mandado de Segurança impetrado
pelo SINASEMPU em defesa dos direitos de seus filiados e contra a
decisão do Conselho Nacional do Ministério Público - CNMP, que
impediu o exercício da advocacia a todos os servidores do Ministério
Público, foi notícia esta semana em vários sites brasileiros.
Leia abaixo algumas das matérias:
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Atuação em questão
Sindicato quer que servidor do MP exerça a advocacia
Revista Consultor Jurídico,
24 de março de 2008
O
Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério Público da
União (Sinasempu) entrou com pedido de Mandado de Segurança
coletivo, no Supremo Tribunal Federal, contra a Resolução
27/2008 do Conselho Nacional do Ministério Público. A norma
proíbe os servidores do MP dos estados e da União de exercer
a advocacia. O objetivo do Sinasempu é assegurar que os
servidores exerçam a atividade.
A
explicação é a de que o exercício da advocacia por parte
dos servidores do MP era permitido até a edição da Lei
11.415/2006, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do
Ministério Público da União. Essa lei proibiu a atividade.
No entanto, a Resolução 24/2007, do CNMP, resguardou as
situações que existiam antes da data da publicação da
norma. Com isso, os servidores que já advogavam antes de 2006
poderiam continuar com suas atividades.
Para
o autor da ação, a Resolução 27/2008 desrespeita o artigo
5º, XXXVI, da Constituição Federal, bem como a Lei
11.415/2006, porque causa transtornos não só para os
servidores, “mas também à sociedade como um todo, em
especial aos que contrataram os serviços de advocacia dessas
pessoas”, alega. O sindicato pede a suspensão liminar da
Resolução 27/2008, do CNMP, e no mérito que seja confirmada
a decisão cautelar, para que os servidores do MP que já
exerciam a advocacia antes da Lei 11.415/2006 possam continuar
com suas atividades. O relator do caso é o ministro Eros
Grau.
MS
27.214
Resolução
que proíbe servidores do MP de exercerem advocacia é
questionada no STF
Site do Supremo
Tribunal Federal, 24 de março de 2008
A
Resolução 27/2008 do CNMP (Conselho Nacional do Ministério
Público), que proíbe os servidores do MP dos estados e da
União de exercerem a advocacia, é questionada no Supremo
Tribunal Federal (STF) por meio do Mandado de Segurança
coletivo (MS) 27214. A ação foi protocolada pelo
Sinasempu (Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério Público
da União), que quer assegurar o direito líquido e certo
dos servidores que exercem a atividade e possuem compromissos
com seus clientes.
O
Sindicato explica que o exercício da advocacia por parte dos
servidores do MP era permitido até a edição da Lei
11.415/2006, que proibiu a atividade. A Resolução 24/2007,
do CNMP, contudo, resguardou as situações que existiam
anteriormente à data da publicação da norma. Com isso,
prossegue o Sindicato, os servidores que já advogavam antes
de 2006 poderiam continuar com suas atividades.
Para
o autor da ação, a Resolução 27/2008 desrespeita o artigo
5º, XXXVI, da Constituição Federal, bem como a Lei
11.415/2006, causando transtornos não só aos servidores,
“mas também à sociedade como um todo, em especial aos que
contrataram os serviços de advocacia dessas pessoas”, diz o
Sinasempu. O MS pede a suspensão liminar da Resolução 27/2008,
do CNMP, e no mérito que seja confirmada a decisão cautelar,
para que os servidores do MP que já exerciam a advocacia antes
do advento da Lei 11.415/2006 possam continuar com suas atividades.
O
relator é o ministro Eros Grau.
Leia
mais em outros sites que divulgaram a Ação:
Revista
Jus Vigilantibus
Ordem
dos Advogados do Brasil (OAB) - Bahia
Correio
Forense
Última
Instância - Revista Jurídica
|
24/03/2008 - 15h30
Mandado
de Segurança contra decisão do CNMP (Direito de Exercício de
Advocacia)
O
Sindicato Nacional dos Servidores do MPU – SINASEMPU, na defesa
dos direitos de seus filiados, impetrou Mandado
de Segurança junto ao Supremo Tribunal Federal, por não concordar
com a decisão do Conselho Nacional do Ministério Público que
impediu o exercício da advocacia a todos os servidores do Ministério
Público, por meio da Resolução n °. 27, de 10 de março de 2008.
O
referido Mandado de Segurança foi distribuído para o Ministro
Relator Eros Grau, sob o n°. 27214/STF.
Consulte
o andamento do processo através do link abaixo:
http://www.stf.gov.br/portal/processo/pesquisarProcesso.asp
A
Diretoria
24/03/2008 -
10h15
Eleições
para Seccional do Distrito Federal
Veja o Edital.
EDITAL
18/03/2008 - 19h30
CONVOCATÓRIA Reunião
dos Diretores Seccionais
A
Diretoria Executiva do Sindicato Nacional dos Servidores do MPU -
SINASEMPU, tendo em vista a necessidade de:
-
Avaliação quanto a organização e forma dos movimentos de
mobilização do SINASEMPU nos Estados;
-
Padronizar a aplicação das normas administrativas e
Financeira pelas Seções Sindicais;
-
Dar continuidade na luta pela valorização do servidor da
Carreira do MPU;
-
Efetivar o lançamento da campanha pela qualidade de vida dos
Servidores do MPU;
-
Formar GT para estudos e elaboração de sugestões visando um novo
PCS;
CONVOCA
os Diretores das Seções Sindicais da Entidade para uma reunião a
realizar-se no período de 03 a 05 de abril de 2008, na cidade de
Brasília-DF.
