|
27/2/2009
- 12h26
Desemprego cresce em
seis regiões metropolitanas, mostra Dieese
Os principais aumentos da taxa de desemprego foram verificados
em São Paulo (de 11,8% para 12,5%), o que indica elevação de 5,9%,
e em Belo Horizonte ( de de 8,4% para 8,8%), alta de 4,8%.
A taxa de desemprego aumentou em
janeiro deste ano, de 12,7% para 13,1% da população economicamente
ativa (estimada em 19,9 milhões ante 20,1 milhões em dezembro
último), segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED),
realizada pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados
(Fundação Seade) e Departamento Intersindical de Estatística e
Estudos Socioeconômicos (Dieese). No período, foi constatado um
total de 2,620 milhões de desempregados, número 75 mil maior do
que em dezembro.
Apesar dessa elevação sobre
dezembro, na comparação com os demais meses de janeiro, a taxa é a
menor já registrada desde 1998, quando a pesquisa começou a ser
feita. O nível de ocupação caiu 1,3% com o corte de 221 mil vagas
e a saída de 145 mil pessoas do mercado de trabalho. Os principais
aumentos da taxa de desemprego foram verificados em São Paulo (de
11,8% para 12,5%), o que indica elevação de 5,9%, e em Belo
Horizonte ( de de 8,4% para 8,8%), alta de 4,8%.
Na região metropolitana mineira, no entanto, comparativamente ao
mesmo período do ano passado, houve uma queda de 20%. Em janeiro
de 2008, a taxa de desemprego nessa região havia atingido 11%.
Salvador foi a única capital com variação negativa, passando de
19,8% para 19,4%, um recuo de 2%. A segunda menor variação, embora
em movimento de alta em 1,9%, foi registrada no Distrito Federal,
com a taxa avançando de 15,4% para 15,7%.
Nas demais regiões
metropolitanas foram constatadas as seguintes variações: Porto
alegre de 9,8% para 10% (alta de 2%) e Recife, de 17,9% para 18,3%
(aumento de 2,2%).
O setor de serviços foi o que eliminou mais postos de trabalho com
o corte de 90 mil vagas, seguido pela indústria com 79 mil;
construção civil com 31 mil e outros setores com 16 mil. Já no
comércio, ocorreram 5 mil demissões em variação considerada
estável (-0,2%).
Quanto ao rendimento médio dos ocupados relativa a dezembro, a
pesquisa apurou um aumento de 1,1% com valor de R$ 1.182,00. Já os
assalariados tiveram um acréscimo um pouco inferior ao dos
ocupados em geral com valor de R$ 1.246,00, 0,6% acima da média
verificad, em novembro.
Fonte: Agência Brasil de Fato,
em 26/2
27/2/2009
- 12h24
Congresso
forma comissão para análise prévia da reforma política
Grupo vai sistematizar as propostas, com a finalidade de
organizar a discussão do tema e facilitar a análise pelas
comissões de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e do Senado,
antes da votação em plenário
Uma comissão formada por
deputados e senadores será criada na próxima semana pelos
presidentes do Senado, José Sarney (PMDB/AP), e da Câmara, Michel
Temer (PMDB/SP), para analisar as proposições sobre reforma
política que tramitam nas duas Casas.
O objetivo é que o grupo faça, em até 40 dias, uma sistematização
das propostas, com a finalidade de organizar a discussão do tema e
facilitar a análise pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ)
da Câmara e do Senado - processo que antecede a votação nos
respectivos plenários.
A ideia é que as comissões recebam textos consolidados das
propostas. "Isso facilitará a tramitação, já que as duas Casas se
entenderão previamente sobre vários pontos da reforma", afirmou
Temer. A decisão foi anunciada, nesta quinta-feira (26), pelos
dois, após reunião no gabinete do presidente da Câmara.
"A questão da reforma política está
amadurecida. É uma imposição da consciência nacional de que tem de
ser feita. E a maneira de fazer é tomando decisões que, até agora,
não tinham sido tomadas com essa conjugação de esforços, com esse
entendimento perfeito entre os presidentes da Câmara e do Senado",
disse Sarney.
