ÚLTIMAS NOTÍCIAS

 
   · Maio ·   



29/5/2009 - 19h35

“Singela decisão” do CNMP é matéria na Carta Capital

 

A revista Carta Capital noticiou, em sua edição nº 548, manobra do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que, contrariando decisão do Congresso Nacional, autorizou, por conta própria, o pagamento, a alguns de seus conselheiros e ex-conselheiros, de subsídios atrasados que tinham sido vetados pelo Legislativo.

 

No texto, o presidente licenciado do SINASEMPU, Luiz Ivan Cunha Oliveira, diz que o pagamento de subsídios “em forma de indenização, sobre a qual não incide Imposto de Renda, pode ter propiciado a alguns conselheiros recompensa de até 600 mil reais”.

 

A revista já está em circulação na capital paulista e disponível no site www.cartacapital.com.br. Nos demais estados, a publicação deverá chegar a partir de sábado.

 

Clique aqui e leia o texto na íntegra.

 



28/5/2009 - 13h55

Comunicado

 

O Diretor Seccional do SINASEMPU no estado de Goiás, Jorge Augusto Camoles, deu entrada, no último dia 26 de maio, no Instituto de Neurologia de Goiás, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral – AVC.

 

Conforme boletim médico divulgado hoje, Camoles se encontra na Unidade Intensiva de Tratamento – UTI, em situação estável.

 

A Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU faz votos de que este companheiro de luta se restabeleça logo e volte a gozar, com saúde, da companhia de sua família e amigos.


 





27/5/2009 - 15h05

Servidores: ministro garante requerimento de aposentadoria especial

Veda adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos servidores, excetuando aqueles que exercem "atividades exclusivamente sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, definidos em lei complementar"

O ministro Eros Grau deu provimento parcial ao Mandado de Injunção (MI) 824 para, reconhecendo a falta de regulamentação do artigo 40, parágrafo 4º, da Constituição Federal, permitir a servidores públicos que trabalhem em condições insalubres obter a aposentadoria especial prevista na Lei 8.213/91, que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social.

A decisão do ministro Eros Grau guarda analogia com decisões semelhantes tomadas pela Corte em diversos outros mandados de injunção (MIs 795, 670, 708, 712 e 715).

A CNTS tem como prioridade a regulamentação da aposentadoria especial para os trabalhadores no setor público de saúde para quem trabalha em condições insalubres e/ou em atividades de risco nos diversos estabelecimentos prestadores de serviços de saúde conforme define o artigo 40 da CF.

Nesse sentido, ajuizou o Mandado de Injunção 904/08 junto Supremo Tribunal Federal por omissão do Estado na regulamentação do referido dispositivo.

O MI é cabível nos casos de omissão do Poder Legislativo na regulamentação de dispositivos constitucionais, como é o caso do artigo 40, parágrafo 4º, CF.

Esse dispositivo veda a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos servidores públicos, excetuando, entretanto, aqueles que exercem "atividades exclusivamente sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, definidos em lei complementar".

A aposentadoria especial consiste no recebimento de 100% do salário de benefício.

Entretanto, para obtê-la, o candidato terá de provar, além do tempo de serviço necessário para aposentar-se, também "o tempo de trabalho permanente, não ocasional nem intermitente, em condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, durante o período mínimo fixado" (artigo 57 da Lei 8.213/91 - 15, 20 ou 25 anos), bem como a exposição aos agentes nocivos químicos, físicos e biológicos, ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, pelo período equivalente ao exigido para a concessão do benefício.

Dispõe ainda o mencionado artigo, em seu parágrafo 5º, que o tempo de trabalho exercido sob condições especiais que sejam ou venham a ser consideradas prejudiciais à saúde ou à integridade física "será somado, após a respectiva conversão ao tempo de trabalho exercido em atividade comum, segundo critérios estabelecidos pelo Ministério da Previdência e Assistência Social, para efeito de concessão de qualquer benefício".

Ao decidir, o ministro Eros Grau não só se reportou à jurisprudência firmada pelo STF no assunto, como também à decisão tomada pelo plenário da Suprema Corte na sessão de 15 de abril passado.

Na oportunidade, ao analisar uma questão de ordem, o plenário entendeu ser possível aos relatores o exame monocrático dos mandados de injunção cujo objeto seja a ausência da lei complementar referida no artigo 40, parágrafo 4º, da CF. O ministro lembrou, a propósito, que já há em tramitação, no Congresso, o PL 4.679, de 1990, que trata do assunto.

Fonte: Agência DIAP com CNTS e STF.


 






27/5/2009 - 15h05

Trabalho aprova direito de o sindicato mover ação civil pública

Pelo projeto, do deputado Efraim Filho (DEM/PB), as convenções e acordos coletivos celebrados pelos sindicatos, para tutela aos direitos trabalhistas, terão força de título executivo extrajudicial, para execução coletiva na Justiça do Trabalho. A matéria será apreciada ainda pela CCJ

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (20), o direito de as entidades sindicais utilizarem a ação civil pública para reparar danos e prejuízos ocorridos nas relações de trabalho.

"A Justiça do Trabalho está sobrecarregada de ações individuais idênticas e nada mais prático do que estimular as chamadas ações coletivas e lhes garantir efetividade", afirmou o relator do PL 2.422/07, deputado Mauro Nazif (PSB/RO).

Pelo projeto, de autoria do deputado Efraim Filho (DEM/PB), as convenções e acordos coletivos celebrados pelos sindicatos, para tutela aos direitos trabalhistas, terão força de título executivo extrajudicial, para execução coletiva na Justiça do Trabalho.

O relator explicou que o projeto não trará grandes modificações processuais porque os tribunais já assimilaram essa prática por meio da jurisprudência e da doutrina, mas vai deixar explícito o uso dos instrumentos recursais de má-fé.

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada também pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ira a votos no plenário.

Clique aqui e veja o parecer aprovado na Comissão de Trabalho

Fonte: Agência DIAP com Agência Câmara.



 






25/5/2009 - 19h30

Aposentados fazem protesto no Congresso contra veto de Lula a reajuste de 16,67%
 
Reunidos em uma vigília no plenário da Câmara, um grupo de aposentados e pensionistas conseguiu nesta segunda-feira o compromisso do presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), de colocar em votação no dia 8 de julho o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a um projeto que estendeu aos aposentados e pensionistas o mesmo reajuste de 16,67% concedido ao salário mínimo em 2006.
 
Sarney afirmou que a data foi definida após um entendimento com os líderes do movimento. Para que a proposta seja analisada, é preciso marcar sessão conjunta do Senado e da Câmara. "Eu estava disposto a fazer a sessão amanhã ou depois de amanhã, com certo empecilho regimental de convocação de 48 horas. Eles, no entanto, acharam que era melhor pra eles uma nova data, possivelmente dia 17 do próximo mês", disse.
 
O acordo fechado anteriormente estabelecia que a proposta seria votada nesta terça-feira. Por orientação do Palácio do Planalto, a nova líder do governo no Congresso, senadora Ideli Salvatti (SC), apresentou um requerimento pedindo o adiamento da votação. O governo tem resistência à proposta e argumenta que a medida terá um impacto significativo nas contas públicas.
 
Na tarde de hoje, cerca de 600 aposentados se instalaram no plenário da Câmara e impediram a abertura da sessão. Eles participaram de uma sessão em homenagem ao Dia do Aposentado, mas se recusaram a deixar o local.
 