Ementa
de Pauta:
INFORMES
1-
Treinamento Administrativo/Financeiro;
2-
Assistência Jurídica no âmbito da Seccional;
3-
Assuntos funcionais;
3-
Assuntos Políticos/Sindicais.
4-
Elaboração de uma agenda mínima de gestão participativa;
As
despesas com hospedagem, alimentação, diárias e passagens do
Diretor Seccional serão custeadas pela respectiva Seção Sindical,
exceto daqueles cuja Seção Sindical ainda não tenha recebido
repasses financeiros em decorrência da não regularização de
conta corrente junto a estabelecimento bancário, bem como daqueles
Diretores Seccionais, recém-eleitos, frise-se, dos Estados de
Alagoas, Amapá, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Estes terão
as despesas custeadas com recursos da Sede do Sindicato, cujos
valores serão abatidos dos futuros repasses da respectiva Seção
Sindical.
As
Diretorias Seccionais que se encontram com suas contas bancárias
regularizadas deverão efetuar a compra de passagem aérea
diretamente pela respectiva Seção Sindical, e, com relação as
reservas para hospedagem, estas poderão ser efetuadas diretamente
pela Secional junto a qualquer hotel de Brasília-DF, ou por intermédio
da Sede do Sindicato que, inclusive, disponibilizará no site da
Entidade, o nome do hotel que ofertou menor preço, no qual será
realizado o Evento.
Os
Diretores Seccionais recém-eleitos e aqueles que ainda não
regularizaram a conta bancária da respectiva Seção Sindical terão
suas reservas de hospedagem efetuadas exclusivamente pela Sede do
Sindicato, e as despesas com deslocamento urbano nos trechos residência/aeroporto/residência
(cidade de origem) e aeroporto/hotel/aeroporto (Brasília-DF) serão
ressarcidas posteriormente pelo Sindicato, mediante Requerimento e
os respectivos comprovantes de tal despesa. Os referidos valores
também serão abatidos de futuros repasses mensais à respectiva
Seccional.
IMPORTANTE:
Aqueles Diretores
Seccionais que optarem por fazer reserva de hotel por intermédio da
Sede do Sindicato, deverão entrar em contato a funcionária Márcia
Tieko, até, no máximo, o dia 28 de março de 2008, por meio do
telefone n° 08007042819, para que sejam tomadas as providências
com a antecedência necessária.
A
Diretoria
18/03/2008 - 19h18
Comunicado
sobre o expediente do SINASEMPU em Brasília
A
Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU informa que não haverá
expediente na Sede do Sindicato em Brasília (DF) no período de
19 a 21/03. As atividades serão retomadas, normalmente, na
segunda-feira, dia 24/03.
Cláudia
Nassif
Secretária-geral
18/03/2008 - 17h42
COMUNICADO
A
Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU, por meio de sua Diretoria
Jurídica, vem, pelo presente, apresentar suas escusas pelo equívoco
ocorrido quando
da publicação do
REGULAMENTO
DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA DO
SINASEMPU
na página eletrônica do
Sindicato.
O
REGULAMENTO DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA DO SINASEMPU foi elaborado
pela Diretoria Jurídica do SINASEMPU e apresentado à plenária XI
AGO para a devida ratificação, conforme previsão do Parágrafo Único
do art. 101 do Estatuto aprovado na X AGO do Sindicato –
“Art. 101. Fica
a cargo da Diretoria Executiva Nacional a regulamentação, no prazo
de 90 (noventa) dias, da defesa dos servidores sindicalizados ao
SINASEMPU em processos administrativos e sindicâncias. Parágrafo Único – A
próxima Assembléia Geral Ordinária ratificará o documento
elaborado pela Diretoria Executiva Nacional.”
Em decorrência
de situações em que inúmeros servidores se filiavam ao SINASEMPU
visando assistência jurídica em interesse individual momentâneo,
principalmente para a impetração de Mandado de Segurança com
pedido de liminar e, após o ajuizamento do Mandado, verificada a
concessão, ou não concessão da liminar, se desfiliavam
imediatamente, sem muitas vezes sequer ter contribuído com a
primeira mensalidade é que a minuta da referida norma regulamentar
inicialmente previa em seu art. 3º, II, o seguinte :
“II)
estar em dia com suas contribuições e mensalidades há pelo menos
seis meses, para utilização dos serviços do departamento jurídico
do Sindicato, ou em caso de filiação recente, o filiado deverá
recolher aos cofres da Entidade o valor
equivalente a 6 (seis) contribuições/mensalidades ou a diferença
que faltar para complementação deste valor.”
Porém,
quando da apresentação do documento, já impresso para a devida
ratificação pela plenária da XI AGO, a Diretoria solicitou que
fosse desconsiderada a exigência do recolhimento constante na parte
final do dispositivo.
Ocorre
que, por um equívoco, quando da publicação do referido documento
na página eletrônica do SINASEMPU na internet, a versão publicada
foi a original e não aquela que havia sido ratificada na XI AGO.
Recentemente,
alguns servidores, ao tomarem conhecimento do
REGULAMENTO
DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA DO SINASEMPU
publicado no site do Sindicato,
e desejando se filiar para obterem assistência jurídica em Ação
Judicial de seu interesse, foram compelidos a efetuar o aludido
recolhimento do “valor equivalente a 6 (seis) contribuições/mensalidades
ou o montante que faltava para complementação de tal valor.
Infelizmente,
a equivocada publicação causou inúmeros transtornos aos funcionários
e diretores que trabalham da sede do Sindicato, e até mesmo a
alguns Diretores Seccionais, quando consultados sobre a referida
exigência contida no referido Regulamento.
Assim,
verificado o equívoco, está publicado na página eletrônica do
SINASEMPU, a partir desta data,
o REGULAMENTO
DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA
DO SINASEMPU
cuja versão foi ratificada
pela XI AGO.
Caso
algum recém-filiado tenha realizado o recolhimento a que se referia
a equivocada redação do dispositivo supracitado, solicitamos que
entre em contato com o Sindicato pelo fone 0800 704 2819, para que
seja providenciada a devolução dos valores.
Diante
disto, apresentamos nosso pedido de desculpas por eventuais
transtornos causados, e colocamo-nos à disposição para qualquer
esclarecimento e auxílio quanto ao assunto.
O
SINASEMPU SOMOS TODOS NÓS!!!
Brasília,
18 de março de 2008.
PAULO
CÉSAR BELTRÃO RABELO
Diretor
Jurídico Nacional do SINASEMPU
MARIA
ANGÉLICA TRAVNISK DE SOUZA
Vice
Diretora Jurídica Nacional do SINASEMPU
18/03/2008 - 16h
Resultado
das eleições para as Diretorias Seccionais do SINASEMPU
A
Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU preocupada em fortalecer a
categoria e solidificar uma gestão participativa junto às bases,
convocou, no mês passado, eleições para as Diretorias Seccionais
da Entidade nos estados de Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Rio de
Janeiro e Rio Grande do Norte.
Infelizmente,
por motivo jurídico, o sufrágio no Distrito Federal foi tornado
sem efeito.
Diante
do exposto, a Diretoria Nacional torna público o resultado final
das eleições para as Diretorias Seccionais nos estados de Alagoas,
Amapá, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, desejando sorte
aos novos diretores e uma prolífera gestão, comprometida com a
luta e interesses dos servidores.
Veja
abaixo o resultado da apuração:

17/03/2008 - 18h30
Eleição
para Diretoria Seccional do SINASEMPU no DF é anulada
Em
cumprimento ao Despacho Judicial acostado às folhas 271 do processo
nº 2007.01.1.022236-2, da lavra do Exmo. Doutor Juiz de Direito da
4ª Vara Cível da Circunscrição Especial Judiciária de Brasília,
informamos que o sufrágio para a escolha da Diretoria da Seção
Sindical do SINASEMPU no Distrito Federal, de que trata o Edital DEN
nº 01/2008, foi tornado sem efeito.
Brasília,
17 de março de 2008.
A
Diretoria.
14/03/2008 - 17h
Advocacia: arbitrária
proibição
O SINASEMPU, no ano de 2005, fez várias
denúncias ao Excelentíssimo Procurador-Geral da República sobre
inúmeras mazelas que assolavam o MPU, em especial, quanto a nomeações
de pessoas sem vínculo com a Administração Pública para exercer
Cargos em Comissão no âmbito do MPU. Infelizmente, por ter
atingido alguns apadrinhados, as denúncias não foram levadas a sério
pela Autoridade que tem o dever constitucional de fiscalizar o
cumprimento da lei em nosso País.
A administração do MPU,
“magoada” com as denúncias, resolveu se vingar e passou a
editar vários Atos, restringindo, cada vez mais, os direitos dos
servidores, a exemplo de alguns dispositivos absurdos das normas
regulamentadoras da Lei 11.415/06.
Então,
o que deveria o servidor do MPU esperar, ao constatar que sua própria
Instituição não respeita a Constituição do País?
A
resposta é simples: esperar o abuso de autoridade, a retirada de
direitos e a perseguição por quem detém o poder.
É
com tristeza que se constata ser esse o quadro que hoje vislumbramos
com a atual Administração do Ministério Público da União. Há
situações que chegam às raias do sadismo. Parece que os
“deuses” da cúpula sentem prazer em demonstrar autoritarismo e
suposto desrespeito a Lei e a princípios consagrados na nossa
Constituição Federal.
O
golpe autoritário mais recente contra os servidores foi capitaneado
pelo Procurador-Geral da República e seus pares do Conselho
Nacional do Ministério Público, Órgão que embora tenha seus
defeitos(é composto por seres humanos), ainda não tinha
demonstrado com tanta ênfase a capacidade de abusar em suas Resoluções.
Entretanto, ao editar a Resolução nº 27/2008, o referido
Colegiado, com a pífia desculpa de observar o princípio da
isonomia entre os servidores do MPU e os dos MPE's, os quais são
regidos por leis totalmente distintas, abusou do poder, e, ao
legislar, extrapolou, inclusive, sua competência constitucional, ao
proibir os servidores dos MP's de exercer a advocacia.
O
citado Ato do CNMP, certamente, daria uma excelente dissertação
monográfica, infelizmente, nada positiva para tão respeitado
Colegiado. Inclusive, esse assunto, no CNMP, envolvendo a vedação
da advocacia aos servidores dos MPE’s, está envolto em uma escura
e espessa névoa desde o dia 08 de junho de 2007, a qual parecia ter
sido dissipada em 18 de novembro de 2007. No entanto, voltou a se
tornar espessa e escura por meio de um Ato Administrativo,
supostamente incompetente, vindo a desembocar na fatídica data de
13 de março de 2008, com a edição da Resolução CNMP nº 27/08.