O senador Paulo Paim (PT-RS) saiu em defesa da movimentação dos aposentados. "É importante essa pressão democrática para que seja dado um tratamento mais igualitário aos aposentados. Eu acredito que o Congresso vai se sensibilizar, é uma vergonha para o Parlamento entrar de férias sem votar o veto", disse.
 
Fonte: Folha Online

 



25/5/2009 - 15h45

77% de pisos salariais ficam abaixo de 1,5 salário mínimo
 
Apesar de o primeiro semestre de 2008 ter sido um período de sólido crescimento econômico, os pisos salariais dos trabalhadores não acompanharam a tendência de alta, frustrando sindicatos de várias categorias. A conclusão é de balanço anual divulgado hoje pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que analisou 628 pisos salariais de categorias pertencentes aos setores da indústria, comércio, serviços e do meio rural.
 
De acordo com a pesquisa, 77% das categorias estudadas estabeleceram pisos que não ultrapassaram o valor de 1,5 salário mínimo, ou R$ 622 - o Dieese considerou o valor do salário mínimo vigente na época, de R$ 415 (valor reajustado para R$ 465 em fevereiro deste ano). A maioria (56%) dos pisos ficou abaixo de 1,26 salário mínimo (R$ 523). A porcentagem de categorias que conquistaram pisos superiores a 2 mínimos (mais de R$ 830) foi de 2,9%.
 
Os economistas do Dieese explicam que o baixo reajuste dos pisos salariais se deu em razão da adoção, nos últimos anos, de uma política governamental de valorização do salário mínimo. Para os técnicos, cada vez mais os empregadores pautam o piso da categoria pela menor remuneração paga no País, que tem sofrido aumentos em porcentuais superiores à variação da inflação e à média dos reajustes salariais. Na comparação com 2007, a proporção de categorias com piso salarial equiparado ao mínimo cresceu de 3,4% para 5,7% no ano passado.
 
O balanço também aponta que as atividades relacionadas ao setor rural são as que têm menor piso salarial entre as categorias estudadas. Cerca de 88% dos pisos variam entre as faixas de 1 e 1,25 salário mínimo (entre R$ 415 e R$ 519). Em outros setores da economia, como comércio, indústria e serviços, os pisos variam de acordo com a média de salários. Na atividade industrial, por exemplo, o segmento químico e farmacêutico apresenta 60% das categorias com piso superior ou igual a 1,5 salário mínimo (R$ 622).
 
Sem divulgar o nome das categorias, o Dieese informou que os maiores pisos encontrados na pesquisa foram de 5,06 e 4,74 salários mínimos (R$ 2.099 e R$ 1.967). Os menores foram de R$ 400 e R$ 390.
 
Fonte: Agência Estado, em 22/5

 






22
/5/2009 - 16h05

PGR: Lista tríplice será entregue ao presidente Lula na próxima semana

Setecentos e noventa membros do Ministério Público Federal definiram ontem, dia 21, por meio de votação nacional, os três nomes que integrarão a lista tríplice que será entregue ao Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para indicação do novo Procurador-Geral da República.

Os Subprocuradores-Gerais da República Ela Wiecko Volkmer de Castilho, Wagner Gonçalves e Roberto Monteiro Gurgel Santos foram os escolhidos.

A votação aconteceu na sede da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e nas unidades do MPF.

O Presidente da ANPR, Antonio Carlos Bigonha, entregará a lista tríplice para o Presidente Lula no início da próxima semana. De acordo com a Constituição Federal, o chefe do MPF deve ser membro de carreira e ter mais de 35 anos. Após a nomeação pelo Presidente da República, o nome escolhido deverá ser aprovado pelo Senado Federal, para mandato de dois anos. 

 

Com informações da ANPR

 




21
/5/2009 - 16h45


MPU nomeia mais 30 analistas e técnicos aprovados em 2007

 
O Ministério Público da União (MPU) nomeou, nesta quinta-feira (21/5), mais 30 candidatos aprovados no último concurso promovido pelo órgão, em 2007. Os novos servidores serão lotados no Ministério Público Federal, no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, no Ministério Público do Trabalho e no Ministério Público Militar.
 
Serão contemplados aqueles que alcançaram aprovação nos cargos de analista processual, técnico administrativo e técnico de informática.
 
A nomeação se encontra na Portaria nº 46 publicada no Diário Oficial da União, na página 40 da segunda seção. A posse deverá ocorrer no prazo de 30 dias, contados a partir da data de publicação da portaria.
 
Os nomeados devem ter em mãos documentos como comprovante de quitação com as obrigações eleitorais, carteira de identidade, CPF, PIS ou PASEP, declaração de acumulação de cargo ou função pública, diploma ou certificado que comprove a escolaridade exigida para o cargo, três fotografias recentes e atestado de aptidão física e mental, entre outros.
 
Fonte: CorreioWeb

 




21
/5/2009 - 15h35

Ela Wiecko é a escolhida dos internautas para ser a nova PGR

 

A subprocuradora-geral da República, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, seria, hoje, a nova procuradora-geral da República, segundo os internautas que participaram da enquete promovida, nas últimas semanas, pelo site do SINASEMPU.

 

A pesquisa girou em torno de duas perguntas simples, porém bastante significativas. Na primeira, os usuários foram questionados a respeito de sua participação na eleição do novo PGR (“Os servidores do MPU deveriam participar do processo de escolha do PGR? Sim ou Não?”). Um número expressivo - 85,23% - respondeu sim à indagação. Já na segunda pergunta, os internautas foram instados a indicar o nome do membro que gostariam de ver à frente do Ministério Público da União. 

 

Com 35,10% dos votos, a Curitibana criada em Porto Alegre, Ela Wiecko, foi o nome escolhido pelos usuários para ocupar a chefia do MPU pelos próximos dois anos.

 

“Acreditamos que o fato do servidor querer participar de uma enquete como essa, denota o seu real interesse no processo de escolha do novo procurador-geral da República.  Esperamos que as autoridades competentes também compreendam essa realidade e reexaminem o processo de escolha do novo PGR, inserindo os servidores no rito de seleção”, declarou a presidente em exercício do SINASEMPU, Márcia Broxado dos Santos.

 

Veja, abaixo, o resultado geral da enquete, de acordo com o público participante:

 

Ela Wiecko – 35,55%

Blal Yassine Dallouol – 16,93%

Membro de outro Ramo do MPU – 13,80%

Roberto Gurgel – 13,15%

Wagner Gonçalves – 6,51%

Recondução do atual PGR – 5,99%

Eitel Santiago – 5,47%

Mário Ferreira Leite – 2,60%

 


20/5/2009 - 18h28

SINASEMPU pleiteia na justiça incorporação dos 11,98% 

 

O SINASEMPU ajuizou Ação (nº 2009.34.00.017253-4) visando à incorporação do percentual de 11,98% (onze vírgula noventa e oito por cento) aos vencimentos básicos dos servidores do MPU e o pagamento dos reflexos devidos em razão da implantação da Unidade Real de Valor (URV).

 

Em 1994, após ser editada a Medida Provisória n°. 434 (convertida na Lei n°.

8.880, de 27/05/1994), o Governo Federal determinou a conversão dos salários dos trabalhadores em geral em Unidade Real de Valor – URV. Contudo, no que diz respeito tocante aos servidores públicos, o regramento foi diferenciado, fato que acarretou prejuízos à categoria.