O
SINASEMPU não aceitará qualquer restrição de direitos imposta a
seus filiados e não ficará omisso quanto a uma única infração
sequer, à lei ou ao princípio da isonomia (de fato) por qualquer
Órgão da Administração do MPU ou não.
Assim,
para assegurar justiça aos seus filiados e o cumprimento da lei
pela Administração do MPU ou pelo próprio CNMP, o SINASEMPU irá
bater na porta do Judiciário para desfazer a ilegalidade disposta
na Resolução CNMP nº 27/08.
Há
algum tempo, em Nota Pública, o SINASEMPU externou
que, para a atual Administração do MPU, a proclamação dos
direitos constitucionais, inclusive o do acesso à Justiça, reveste
máscara retórica. Está à escâncara, por vezes, uma hipócrita
tranqüilidade de consciência, quando se remetem os servidores para
os tribunais para, nestes, como último recurso, acreditarem que
terão justiça. É o famoso: Já estás punido. Agora vá
procurar a justiça!
Ora,
a Administração Pública, e com a do MPU não é diferente, sabe
que para “procurar a justiça” os lesados sempre arcam com
excessivo dispêndio por meio da ação judicial, e, sobre
isso, está correto o mestre
Joaquim Canuto Mendes de Almeida, quando diz que não há direito
de ação, mas na verdade ônus de ação.
Com
pesar, vemos que a outrora remota proclamação dos servidores do
MPU: "Vou procurar por meus direitos",
transformou-se em situação rotineira e sempre precedida de
abusivos Atos da Administração no sentido de:
"Vá procurar por justiça".
O
pior é que a Administração do MPU age dessa forma porque, mais
que ninguém, sabe como funciona o Poder Judiciário. Sabe que nem
sempre a Justiça é alcançada, eis que é notória a proliferação
de decisões ilegais e de arbitrariedades no aludido Poder. E isso
significa dizer que a administração pública se sente
relativamente impune em face das suas irregularidades.
Se,
para a Administração do MPU, a segurança jurídica inclina-se
pela manutenção do status quo, ou seja, pela conservação
de antigas e ultrapassadas estruturas, para o SINASEMPU, a
arbitrariedade e a insegurança jurídica atentam contra o Estado
Democrático de Direito.
A
Diretoria.
13/03/2008 - 18h
Aprovados o
orçamento para 2008 e o projeto de lei que regulamenta o
funcionamento das centrais sindicais
Após um longo
período de discussões e impasses que marcaram os trabalhos do
Congresso Nacional nos últimos dias, os parlamentares aprovaram nas
noites de terça e quarta-feira desta semana, o PLN 30/07 e PL 1.990/07. Os referidos projetos regulamentam o
orçamento da União para 2008 e o funcionamento das centrais
sindicais brasileiras, respectivamente.
A partir de
agora, as entidades poderão representar formalmente os
trabalhadores, inclusive em ações coletivas no Supremo Tribunal
Federal (STF). O texto também prevê uma pequena mudança na divisão
do dinheiro arrecadado com as contribuições sindicais.
Hoje, a arrecadação
de toda a contribuição sindical dos trabalhadores é assim
dividida: 60% para os sindicatos, 15% para as federações, 5% para
as confederações e 20% para a Conta Especial Emprego e Salário,
administrada pelo governo federal. A partir da sanção do projeto,
a conta especial receberá 10% e as centrais sindicais ficarão com
10%, devendo, essas últimas, prestar contas sobre o gerenciamento
dos recursos ao Tribunal de Contas da União.
Para o deputado
Augusto Carvalho (PPS/DF), autor da emenda que previa o fim do
desconto automático da contribuição sindical, o tributo deveria
ser descontado só depois de prévia autorização do trabalhador,
tal como foi aprovada na primeira fase de discussão da matéria, em outubro
passado. Na ocasião, os deputados aprovaram tal emenda por 215
votos, contra 161 e 7 abstenções.
No final das
discussões ocorridas na noite da última terça-feira, cinco
emendas do Senado foram aprovadas em bloco. Apenas a emenda de
autoria do deputado Augusto Carvalho foi votada nominalmente e
derrotada.
Orçamento 2008
O projeto de lei
do orçamento 2008 foi aprovado na noite da quarta-feira, 12, depois
de um acordo entre as bancadas que redistribuiu R$ 534 milhões em
emendas parlamentares segundo critérios como Fundo de Participação
dos Estados (FPE), população estadual e média das emendas de
bancada nos últimos três anos.
Segundo o site da
Câmara, os novos critérios foram definidos depois de uma polêmica
em relação à forma de alocação desse montante, que constava do
chamado "anexo de metas e prioridades", excluído do
texto. A idéia de acabar com o anexo ganhou força após a imprensa
noticiar, no final de fevereiro, que ele supostamente beneficiaria
somente o grupo de parlamentares autores das emendas que o
originaram.
O substitutivo do relator-geral do Orçamento, deputado José
Pimentel (PT-CE), foi aprovado com votação nominal na Câmara e no
Senado. Os deputados aprovaram a proposta orçamentária por 404
votos a 12, e os senadores por unanimidade (56 votos).
Com
informações da Agência Câmara, DIAP e Valor Econômico.