 

Enquanto os cálculos dos trabalhadores em geral consideraram a data do efetivo pagamento, a conversão dos salários dos servidores públicos tomou como base o último dia do mês de competência, importando em defasagem salarial que perdura até hoje.

 

Salienta-se que os Planos de Cargos e Salários – PCS do MPU que se sucederam à medida (Lei nº 9.953/00, Lei nº 10.476/02 e Lei nº 11.415/06), não alteraram essa realidade, uma vez que o percentual de 11,98% não se caracteriza como aumento nem reajuste de remuneração, mas, tão-somente, correção do errôneo critério de conversão da remuneração percebida pelos servidores da Instituição.

 

Decisões das Cortes de Justiça do país ratificam o argumento apresentado pelo Sindicato na Ação, e corroboram a alegação de que os servidores públicos que percebem remuneração com base no art. 168 da Constituição Federal – dentre estes os servidores do MPU – sofreram prejuízo em seus vencimentos por ocasião da conversão da moeda cruzeiro real em URV, fazendo jus, portanto, a incorporação.

 

Consulte a situação do processo através do link:

http://processual-df.trf1.gov.br

 




20
/5/2009 - 17h35

Dieese: redução da jornada de trabalho poderia gerar 2,5 milhões de empregos
 
SÃO PAULO - "A redução da jornada de trabalho máxima semanal de 44 horas para 40 horas teria um impacto para a indústria brasileira de 1,99% o que seria perfeitamente absorvido pelo setor. Além disso essa medida teria a capacidade de gerar 2,5 milhões de novos postos de trabalho no Brasil", afirmou o coordenador de educação do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), durante audiência pública promovida pela Comissão Especial da Jornada Máxima de trabalho, nesta terça-feira (19).
 
A audiência na Câmara teve como objetivo discutir a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 231/95, que visa reduzir a carga horária máxima semanal de 44 para 40 horas e aumentar de 50% para 75% o valor da hora extra.
 
Motivos para redução
Segundo uma pesquisa do Dieese realizada no ano passado, em São Paulo, 37,8% dos trabalhadores exerciam jornada de trabalho maior do que 44 horas semanais. No setor industrial, 32,3% dos profissionais também trabalhavam por mais de 44 horas durante a semana. Já no Comércio, 56,5% enfrentavam essas condições. Entre 2002 e 2008, a produtividade no Brasil cresceu 23%.
 
Esses fatores, na opinião de Karam, seriam um bom argumento para mostrar a viabilidade da redução da jornada de trabalho. Além disso, o coordenador do Dieese citou que, em outros países, a jornada de trabalho semanal é menor. "Na França, a jornada de trabalho é de 30 horas, no Japão, de 42 horas, na Itália, de 38 horas, e na Inglaterra, de 39", afirmou, conforme a Agência Câmara.
 
Custo para as empresas
De acordo com Karam, o custo da hora trabalhada no Brasil é de US$ 5,9 (aproximadamente R$ 12). Já nos Estados Unidos, o valor é US$ 24,59, no Japão, US$ 19,75, e na Coreia, US$ 16, o que comprova a baixa participação dos salários no custo da produção brasileira. "Na indústria, a participação dos salários no custo da produção é de 22%", diz.
 
Outras propostas
Na opinião do sociólogo da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), José Pastore, estimular os investimentos produtivos, não tributar investimentos que geram emprego, não tributar as exportações, reduzir as despesas de contratação, criar contratos especiais e regulamentar a terceirização são algumas propostas que podem gerar vagas no mercado de trabalho.
 
Porém, o sociólogo citou algumas ponderações que devem ser consideradas, ao se analisar a redução da jornada, como o fato de o profissional não trabalhar mais em menos horas, se a empresa que irá contratar mais pessoas terá equipamentos para incorporar essa nova mão-de-obra ou se isso geraria um novo tipo de custo que poderia ser repassado para o produto final.
 
Para o pesquisador do Ipea, Roberto Henrique Sieczkowski Gonzalez, a redução da jornada semanal de trabalho deve estar associada à melhoria de salários, senão os trabalhadores irão buscar outros empregos para complementar o rendimento.
 
Além disso, Gonzalez destacou a importância da regulamentação das horas extras. "Hoje, há um limite difuso entre o tempo de trabalho e o livre, devido às novas formas de trabalho, na qual o funcionário fica ´alcançável` pela empresa pelo celular".
 
Sindicato ou lei?
Quanto a forma de se implementar a redução da jornada de trabalho semanal, ainda há dúvidas. O relator da proposta, deputado Vicentinho (PT-SP), defende a elaboração de uma lei para efetivar essa redução, ao invés de deixá-la a cargo de negociações sindicais.
 
Já a deputada Rita Camata (PMDB-ES) é a favor das negociações sindicais, mas não descarta a possibilidade de apoiar a redução por lei, caso o Brasil não se mostre maduro para obter essa conquista por meio de acordos.
 
Fonte: InfoMoney

 




20
/5/2009 - 14h45

Informe - Central telefônica do SINASEMPU

 

Em virtude de programação na central telefônica do SINASEMPU, informamos que, em alguns momentos do dia, o telefone poderá ficar incomunicável.

 

Voltaremos a operar, em breve, com normalidade.


 


19/5/2009 - 18h55

Informe - Manutenção na central telefônica do SINASEMPU

A Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU informa que amanhã, entre 8h30 e 11h, na sede nacional da Entidade, em Brasília, não será possível atender a telefonemas, em decorrência da realização de serviços de manutenção na central telefônica.

Após esse período, as ligações serão atendidas normalmente.



18/5/2009 - 17h35

Candidatos a procurador-geral participarão de debate

SÃO PAULO - Às vésperas da eleição que definirá a lista dos três nomes cotados ao cargo máximo do Ministério Público Federal (MPF), na quinta-feira, os seis candidatos à vaga dão à disputa contornos de pleito político. Os prováveis substitutos do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, têm arrumado tempo para atender eleitores e jornalistas. Eles propõem mudanças na instituição e também preparam-se para um debate amanhã, organizado pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e transmitido ao vivo pelo site da entidade.

De acordo com membros do MPF, a corrida eleitoral têm sido apontada como uma das mais disputadas em anos. O viés político atribuído à disputa deve-se às mudanças pelas quais passou o pleito este ano. Pela primeira vez, os 1,1 mil procuradores que compõem a instituição escolherão o substituto de Souza em urnas eletrônicas e votarão em lista de candidatos, identificados em chapas fechadas.


Nas disputas passadas, os eleitores confiavam as escolhas a qualquer membro de carreira que fosse maior de 35 anos, o que tornava inviável a formação de candidatos e diluía os votos. Além do mais, o vencedor da disputa na quinta-feira ganha mais destaque no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, diferente do antecessor, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, costuma pautar a escolha pelos votos da maioria dos integrantes do MPF. No pleito de 2003, quando foi nomeado o subprocurador Cláudio Fonteles, e nos de 2005 e 2007, na eleição e posterior reeleição de Souza, Lula preferiu prestigiar a escolha da categoria, mesmo podendo escolher um outro nome da lista para comandar a instituição.

Única mulher na disputa e já eleita em três oportunidades à lista, em 2001, 2003 e 2005, a subprocuradora-geral da República Ella Wiecko conta que, nesta campanha, tem sido mais difícil de conciliar a agenda de membro do MPF com a de candidata. "A minha agenda sempre foi bem cheia. Mas, como a imprensa está bem mobilizada sobre a eleição, (a agenda) ficou ainda mais repleta este ano", afirmou. "Tive de pedir licença por duas semanas para organizar antigos compromissos e poder encaixar algumas entrevistas", completa.