Leia mais:
Redação
final do projeto que vai à sanção presidencial
Intervenção de Aécio
garantiu regulamentação das centrais sindicais
13/03/2008 - 12h
Brasileiro pagou
quase R$ 5 mil em impostos
Em 2007, carga de
tributos bateu um novo recorde
A carga tributária
deu um novo salto e chegou a 36,08% do Produto Interno Bruto (PIB)
em 2007, de acordo com a metodologia adotada pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - aumento de 1,02
ponto percentual sobre o ano anterior. Se fosse mantida a fórmula
tradicional, a carga teria alcançado 39,92%. Nessa comparação, a
alta teria sido de 1,12 ponto.
- A nova metodologia espelha melhor a realidade, mas também
utilizamos o cálculo antigo para não se achar que a carga tributária
cresceu menos - explica Gilberto Luiz do Amaral, presidente do
Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), entidade
privada que elabora estudos sobre impostos.
Cada brasileiro pagou em média R$ 4.943,15 em impostos, tributos e
contribuições para as três esferas de governo em 2007, ante R$
4.379,39 no ano anterior. Como comparação, a carga tributária
levou 36,5% do PIB per capita em 2007. O percentual é considerado
elevado por Amaral.
- Enquanto o PIB per capita cresceu 4% em termos reais (acima da
inflação), a mordida no bolso de cada brasileiro aumentou 7,2% -
analisa.
No ano passado, foram arrecadados R$ 923,24 bilhões, para um PIB de
R$ 2,55 trilhões, com aumento nominal de 12,87% e real (descontada
a inflação) de 7,2% sobre 2006. Em termos percentuais, os tributos
recolhidos pela União cresceram 14,05%. Também percentualmente, o
maior crescimento foi na receita da Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido (22,61%). O Imposto de Renda foi o tributo federal de
maior receita, com R$ 160,17 bilhões. O Imposto sobre Circulação
de Mercadorias e Serviços ainda é o que mais arrecada: R$ 187,64
bilhões.
Conforme o IBPT, a carga tributária acumula alta de 3,43 pontos percentuais
nos cinco anos de governo Lula.
Fonte: Jornal Zero
Hora
12/03/2008 - 16h30
Começa reunião
para votar Orçamento; negociação prossegue
Iniciou-se há pouco
(15h54) a sessão do Congresso Nacional destinada a votar o projeto
de lei orçamentária de 2008 (PLN 30/07). Enquanto o número mínimo
de deputados (257) e senadores (41) não é atingido para o começo
da Ordem
do Dia, os parlamentares discursam.
Segundo o deputado Gilmar Machado (PT-MG), as negociações entre
governo e oposição devem prosperar para viabilizar a votação da
matéria sem embates regimentais no plenário.
Pelo acordo, será suprimido o anexo de metas (recursos para
determinadas obras). Ficará mantido o valor de R$ 5,2 bilhões para
recomposição de perdas com a desoneração das exportações (Lei
Kandir), e será recomposta parte dos recursos cortados para
obras de tribunais em Brasília.
Fonte: Câmara dos
Deputados
10/03/2008 - 19h15
Prazo para entrega de
questionário sobre qualidade de vida é prorrogado
COMUNICADO
A Diretoria Executiva
Nacional, através das Pastas de Mobilização e Formação Sindical
e Política Social e Cidadania, considerando que:
1. o prazo final para
envio dos questionários sobre qualidade de vida encaminhado pelo Ofício
Circular 001/2008/DM/DEN/SINASEMPU, foi o dia 29 de fevereiro, pp;
2. o número de
respostas ainda não é suficiente para atender aos objetivos
propostos;
3. muitos Diretores
Seccionais solicitaram a prorrogação do prazo por motivos
diversos;
4. serão realizadas,
no próximo dia 17/03, eleições para as Seccionais que se
encontram sem diretoria;
Decide prorrogar até
o dia 24 de março de 2008, o prazo para entrega dos questionários
supracitados.
O Diretor de Mobilização
e Formação Sindical e o de Políticas Sociais e Cidadania
encontram-se à disposição dos filiados para qualquer
esclarecimento e auxílio quanto ao assunto.
O SINASEMPU SOMOS
TODOS NÓS!!!
Brasília, 10 de março
de 2008.
ANDERSON CLÁUDIO
DE MELO MACHADO
Diretor Nacional de Mobilização e Formação Sindical do
SINASEMPU
NILO MAURÍCIOSCHMAEDECK
Diretor Nacional de Mobilização e Formação Sindical do SINASEMPU
10/03/2008 - 12h50
Governo pretende
votar orçamento 2008 nesta quarta-feira
Com ou sem acordo, a
base governista declarou que pretende votar o projeto de lei do
Orçamento 2008 nesta quarta-feira, dia 12.
Segudo a líder do
Governo no Congresso, Roseana Sarney, é consenso entre os líderes
dos partidos que integram a maioria que quarta-feira será a data
final para votação da proposta.
Leia mais na matéria
abaixo:
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Governo fecha votação para quarta
Fonte: Senado
A
senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), líder do governo no
Congresso, afirmou na quinta-feira que a base governista quer
votar o projeto de lei do Orçamento 2008 nesta quarta-feira,
em sessão conjunta do Congresso.
Segundo ela, os líderes dos partidos que integram a maioria
já decidiram que, com ou sem o apoio da oposição, essa
será a data final para a deliberação da proposta. A
votação estava marcada para ocorrer na manhã de
quinta-feira passada, mas foi adiada.
Nesta terça, haverá nova tentativa de acordo, incluindo
todos os pontos que necessitam de entendimento no texto do
Orçamento.
– Com ou sem acordo, temos que votar o Orçamento. Vamos
colocar a base para votar.