Pelo fato de a disputa em chapas fechadas ser ainda novidade no MPF, não há normas que disciplinem os limites de campanha. De acordo com o presidente da ANPR, Antonio Carlos Alpino Bigonha, foi recomendado que a propaganda eleitoral se reduza ao ambiente da associação, mas, segundo ele, "não há como obrigar" os candidatos a cumprirem o conselho. De acordo com fontes de livre trânsito no MPF, alguns candidatos têm aproveitado congressos e eventos da categoria para fazer discurso e campanha eleitoral.


Continuidade

Na corrida eleitoral por uma vaga na lista tríplice, dois candidatos são apontados pelos procuradores e servidores do MPF como os favoritos a assumir o cargo que será vago por Souza. Um deles, embora seja novato na disputa - apenas participou do pleito em 2007 -, é o atual vice-procurador-geral da República, Roberto Monteiro Gurgel, que tem como patronos os dois últimos chefes da instituição: Souza e Fonteles. Além de ser identificado como o candidato da continuidade, Gurgel tem a favor o prestígio de ter atuado durante cinco anos na assessoria de Souza e de tê-lo substituído, quando necessário, em julgamentos no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele deve herdar os votos de grupos afinados com a gestão do atual procurador-geral. "Irei dar continuidade ao trabalho feito pelas gestões anteriores do MPF, principalmente marcadas pela discrição", promete Gurgel, referindo-se às atuações de Fonteles e Souza, marcadas pela pouca exposição na mídia e habilidade em não polemizar investigações de calibre político. Questionado sobre se uma linha mais branda de atuação enfraquece o poder investigativo do MPF, como têm apontado os adversários na disputa, Gurgel negou que os dois últimos chefes do MPF "tenham agido de forma branda", mas afirmou que foram "eficientes e discretos, sem holofotes".

O adversário apontado como principal concorrente de Gurgel é o subprocurador Wagner Gonçalves, atual coordenador da área criminal do MPF, que reconhece ser um dos favoritos ao cargo. "A disputa está entre mim e o doutor Gurgel." Segundo colocado na última disputa e candidato experiente na corrida eleitoral - seu nome já figurou na lista tríplice em duas oportunidades -, o subprocurador é também identificado como membro do grupo de Souza e de Fonteles, mesmo que divirja em estilo de atuação. "Eu não me considero candidato de oposição. Eu e Gurgel temos modos diferentes de trabalhar, mas continuaremos a linha de atuação do doutor Fernando", explicou. Gonçalves foi opositor assumido de muitas decisões do STF, como o acesso de advogados a inquéritos sigilosos e o limite da polícia no uso de algemas.

Ele também causou mal-estar com os ministros da Suprema Corte quando opinou pela prisão do sócio-fundador do Banco Opportunity, Daniel Dantas, indo de encontro à decisão do presidente Gilmar Mendes, que revogou prisão preventiva ao principal envolvido na Operação Satiagraha. "O MP não é uma ilha, é um órgão institucional. Eu pretendo manter união mais estreita entre as diferentes instâncias e dar continuidade ao papel equilibrado da atual gestão. O diferencial é que irei marcar posição", ressaltou.


Por fora

Correndo por fora na disputa, com menores chances de serem escolhidos ao cargo, competem os subprocuradores Ella Wiecko e Eitel Santiago. Ella conta com a vantagem de o MPF nunca ter tido uma mulher ao comando, o que reconhece que pode ser um diferencial na escolha do presidente da República. "Isso depende de quem escolhe. Se o presidente tem essa visão, essa preocupação de colocar uma mulher no cargo, pode ser uma vantagem." Sempre bem votada nas eleições internas e com experiência no pleito, a candidata tem participação atuante em questões sociais, uma vez que exerce o cargo de procuradora federal dos Direitos do Cidadão há quatro anos.

"Tenho experiência em tratar com diferentes grupos e vou levar essa característica à minha gestão, caso seja escolhida. Travar um bom diálogo interno com todas as instâncias e construir uma unidade institucional para que o MPF responda à altura a provocações." Se todos os candidatos até aqui podem ser considerados aliados ao grupo de Souza, o subprocurador Eitel Santiago é o único identificado como representante da oposição. Afastado da carreira há dois anos, ele ocupava o cargo de secretário de Segurança Pública da Paraíba na gestão do ex-governador (cassado) Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), vinculação política que oferece resistência por parte dos membros do MPF.

"Não me sinto prejudicado pela minha posição política. Não vou analisar a questão, até porque achei injusta a cassação", critica. De acordo com Eitel, o seu nome foi parar na disputa por insistência de membros da categoria cansados de ver "mais do mesmo". "Quero trazer unidade ao MPF e acabar com disputas internas por cargos ou posições ideológicas. Não sou um candidato da continuidade", ressalta.

Os dois últimos nomes na disputa são de procuradores de primeira e segunda instâncias do MPF, o que foge da tradição do pleito de se lançarem apenas subprocuradores federais, membros do topo da carreira da instituição. O chefe da Procuradoria da República em Mato Grosso do Sul, Blal Yassine Dallouol, e o procurador regional em Londrina Mário Ferreira Leite têm poucas chances de fazer parte da lista tríplice, mas refletem a democratização do acesso de todas as instâncias ao topo da carreira do MPF. "Minha candidatura é sinal do fim da verticalização da carreira. Qualquer procurador que almeje o cargo de procurador-geral deve se candidatar", conta Dallouol.

Organizado pela ANPR e mediado pelo jornalista Álvaro Pereira, o debate de amanhã dará a oportunidade de todos os candidatos exporem as ideias e rebaterem os discursos dos oponentes. Como num debate político, haverá catálogo de perguntas que serão sorteadas na hora e tempo dedicado a réplica e tréplica de respostas. De acordo com a entidade, todos os candidatos confirmaram presença.

Fonte: Gustavo Uribe - Agência Estado


 






18/5/2009 - 17h15

Dirigentes sindicais discutem com Temer agenda dos trabalhadores

Esta semana, na quinta-feira (21), dirigentes sindicais se reúnem com o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB/SP), para tratar da inclusão, na pauta de votação no plenário, de matérias de interesse dos trabalhadores. Na semana passada, as centrais fizerem reunião para definir a agenda prioritária

O plenário da Câmara dos Deputados pode votar, em sessão extraordinária, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 277/08 que, nesta semana é um dos destaques da pauta do Plenário para as sessões extraordinárias.

Nas sessões ordinárias, os deputados podem analisar a MP 459/09, que cria o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida para a população com renda de até dez salários mínimos. O objetivo é construir 1 milhão de moradias populares a um custo estimado de R$ 60 bilhões.

Outra MP em pauta é a 460/09 que reduz tributos sobre as motocicletas, nacionais ou importadas, e para as construtoras de imóveis no âmbito do programa habitacional criado pela MP 459/09. Essa renúncia fiscal será compensada, em parte, pelo aumento de tributos sobre os cigarros.

Nesta quinta-feira (21), dirigentes sindicais se reúnem com o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB/SP), para tratar da inclusão na pauta de votação do plenário matérias de interesse dos trabalhadores.

Cadastro Positivo
A proposta deverá entrar em pauta extraordinária nesta quarta-feira (20), assim como o projeto que cria o cadastro positivo de consumidores (PL 836/03). Na terça (19) e quinta-feira (21), a Câmara deverá apreciar as medidas provisórias com prazos vencidos.