A declaração foi feita após reunião entre líderes
partidários da Câmara e do Senado. O objetivo era selar um
acordo e em seguida votar a proposta orçamentária. Roseana
afirmou que todas as concessões possíveis foram feitas, mas
a oposição, segundo ela, teria inviabilizado uma solução
ao apresentar pleitos novos, de "última hora",
entre os quais a reivindicação de mais recursos para
compensar os estados pelas perdas de receitas da Lei Kandir.
Roseana disse que os governistas já haviam concordado em
retirar do projeto o Anexo de Metas e Prioridades, motivo de
pesadas críticas do PSDB – para os tucanos, o documento
teria incluído emendas que beneficiaram menos de 16% de todos
os deputados e senadores. De acordo com a senadora, o
documento seria mantido apenas no Plano Plurianual (PPA), mas
os R$ 534 milhões para o Orçamento deste ano seriam
redistribuídos entre as emendas de bancadas.
Ao lado de Roseana, o relator-geral do Orçamento, deputado
José Pimentel (PT-CE), reforçou as informações sobre as
concessões que teriam sido feitas. Os oposicionistas teriam
chegado a defender uma dotação global de R$ 20 bilhões para
as compensações da Lei Kandir. A proposta orçamentária
prevê R$ 5,2 bilhões para compensar os estados exportadores.
Na sexta-feira, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) afirmou
que, se confirmadas os rumores de que o governo editará
medidas provisórias (MPs) para abrir créditos
orçamentários, seria uma humilhação para o Congresso.
– É uma questão que precisa ser bem definida: se vamos
suportar mais esse tipo de humilhação, se a Casa vai se
agachar – afirmou.
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07/03/2008
- 19h03
Aditivo ao
Edital DEN nº 01/2008
A Diretoria
Executiva Nacional do Sindicato Nacional dos Servidores do
Ministério Público da União - SINASEMPU, no uso das atribuições
que lhe confere o Estatuto da Entidade, considerando:
a) A
importância da existência de Diretoria Seccionais do SINASEMPU nos
Estados;
b) A
dificuldade de alguns candidatos lotados em Unidades municipais do
MPU, na juntada da documentação necessária para a inscrição de
suas candidaturas e das respectivas chapas.
RESOLVE:
I) Prorrogar o
prazo para a inscrição das chapas concorrentes às Diretorias das
Seções Sindicais do SINASEMPU nos Estados elencados no Edital DEN
nº 01/2008;
II) O prazo
máximo de que trata o item 2.1 do Edital DEN nº 01/2008 fica
prorrogado para o dia 12 de março de 2008, permanecendo inalterados
os demais dispositivos do Ato ora aditado.
Brasília,
07 de março de 2008
Diretoria Executiva Nacional
Edital
DEN nº 01/2008
06/03/2008
- 17h41
Votações sobre
orçamento
e centrais sindicais foram adiadas para a próxima semana
Por
falta de acordo entre os parlamentares, foi adiada para a próxima
terça-feira, dia 11, a votação do Projeto de Lei 1990/07, que
reconhece formalmente as centrais sindicais.
Além
de reconhecer as centrais como entidades de representação geral
dos trabalhadores, o projeto especifica atribuições, prerrogativas
e critérios para a participação em fóruns e conselhos públicos.
Sobre
o Orçamento 2008, a previsão é que ocorra a votação entre
terça
e quarta da próxima semana.
Leia
mais na matéria abaixo:
Falta de acordo
adia votação sobre centrais sindicais
Fonte: Câmara dos Deputados
Os
deputados decidiram há pouco adiar para a próxima semana a
votação das emendas do Senado ao Projeto de Lei 1990/07, que
reconhece formalmente as centrais sindicais. Ao argumentar a favor
da proposta de adiamento, o deputado Vicentinho (PT-SP) disse que
está próximo um acordo para a votação da proposta, mas ele ainda
não está fechado.
O vice líder do PDT, deputado Miro Teixeira (RJ), autor do
requerimento para o adiamento da votação, lembrou que já havia
acordo para votação na próxima terça-feira (11), e que a data
deveria ser mantida. O projeto das centrais sindicais, por acordo de
líderes, estava previsto para ser votado somente na próxima
semana. Um dos objetivos era não prejudicar a votação do
Orçamento hoje. Com o adiamento da sessão do congresso, a Mesa
Diretora decidiu realizar sessão extraordinária para votar a
proposta que reconhece formalmente as centrais sindicais.
Além de reconhecer as centrais como entidades de representação
geral dos trabalhadores, o projeto especifica atribuições,
prerrogativas e critérios para a participação em fóruns e
conselhos públicos. Em sua primeira passagem pela Câmara, o
Plenário aprovou emenda exigindo a autorização explícita do
trabalhador para o desconto em folha de pagamento da contribuição
obrigatória.
O Senado rejeitou essa emenda e a expectativa é que a Câmara
mantenha a rejeição diante do compromisso de envio, pelo Poder
Executivo, de um projeto de lei regulamentando a contribuição
sindical.
Orçamento
Em relação ao Orçamento, o presidente da Câmara, Arlindo
Chinaglia, disse, antes de encerrar a sessão extraordinária desta
manhã, que a proposta orçamentária para 2008, deve ser votada na
terça à noite ou na quarta (12) pela manhã.
05/03/2008
- 17h15
Congresso
se reúne para votar relatório à proposta do Orçamento 2008
Após
dias de impasse, foi marcada para hoje, às 19 horas, no Congresso Nacional,
a leitura do relatório do deputado José Pimentel (PT-CE), relator-geral
do Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2008.
Ao que
tudo indica, serão horas de muitas discussões, uma vez que alguns
parlamentares oposicionistas se articulam para tumultuar a votação
do Orçamento. O motivo está no anexo de metas e prioridades do Projeto,
que destinou R$ 534 milhões a mais para atender um conjunto de emendas
coletivas e individuais.
Leia
mais nas matérias abaixo.
Congresso
vota hoje relatório à proposta do Orçamento 2008
Câmara dos
Deputados
O
Congresso Nacional realiza sessão hoje, às 19 horas, para votar o
relatório do deputado José Pimentel à proposta de Lei Orçamentária
Anual para 2008. Um ponto polêmico do texto é relacionado ao
chamado “anexo de metas e prioridades”, que relaciona um
conjunto de obras nos estados, a partir de emendas de parlamentares,
num valor total de R$ 534 milhões. Parlamentares do PSDB já
manifestaram a intenção de excluir essa parte do relatório. De
acordo com o presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador
José Maranhão, anexo ou parte dele pode ser vetado, liberando os
recursos para aplicação nas bancadas estaduais. Maranhão disse,
porém, que vai trabalhar para manter o anexo, aprovado na comissão.
Partilha
no Orçamento
Correio Braziliense
Os tucanos se articulam, desde ontem, para tumultuar a votação do
Orçamento, marcada para começar esta noite. Querem arrancar do
texto final, assinado pelo deputado petista José Pimentel (CE) o
anexo de metas e prioridades, que destinou R$ 534 milhões a mais
para atender um conjunto de emendas coletivas e individuais.
Defendem a partilha desse montante entre os 513 deputados e 91
senadores, que renderia R$ 900 mil a mais em emendas a cada
parlamentar. Para isso, começaram a recolher as 58 assinaturas
necessárias para apresentarem um destaque no plenário e tentar
eliminar o anexo que trouxe a discórdia para o Congresso na última
semana.
Em busca de consenso, o presidente do Senado, Garibaldi Alves
(PMDB-RN), promoverá uma reunião dos líderes na Casa com o
presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador José Maranhão
(PMDB-PB), e o relator, José Pimentel, para debater o “anexo de
metas e prioridades”. “No último caso, vamos tentar retirar o
anexo, mas é melhor ouvir as explicações deles primeiro”, disse
Garibaldi. Acordo para a sessão de hoje só mesmo a reposição dos
R$ 224 milhões previstos para as obras no Rodoanel, em São Paulo,
que foram reduzidos na Comissão de Orçamento.
Ontem, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), discutiu a
estratégia da oposição em um almoço com representantes do DEM, o
senador tucano Tasso Jereissati (CE) e o peemedebista Pedro Simon
(RS). Depois, Guerra se reuniu com os deputados Vanderlei Macris
(PSDB-SP) e Duarte Nogueira (PSDB-SP). Os dois deputados foram
escalados para comandarem, durante a sessão do Congresso, as obstruções
e as tentativas de retirar o anexo.
“Foi uma costura feita como nos tempos dos anões do Orçamento.
Dizem que todos votaram, mas garanto que teve gente que apreciou o
anexo sem saber exatamente do que se tratava”, argumenta o senador
Pedro Simon. Mesmo sendo de um partido que integra a base, Simon está
disposto a ajudar a oposição a retirar o anexo do texto. Um grupo
de 95 parlamentares, entre eles Sérgio Guerra, teve emendas
individuais e coletivas atendidas pelo anexo.
03/03/2008
- 18h08
PLAN-ASSISTE
: um “plano” de saúde privado e coator
O
Plano de Saúde e Assistência Social do Ministério Público da União
– PLAN-ASSISTE, apelidado de Programa, deixou de ser um
“conjunto de ações destinadas a proporcionar um sistema de serviços
e benefícios sociais aos servidores e membros e pensionistas do
MPU”, para se transformar
num rentável negócio privado, administrado e gerido, desde a sua
criação, por servidores efetivos e/ou por pessoas sem vínculo com
o serviço público, detentores de Cargos Comissionados no MPU,
através das Gerências Executivas nos respectivos Ramos do Ministério
Público da União e que movimenta milhões de reais, inclusive com
rendimentos oriundos de aplicações no mercado financeiro.
Um
detalhe no Regulamento Geral do PLAN-ASSISTE que chama bastante atenção
é o dispositivo que diz que a Auditoria Interna - AUDIN/MPU é quem
fiscalizará os atos praticados pela Administração do
PLAN-ASSISTE, ou seja, tem-se um Órgão Público para “auditar”
os recursos privados de uma empresa privada. Diz-se empresa privada,
porque o PLAN-ASSISTE é uma empresa privada, segundo o cadastro de
seu CNPJ na Fazenda Federal . É nesse detalhe que se vislumbra algo
tenebroso: no PLAN-ASSISTE não há qualquer possibilidade de
fiscalização por parte daqueles que são os responsáveis pelo
suporte financeiro e da própria existência do “Plano”- os
servidores, membros e pensionistas do MPU.
O
cenário acima descrito, ou seja, a movimentação de milhões de
reais de recursos próprios do PLAN-ASSISTE, ensejou a
propalada unificação do “Plano”, em que um dos objetivos
principais, óbvio, é a “unificação do caixa dos recursos próprios”,
a qual passou a ser objeto de uma espécie de “disputa” sobre
quem e qual dos Ramos do MPU deverá gerir esses milhares de reais.