O projeto prevê a instalação de um banco de dados de bons pagadores que seria consultado por estabelecimentos comerciais e principalmente por bancos, nos casos de pedidos de empréstimos.

Os defensores da ideia acreditam que as pessoas inscritas no Cadastro Positivo conseguirão juros menores nas operações de crédito.

Fonte: DIAP

 


 

 

15/5/2009 - 20h15
 

Seccional DF do SINASEMPU celebra convênio com ASBAC  

 

A Seção Sindical do SINASEMPU no Distrito Federal celebrou convênio com a Associação dos Servidores do Banco Central – ASBAC, em Brasília, por meio do qual todos os filiados do Sindicato no DF poderão utilizar, para recreação, as dependências esportivas e sociais da sede social da Associação, além das instalações de sua sede campestre em Aruanã - GO.

 

O acordo também prevê a participação dos filiados em programas patrocinados, em nível regional, pela Associação.

 

A diretora seccional do SINASEMPU no Distrito Federal, Adeline Dias, explica que para associar-se à ASBAC é necessário que o filiado apresente, além da documentação exigida pela Associação, uma declaração do SINASEMPU comprovando a sua filiação.

 

O documento deverá ser retirado pelo servidor na Sede Nacional do SINASEMPU, em Brasília, localizada no Setor Comercial Sul, quadra 01, bloco K, nº 30, Edifício Denasa, salas 503/504.

 

Aqueles filiados que associarem-se também deverão recolher, a título de mensalidade para si e para os seus dependentes, a importância de R$ 121,00 reais à Associação.

 

Clique aqui e leia o contrato na íntegra.

 


 

14/5/2009 - 15h20

CCJ adia votação de membros do CNJ e CNMP
 
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) decidiu há pouco não votar nesta quarta (13) a indicação dos 12 membros para compor o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e dos 14 para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), como constava da pauta de votações. Foram lidos os 26 currículos dos indicados, que tiveram ainda três minutos cada para defender suas candidaturas perante os membros da comissão.
 
Devido às reclamações de senadores sobre a quantidade de indicações e a falta de tempo para debater o papel tanto da CNJ quanto do CNMP, o presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), decidiu que na próxima quarta (20) fará um debate, no colegiado, sobre a atuação do CNMP e em seguida as votações das 14 indicações. Da mesma forma, na quarta 27, será realizado um debate sobre a atuação do CNJ, para, logo após, proceder a votação dos candidatos ao cargo de conselheiros.  
 
Fonte: Agência Senado, em 13/05


 




13/5/2009 - 14h23

Campanha sobre escravidão busca sensibilizar público jovem

No bojo de mais um 13 de maio, campanha "Escravidão Não" pretende mostrar a jovens que circulam por bares, espaços culturais e universidades de São Paulo que o trabalho escravo continua bem mais presente do que se imagina

Nos bancos da escola, todo estudante aprende sobre a Lei Áurea. Para se dar bem nas avaliações, precisa guardar na memória - e repetir, quando perguntado - que a escravidão foi abolida no país, pelo menos no papel, após o famoso ato firmado em 13 de maio de 1888 pela Princesa Isabel.

No bojo de mais um 13 de maio, a campanha "Escravidão Não", lançada na última sexta-feira (9), pretende mostrar a jovens que circulam por bares, restaurantes, espaços culturais e universidades da maior metrópole do país que o trabalho escravo continua bem mais presente do que se imagina.

Ao todo, 10 mil cartões postais, com uma mensagem provocativa sobre a escravidão contemporânea, estão sendo distribuídos em 50 estabelecimentos espalhados pela capital paulista. Aqueles que pegarem o cartão, sujarão literalmente as mãos com carvão vegetal, uma das principais atividades econômicas envolvidas na exploração do crime no Brasil.

"Os jovens são o futuro da sociedade. Acreditamos que, para o futuro ser bom, a ética e o pensamento crítico devem estar sempre em pauta no dia-a-dia dessas pessoas", afirma Pedro Sene, sócio-diretor da Sagarana Comunicação, agência de publicidade com foco diferenciado (de interesse das pessoas) que promove a campanha "Escravidão Não". O cartão direciona os leitores a um site com informações complementares: www.escravidaonao.com.br

O site especial disponibiliza um canal para que os visitantes assinem o abaixo-assinado para a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 438/2001, conhecida como PEC do Trabalho Escravo, que prevê a expropriação de terras dos empregadores que explorarem mão-de-obra escrava.

"Jovens são mais engajados quando se trata de um assunto como este, pois participam ativamente de movimentos sociais. Este fator é essencial para o sucesso da campanha, já que buscamos 1 milhão de assinaturas para o abaixo-assinado", completa Pedro Sene.

Lucas Pacifico, também sócio-diretor da Sagarana, conta que a idéia de abordar a escravidão surgiu de um contexto mais amplo "carregado de acontecimentos relacionados aos direitos humanos e às questões ambientais do planeta".

"O forte discurso de uma vida mais sustentável, o aquecimento global e a entrada de um presidente negro na presidência dos Estados Unidos deram margem para que muitos tabus e assuntos pouco discutidos entrassem em pauta, como o passado escravocrata na América, o preconceito moderno em relação aos negros nos dias atuais e claro, os direitos humanos violados discaradamente", emenda Lucas Pacífico. 

De acordo com ele, os "números absurdos de lucro e exploração" contidos na obra "Tráfico Sexual - Por Dentro do Negócio da Escravidão Moderna", no qual o autor Siddharth Kara trata da máquina econômica por trás da escravidão, também contribuíram para a escolha do tema.

Conforme os resultados, mais cartões da "Escravidão Não" poderão ser distribuídos em locais públicos. Pedro Sene inclusive planeja: "Continuaremos atualizando o site e queremos abordar anualmente, em cima da mesma campanha, um diferente segmento ligado ao trabalho escravo no Brasil".

Clique aqui para entrar no site da Campanha "Escravidão Não"

Fonte: Repórter Brasil, em 11/5

 


13/5/2009 - 14h

SINASEMPU ajuíza ação objetivando a incorporação dos 13,23%

O SINASEMPU ajuizou Ação Ordinária contra a UNIÃO objetivando a incorporação aos vencimentos dos 13,23%, resultante da diferença de reajuste salarial de que tratam as leis números 10.697 e 10.698 de 02/07/2003, concedido aos servidores públicos em geral.

O referido processo foi distribuído para a 5ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, sob o n° 2009.34.00.006183-0 .
 
Consulte a situação atual do processo através do link:

http://processual-df.trf1.gov.br


 

12/5/2009 - 15h16

Sindicato do ABC faz 50 anos com bandeiras trabalhistas e políticas

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC completa 50 anos nesta terça-feira com uma trajetória de luta pelos trabalhadores, mas também de palanque para as ambiciosas carreiras políticas que se iniciariam ali. Para o futuro, a entidade diz querer ampliar os direitos trabalhistas, mas também faz planos para a programação de TV que terá no canal concedido pelo governo.

O mais famoso representante da entidade é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que começou como dirigente, passou pela presidência do sindicato e depois alçou voo político --ajudou a fundar o PT, em 1980, para em 2002 chegar ao mais alto cargo eletivo do país, sendo reeleito em 2006.

Em seu formato atual, o sindicato surgiu em 12 de maio de 1959, junto com a indústria automotiva, muito forte no ABC. Antes disso, os metalúrgicos já tinham alguma representação, desde 1933, quando o primeiro sindicato da categoria fora fundado na região.

Ao longo dessas cinco décadas, o sindicato levantou bandeiras e faixas, engrossou o coro contra a ditadura militar, defendeu direitos trabalhistas, redução de jornada, combateu demissões e ajudou a formar grupos que atuam dentro das fábricas.

A entidade representa atualmente 98.300 trabalhadores (de São Bernardo do Campo, Diadema, Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires), mas o número já teria chegado a 150 mil no início dos anos 1980, apesar de não haver documento com comprovação. Antes do agravamento da crise, em setembro, eram cerca de 105 mil.

O atual presidente, Sérgio Nobre, afirma que o sindicato sempre esteve em defesa da democracia e que ainda tem desafios a enfrentar. "Avançamos muito na democracia política, mas ainda falta ampliar os direitos trabalhistas, como as organizações nos locais de trabalho", afirmou. Nobre afirma que defende o fim da limitação geográfica para atuação do sindicato.

O dirigente também diz acreditar que o sindicalismo e a política sempre andarão juntos. "Não dá para fazer sindicalismo sem política. A jornada de trabalho, por exemplo, conseguimos reduzir em algumas fábricas para 40 horas semanais, mas não em todas. Por isso precisamos de mudança na lei."

Nobre defende que os trabalhadores tenham cada vez mais representantes no Legislativo e no executivo, em todas as esferas, "assim como o empresariado".

Canal de TV

A ampliação do sindicato também envolveu outros caminhos além da defesa dos diretos trabalhistas e da manutenção do emprego. A entidade mantêm hoje a Fundação Comunicação, Cultura e Trabalho, que por sua vez recebeu concessão de um canal de TV educativo em Mogi das Cruzes, em 2007. Ainda não há programação.

O sindicato possui ainda gráfica, jornal, uma produtora de vídeos e documentários e uma cooperativa de crédito, além de outros serviços e convênios.

Lula

No evento de 1º de Maio de 2003 (primeiro ano de mandato), o presidente Lula discursou em São Bernardo, e lembrou alguns eventos da época de sindicalista. "No 1º de Maio de 80 eu não pude vir aqui, à missa, porque estava preso. Mas vocês fizeram a primeira missa, dentro desta igreja [Matriz]", afirmou.

O presidente também reconheceu que sua atuação à frente do sindicato (de 1975 a 1981) foi o impulso para ingressar na vida política.

"É importante lembrar que, em 1978, eu dizia para quem quisesse ouvir, que eu não gostava de política e tinha ódio de quem gostava de política. Isso, em 1978. Em 80 eu já estava fundando o PT, em 82 fui candidato a governador, em 89 a presidente, em 94 a presidente, em 98 a presidente. E graças à teimosia de vocês eu fui eleito presidente da República e cá estou", lembrou Lula em 2003.

Fonte: Folha Online

12/5/2009 - 15h

Justiça determina restabelecimento de GAS a filiado do SINASEMPU  

O Juiz Federal da 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Sergipe, Ronivon Aragão, determinou a devolução ao servidor e filiado do SINASEMPU, Francisco das Chagas Fortes, dos valores referentes à Gratificação de Atividade de Segurança (GAS).

 

Fortes, Técnico de Apoio Especializado – Transporte do Ministério Público Federal de Sergipe, foi afastado temporariamente da atividade de condução de veículos por estar passando por problemas de saúde.

 

Embora tenha permanecido no exercício de suas atividades, consistentes em diversas outras atribuições, as quais se adequariam àquelas exercidas pelos que recebem a GAS, foi surpreendido com a suspensão do pagamento da gratificação, bem como com a ordem de restituição dos valores a ela correspondentes, desde o afastamento da condução de veículos automotores.

 

Ao ser analisada pela Justiça, a atitude da Administração demonstrou-se improcedente, uma vez que, segundo o magistrado, a GAS não se trata de um benefício “a ser outorgado de forma aleatória ou arbitrária”, mas, sim, “trata-se de regramento, é bom que se frise, que não demanda, para que se tenha por observado, o exaurimento das hipóteses nele consignadas, pois contenta-se tão-somente com a presença de uma única das situações ali listadas, no âmbito das atividades desenvolvidas pelo agente público, quando da realização do seu labor.”

 

Na decisão, Aragão ainda determinou a devolução dos valores cujo pagamento tenha sido sustado, bem como a impossibilidade de ser o servidor obrigado a ressarcir a Administração as parcelas recebidas anteriormente ao ajuizamento da ação.

 

Esta é mais uma vitória do SINASEMPU em defesa de seus filiados!

 


12/5/2009 - 14h46

SINASEMPU celebra novos convênios 

 

O SINASEMPU celebrou dois importantes convênios para os seus filiados de todo o Brasil.

 

Por meio do acordo fechado com a empresa HONDA Automóveis do Brasil Ltda., os filiados do Sindicato poderão adquirir veículo automotivo a preço praticado na tabela para frotista.

 

Para usufruir o convênio, o servidor deverá dirigir-se a uma concessionária HONDA, comprovar sua filiação ao SINASEMPU e apresentar os documentos necessários. Após aprovação cadastral, os veículos serão faturados diretamente em nome dos filiados compradores, cabendo a entrega dos veículos à concessionária designada pelo servidor.

 

DF Turismo

 

Outro convênio importante foi o celebrado com a DF Turismo. O acordo oferece aos funcionários e filiados do Sindicato desconto promocional de 5% (cinco) por cento do valor da tarifa de pacotes e reservas de hotéis, durante a vigência do contrato.

 

A DF Turismo & Representações é uma agência de viagens que atua no segmento de emissão de passagens, hospedagens, receptivos, venda de pacotes nacionais e internacionais, cruzeiros e captação e organização de eventos em todo Brasil.

 

Para efetivação da venda, é necessário que o servidor apresente declaração comprobatória de que está filiado ao SINASEMPU, no ato da compra, na sede da DF Turismo & Representações, em Brasília. Os servidores dos demais Estados que desejarem usufruir o convênio, poderão encaminhar essa declaração por e-mail (luane@dfturismo.tur.br) ou via fax (61) 3031-9523.

 



11/5/2009
- 17h01


SINASEMPU consegue emplacar Emenda ao PLC 18/2007

Nos últimos dias, a Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU esteve empenhada à frente de importante trabalho de mobilização política junto aos
Senadores no Congresso Nacional, com vistas a minimizar o prejuízo dos servidores do Ministério Público, com a vedação do exercício da advocacia, que lhe poderá ser imposta com a aprovação do PLC 18/2007.

O referido projeto, de interesse da CONAMP e da OAB Nacional, com total apoio dos procuradores- gerais dos MPs Estaduais e do MPU, visa modificar o art. 28, inciso IV, do Estatuto da Advocacia, para vedar o exercício de tal profissão a qualquer servidor do Ministério Público, independente das atribuições do cargo e da área em que atue.

Na peregrinação pelos gabinetes dos senadores a diretoria do SINASEMPU, encontrou, na maioria dos gabinetes visitados, um ambiente absolutamente desfavorável à modificação do referido PLC, pois os assessores de vários Senadores já estavam convictos e por orientação de seus "chefes", de serem absolutamente contrários à causa dos servidores, deixando claro que a questão envolvendo a vedação do exercício da advocacia aos trabalhadores dos MPs foi muito bem articulada nos bastidores pelas entidades interessados no projeto (OAB e CONAMP).