Recentemente,
o referido Programa de Saúde do MPU teve sua regulamentação geral
modificada por meio da Portaria PGR nº 629, de 06 de dezembro de
2007, da lavra do Procurador-Geral da República, Antonio Fernando
Barros e Silva e Souza.
A
nova regulamentação do PLAN-ASSISTE, além de permitir que pessoas
estranhas ao quadro do MPU ou mesmo sem qualquer vínculo com o
serviço público possam ser beneficiárias do “Plano”, passou a
(supostamente) coagir, por meio de alguns dispositivos, os
servidores a aderirem ao “Plano”, sob pena do pagamento de uma
velada multa por “não adesão”, sutilmente apelidada de
“contribuição complementar”.
O
que é a contribuição complementar no PLAN-ASSISTE?
Segundo
o Diretor Executivo do PLAN-ASSISTE/MPF, Márcio Lima Medeiros, em
carta destinada aos servidores, a CONTRIBUIÇÃO COMPLEMENTAR será
devida por aquele Servidor que, embora já estando há tempos em
exercício no MPU, não fez opção por aderir ao PLAN-ASSISTE
quando de seu ingresso no Órgão e que pretenda aderir ao
“Plano” após 29 de fevereiro de 2008.
Para
o presidente do SINASEMPU, a “aludida ‘contribuição’ é uma
espécie de castigo/multa por ter o servidor exercido o direito de
aderir ao ‘Plano’ quando de sua própria vontade”. O valor
desse “castigo coator” são parcelas mensais referentes a todo o
período em que o servidor, mesmo no MPU, não fazia parte do
PLAN-ASSISTE. Isso quer dizer que, se o servidor já está no MPU há
dez anos e resolve aderir ao “Plano” no dia 20 de março de
2008, deverá pagar a Contribuição Complementar relativa a todo o
período em que ele não integrou o PLAN-ASSISTE, ou seja, dez anos.
É como se o servidor devolvesse ao “Plano” valores de uma dívida
que não contraiu.
É
bom esclarecer que o PLAN-ASSISTE não é uma OSCIP – Organização
da Sociedade Civil de Interesse Público, e, embora o nome do
Programa não o diga, trata-se de um “Plano” de saúde sim. É
até aceitável que haja uma razoável carência para aqueles
servidores que inicialmente aderirem ao “Plano”, mas é inadmissível,
mesmo sob o “manto” do conceito de solidariedade do Programa, a
existência de multa por “não opção em tempo certo”. O que
está em jogo na adesão ao “Plano”, por parte do servidor, é a
contraprestação dos serviços contratados, e, por se tratar de
empresa privada o PLAN-ASSISTE também está adstrito aos Institutos
do Regime Democrático de Direito que, no Brasil, protegem tanto o
consumidor quanto o idoso.
Por
ter vislumbrado complexidade na tratativa do assunto, bem como a
existência de dispositivos na Regulamentação do “novo”
PLAN-ASSISTE, supostamente injustos e/ou ilegais, o SINASEMPU
requereu em 10 de janeiro de 2008, audiência com o Procurador-Geral
da República. Infelizmente, como é de praxe da PGR, o Sindicato
teve por parte do gabinete da referida Autoridade o silêncio como
resposta. Tal pleito de audiência foi reiterado em 15 de fevereiro
de 2008 e, ainda, como de praxe, a Administração do MPU não
respondeu até a presente data.
Assim,
considerando que a saúde e vida dos servidores do MPU não podem
esperar a boa vontade do PGR para tratar das questões do
PLAN-ASSISTE com o SINASEMPU e, até porque não resta outra
alternativa, o Sindicato, como incansavelmente tem feito,
buscará outro remédio para tratar das supostas ilegalidades
e abusos constantes da regulamentação do PLAN-ASSISTE, inclusive
nos casos de danos morais dos quais possam ser vítimas seus filiados.
A
Diretoria
03/03/2008
- 16h
Servidores
com mais de uma graduação poderão vir a receber Adicional de
Qualificação - AQ
O
SINASEMPU ajuizou Ação com o objetivo de
assegurar aos servidores do MPU, portadores de mais de um
diploma de curso superior, além daquele que constitui requisito
para ingresso no cargo, o pagamento do percentual de 5% a título de
Adicional de Qualificação (AQ).
Segundo
a Entidade, não existe qualquer previsão legal que impeça a
Administração do MPU de efetuar o referido pagamento a esses
servidores. Pelo contrário. Na Lei n.º 11.415/2006 que
reestruturou as carreiras do Ministério Público da União, fica
claro que o AQ destina-se “aos integrantes das Carreiras dos
Servidores do Ministério Público da União portadores de títulos,
diplomas ou certificações de ações de treinamento ou cursos de
ensino médio, graduação ou pós-graduação, em sentido amplo ou
estrito nos termos do regulamento próprio”, razão pela qual a
Administração deve pagar o Adicional a todos os servidores que
preencherem os requisitos, exceto àqueles cuja única graduação
constituir-se requisito para ingresso no cargo.
Na ação,
o SINASEMPU também requer o pagamento das parcelas pretéritas
devidas aos servidores desde o advento da Lei n.º 11.415/2006 ou a
partir do momento em que os servidores passaram a ter o direito ao
recebimento da vantagem nos termos previstos pelo referido diploma
legal.
Acompanhe
o andamento dessa e de outras Ações ajuizadas pelo Sindicato na página
eletrônica www.sinasempu.org.br
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