O que causou espécie ao Diretor Raimundo Leite e a Presidente em exercício Márcia Broxado, que estavam à frente da peregrinação, foi o discurso
"moralista" em defesa do projeto, que estava na ponta da língua dos ditos assessores, inclusive com assertivas do tipo: "não se pode permitir que
servidores continuem fazendo uso de toda a estrutura do Órgão e utilizando material público em proveito particular, ou seja, não se pode permitir que os servidores do MP continuem fazendo de sua sala de trabalho o seu escritório particular".

Diante desses pífios e pontuais argumentos para "justificar" a existência do PLC 18/2007, a Diretoria do SINASEMPU esclareceu aos ditos assessores que casos isolados, como os citados por eles, jamais poderiam justificar um projeto de grande e negativa repercussão funcional que, em sendo aprovado, cercearia o direito do exercício de tão importante profissão à grande maioria dos servidores que jamais cometeu qualquer infração administrativa no sentido informado por eles.

Ademais, para combater os servidores infratores no exercício da advocacia da forma dita pelos assessores existem a Lei 8112/1990, o próprio Estatuto da Advocacia e até mesmo o Código Penal.


Sem outros argumentos, os assessores enveredaram por um jargão já tão conhecido pelos servidores do MPU: o equivocado entendimento de que, "se os servidores do Judiciário são impedidos, não há razão para que os servidores do Ministério Público não o sejam". A partir de argumentos tão bizarros, os Diretores do SINASEMPU perceberam que a questão era meramente política na tentativa de igualar os desiguais, o que iria trazer sensível prejuízo à categoria de servidores do MP.

Ademais, caso fossem verdadeiras tais justificativas para o PLC 18/2007, apresentadas pelos sobreditos assessores, tratamento semelhante deveria ser dado aos servidores do TCU e TCEs e, quiçá, a todos os servidores públicos onde existam Assessorias e/ou Procuradoria Jurídica própria, inclusive nas Autarquias. Óbvio que isso seria uma aberração inconstitucional, como a que estão a querer impingir aos servidores dos MPs.

Ora, o MP como órgão parecerista (custus legis) não decide ou julga interesses de terceiros. As atribuições de ajuizar, para o cumprimento da
lei, Ação Civil Pública, Ação de Improbidade, etc., é exclusiva dos Membros do Parquet (Promotores e/ou Procuradores), não podendo esta função, tais como aquelas, serem objeto de delegação aos servidores; logo, não há que se falar em tráfico de influências e/ou de informações processuais por parte dos servidores que sequer pegam em processos no MP.

Mesmo com todas as dificuldades enfrentadas e com a informação de que, provavelmente, nenhum Senador se sujeitaria a propor emenda ao aludido Projeto para não se indispor com o seu Relator na CCJC, o Senador Demóstenes Torres, o SINASEMPU não desistiu e, com muita seriedade e determinação, a Diretoria Executiva Nacional do Sindicato buscou, incessantemente, algum Senador que entendesse a causa defendida pela Entidade. Com o auxílio importantíssimo da Seção Sindical do SINASEMPU no Amapá, teve a felicidade de encontrar um
parlamentar com disposição de fazer justiça: o Excelentíssimo Senador Gilvan Borges (PMDB/AP), que a pedido do SINASEMPU, apresentou a Emenda pretendida.

A Emenda apresentada pelo ilustre Senador Gilvan Borges busca excetuar da vedação ao exercício da advocacia, constante do PLC 18/2007, os servidores do Ministério Público que não desenvolvem atividade jurídica ou de assessoria em seu Órgão, ressalvando também as situações anteriormente constituídas, a exemplo do que ocorreu com os Membros do MP que advogavam antes da CF/1988.

Resta agora a toda categoria envidar esforços, buscando articular-se com todos os senadores de seus Estados, para mostrar a eles o prejuízo que esse projeto impinge aos servidores do MP, eis que, na prática, o mesmo obsta àqueles que não executam atividade jurídica ou de assessoria em seu órgão a possibilidade de adquirir a prática jurídica necessária para, através de concurso público, ter acesso aos cargos da magistratura e do próprio Ministério Público.

O empenho de todos é muito importante, nesse momento, no sentido de buscar dos Representantes no Senado Federal o apoio para aprovação da Emenda proposta, esclarecendo sobre a realidade que envolve o Ministério Público. A vitória está nas mãos de cada um de nós e só será possível com nossa união.

 




08/5/2009 - 20h02

SINASEMPU cumpre seu papel como legítimo representante dos servidores e acolhe anseios da categoria

Em março deste ano, representantes dos servidores do Ministério Público da União de todo o País, durante o Seminário Nacional organizado pelo SINASEMPU, em Brasília, ratificaram a única e real proposta de revisão do atual Plano de Carreira (Lei 11.415/2006) da categoria.

Após o evento, a Diretoria Nacional do Sindicato, em conformidade com a decisão dos servidores, encaminhou a um especialista a minuta ratificada no Seminário, completando assim mais uma etapa do processo de construção da legítima proposta dos servidores do MPU.

Ressalta-se que o SINASEMPU é a única entidade que realmente buscou na base, desde o início, os anseios da categoria, discutindo exaustivamente as propostas encaminhadas por todos os servidores.

Leia, abaixo, o Comunicado da Diretoria Nacional sobre o assunto:

PLANO DE CARREIRA

Comunicamos aos servidores do MPU que o SINASEMPU, após as conclusões dos trabalhos referentes às propostas apresentadas pela categoria para a elaboração do Plano de Carreira, encaminhou o resultado a um especialista em elaboração de planos de carreira.

Referido especialista apresentará a redação final de revisão do Plano de Carreira de acordo com a deliberação da categoria, para que o SINASEMPU encaminhe ao PGR.

Ressaltamos o fato de ser o SINASEMPU a única entidade que realmente buscou na base os anseios da categoria, discutindo exaustivamente as propostas encaminhadas por todos os servidores, cujo resultado foi uma proposta democrática e legítima de revisão da Lei 11.415/06.

O sentimento de pertença impresso nessa minuta, inquestionavelmente, é o diferencial nunca antes verificado na estrada de nossa luta por dignidade no serviço público, demonstrando, assim, ser esse o único caminho hábil a construir uma carreira que traduza a tão almejada qualidade de vida no MPU. Resta-nos redobrar os esforços e mobilização para os passos que se seguirão, consolidando cada vez mais um SINASEMPU que somos todos nós.

DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL




08/5/2009 - 18h40
 

Artigo sobre sistema Grifo é encaminhado a procuradores-chefes de todo o País

 

A Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU encaminhou hoje, dia 8, aos procuradores-chefes de todas as Unidades dos quatro Ramos do Ministério Público da União, cópia do artigo “O Grifo e a Quinta Disciplina”.

 

O texto traz uma análise profunda sobre o modelo gerencial atualmente adotado no MPU, bem como a sua repercussão na vida funcional dos servidores – peças importantes para o cumprimento da missão da Instituição.

 

“Um esforço mínimo, a partir de uma sensibilidade gerencial holística, se faz necessário para perceber que o modelo de gestão do MPU está equivocado, da urgente necessidade de revisão e construção de algo legítimo, emulador, de uma ‘organização que aprende’. Há nesse Brasil de muitos brasis, muitos servidores-administradores preparados, dispostos, apaixonados pela profissão, na Paraíba, Espírito Santo, Santa Catarina, Rondônia, enfim em muitas unidades do MPU, colegas que se frustram diuturnamente por não poderem disponibilizar seu conhecimento e vontade para construção desse grande projeto, que precisam abstrair determinadas práticas “administrativas” em seu cotidiano para não irem parar no divã de um analista. Não é possível que a realidade de insatisfação hoje recorrente de norte a sul do país não gere incômodo em quem detém o poder decisório central”, declara a Diretoria no artigo.

 

“O objetivo dessa expedição aos procuradores-chefes é fomentar, junto aos gestores do MPU, a discussão sobre qual o Ministério Público da União que queremos. Não se pode ignorar a relevância dessa reflexão, principalmente quando se está em jogo a construção de um futuro vitorioso para a nossa Instituição”, declarou a presidente em exercício do SINASEMPU, Márcia Broxado dos Santos.

 

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

 





06/5/2009 - 14h10
 

SINASEMPU participa da Marcha contra o Calote

 

Advogados, magistrados, promotores e servidores públicos de diversas categorias, além de representantes de organizações da Sociedade Civil, ganharam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na manhã desta quarta-feira, dia 6, local em que se manifestaram contra a aprovação na Câmara dos Deputados da PEC dos Precatórios (PEC nº 12).

 

A presidente do SINASEMPU, Márcia Broxado dos Santos, e o vice-diretor financeiro do Sindicato, Raimundo Rodrigues Leite, participaram de toda a marcha.

 

“A PEC 12, se aprovada, não apenas dará carta branca ao calote, como representará grave retrocesso. Não é de hoje que esse tipo de ação é cometida em arrepio à Constituição. Mesmo assim, deputados descomprometidos com a segurança jurídica de nosso País insistem em levar à frente um Projeto que “legaliza” o calote e prejudica, sobremaneira, os trabalhadores, entre eles, os servidores públicos. Isso é inaceitável!”, declarou Márcia Broxado.

 

Ao final da Marcha, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, entregou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), um manifesto assinado por 166 entidades civis contrárias à aprovação da PEC naquela Casa legislativa. “Se a voz, da sociedade for ouvida, tenho certeza que essa proposta será rejeitada na Câmara”, afirmou Britto.

 

(Com informações da OAB)

 

 


A PEC 12 admite dever e não pagar

 

*Nelson Lacerda

 

Recentemente, o Senado Federal aprovou o seu maior escândalo: a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios denominada PEC 12.

 

Segundo o referido texto, os Estados estariam blindados por lei para jamais pagar os credores, exceto os de pequeno valor (até R$ 16 mil), como já vêm fazendo há 10 anos. Talvez sobre capital para pagar até R$ 48 mil para credores com mais de 60 anos, desconsiderando a ordem cronológica, pois essa foi destruída pelo texto da PEC 12. O motivo de tanta repercussão é que é mais do que claro que a grande massa da dívida jamais será sanada com esta proposta, pois esta não cobre nem seus juros.

 

A PEC 12 legaliza o calote na medida em que prorroga ainda mais o pagamento das dívidas vencidas há mais de 10 anos. O porcentual estipulado de 0,6% a 2% da receita dos Estados é um valor irrisório, igual ou menor aos centavos que já vinham sendo pagos. Pior ainda, desse valor ínfimo, 40% serão destinados para o pagamento das Requisições de Pequeno Valor (RPV), até R$ 16 mil, e o resto vai para os precatórios menores de qualquer ano, extinguindo o critério de pagamento por ordem de chegada. Estima-se que esses valores não pagarão nenhum precatório, somente as RPVs, como já vinha acontecendo até agora.

 

Os outros 60% do valor, pasmem, vão para leilão de “quem quer receber menos”, sem obedecer a ordem cronológica. Os valores não pagam nem os juros da dívida, que também estão sendo mudados para a taxa referencial (TR) mais a poupança. Isto significa que todos os precatórios perdem parte do seu valor atual, tanto aqueles vencidos como os que estão para vencer.

 

Não se pode negar, a PEC 12 é a legalização do calote! Com ela, decretam-se o fim do Estado Democrático de Direito e a desqualificação do Poder Judiciário em sua soberania e independência, já que se pretende destruir totalmente as suas sentenças.

 

Com razão, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), os juízes, as associações e os sindicatos já protestam contra o “atentado ao Estado Democrático de Direito e calote eterno”. E a mobilização nacional está sendo marcada para o dia 6 de maio, em frente à Câmara dos Deputados, em Brasília, pois o que todos realmente esperam é que essa PEC não seja aprovada.

 

Uma coisa é certa: essa PEC vai legalizar um novo calote. Como sempre, o Brasil será palco de uma grande injustiça. Porém, dessa vez, viveremos com o governo admitindo o “devo e não pago jamais”!

 

*Representante da Associação Nacional dos Servidores Públicos (ANSP) nas regiões sul, sudeste e nordeste

 

Publicado no Jornal da Tarde, em 28/4/09.


 







05/5/2009 - 20h17

Quem será o novo procurador-geral da República?

 

O SINASEMPU quer saber a sua opinião sobre o processo de escolha, bem como o nome de sua preferência para ocupar o cargo de procurador-geral da República. Para tanto, criou uma enquete – disponível no site da Entidade –, por meio da qual poderá manifestar-se a respeito desses assuntos.

 

São duas perguntas simples, porém bastante significativas. Na primeira, queremos saber a sua opinião sobre a participação dos servidores do MPU na eleição do novo PGR (Os servidores do MPU deveriam participar do processo de escolha do PGR? Sim ou Não?). Já na segunda, é a vez de sinalizar o nome do membro que gostaria de ver à frente do Ministério Público da União.

 

Contamos com a sua participação!

 

 






04/5/2009
- 16h17

SINASEMPU aciona justiça para garantir participação de servidores no concurso de remoção


O SINASEMPU impetrou Mandado de Segurança Coletivo (MS/27990), hoje, distribuído para o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Antonio Cezar Peluso, visando garantir a participação no Concurso de Remoção dos servidores do MPU que tenham sido removidos após a Lei 11.415/2006 e que contam com mais de dois anos na atual unidade administrativa ou ramo em que estão lotados.

Segundo os critérios estipulados pelo Edital PGR nº 05/2009, que rege o concurso remoção aberto no último dia primeiro, esses servidores estão impedidos de participar do concurso de remoção, porque contrariam a restrição imposta pela cláusula 2.1b do Edital, qual seja, não ter sido removido em Concurso de Remoção realizado após a vigência da Lei nº 11.415, de 15/12/2006.

Tal impedimento está em desacordo com a Lei n.º 11.415/2006, que em seu art. 28, § 2º impede apenas a participação de servidores removidos a menos de dois anos.

"Os servidores removidos após o advento da lei 11.415/2006 e 03.05.2007 estão sendo ilegalmente excluídos do certame, motivo pelo qual o ato ora impugnado está a merecer censura já que está a impedir a participação de servidores no certame que já contam com mais de dois anos de removido", declara o SINASEMPU no Mandado.

O prazo para se inscrever no concurso, de 1º a 4 de maio, do qual apenas um dia é considerado útil,  foi outro aspecto questionado pela Entidade no Mandado. A Entidade requereu que seja determinada a abertura de novo prazo de inscrição para que os servidores prejudicados possam se inscrever no concurso de remoção.

O Mandado de Segurança é coletivo. Portanto, não é necessário que os filiados encaminhem documentos ao Sindicato para se dar prosseguimento à ação.

Acompanhe essa e outras informações pela página eletrônica do SINASEMPU.