Para o senador, o Congresso avançou
em questões econômicas e sociais, mas não foi capaz de aprovar as
mudanças no sistema partidário e eleitoral. Avalia-se que há
centenas de proposições nas duas Casas tratando de assuntos
relacionados a mudanças do sistema partidário e eleitoral no
Congresso.
No início do mês, o Governo
encaminhou ao Congresso sete proposições tratando da reforma
política. A proposta "fatiada" que o Governo enviou inclui pontos
como voto em lista fechada para as eleições proporcionais,
financiamento público de campanha, fidelidade partidária, cláusula
de barreira para partidos políticos e inelegibilidade de
candidatos com processo na Justiça.
Apesar da iniciativa do Executivo e
de haver uma unanimidade sobre a necessidade da reforma, as
chances de avanço são pequenas, diante das divergências entre os
partidos sobre o mérito das propostas. Eleitos há menos de um mês,
Sarney e Temer decidiram adotar medidas que possibilitem a
realização da reforma em seus atuais mandatos.
Fonte: Agência DIAP
26/2/2009
- 11h48
PLS 36/09: tipifica crimes
antissindicais; prazo de emendas vai até 6ª
Nesta sexta-feira (27) encerra-se o
prazo para a apresentação de emendas ao projeto apresentado pelo
senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE), o PLS 36/09, que altera
o Código Penal para tipificar práticas antissindicais.
O projeto estipula pena de detenção
entre seis meses a dois anos, além de multa e do cumprimento da
pena correspondente à violência, a quem atentar contra a liberdade
sindical.
A matéria terá decisão terminativa
na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Segundo o projeto, atentar contra a
liberdade sindical é impedir alguém, mediante fraude, violência ou
grave ameaça, de exercer os direitos inerentes à condição de
sindicalizado.
Também cometerá esse tipo de
atentado quem exigir, quando da contratação, atestado ou
preenchimento de questionário sobre filiação ou passado sindical.
Da mesma forma, cometerá crime quem
dispensar, suspender, aplicar medidas disciplinares injustas,
alterar local, jornada de trabalho ou tarefas do empregado por sua
participação lícita na atividade sindical, inclusive em greves.
A pena será aumentada entre um sexto
e um terço se o trabalhador que sofrer atentado na sua liberdade
sindical for dirigente de sindicato ou suplente, membro de
comissão ou porta-voz do grupo.
Em junho de 2007 o Conselho de
Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT)
aprovou recomendações feitas pelo Comitê de Liberdade Sindical,
atendendo representação feita pelo Sindicato Nacional dos Docentes
das Instituições de Ensino Superior (Andes).
A entidade brasileira encaminhou o
documento ao comitê após professores grevistas terem sido
demitidos de universidades brasileiras.
O comitê enviou informe ao governo
cobrando a adoção de medidas para a apuração do caso e sugeriu a
reintegração dos demitidos em seus postos de trabalho, caso haja a
constatação de que o fato motivador tenha sido o exercício de
atividades sindicais legítimas.
Valadares explica que seu projeto
procura assegurar que o Brasil cumpra compromisso assumido
internacionalmente de implantar política de combate aos atos
antissindicais.
O Código Penal brasileiro já
tipifica o crime de atentado contra a liberdade de associação para
aquele que constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça,
a participar ou deixar de participar de determinado sindicato ou
associação profissional.
Porém, não existe punição prevista
para os casos de atos antissindicais, lacuna que o senador
pretende corrigir.
"Não se trata de estabelecer tipo
penal para quem impedir o trabalhador de participar ou deixar de
integrar sindicato ou associação profissional, mas de sancionar
todo aquele que impedir o trabalhador de exercer os direitos
inerentes à condição de sindicalizado", explica Antônio Carlos
Valadares.
Fonte: Agência Senado
26/2/2009
- 11h43
Crise: empresas anunciam cortes de 7 mil vagas no mundo
A finlandesa Nokia, maior fabricante de telefone celular do mundo, anunciou hoje programa de demissão voluntária para se adaptar às fracas condições do mercado. A medida engloba 1 mil funcionários e estará disponível para empregados da companhia no mundo todo a partir de 1º de março, devendo se encerrar em 31 de maio. O programa também inclui maior uso de férias não remuneradas e licenças para ano sabático. Os termos dos planos estão sujeitos às leis e práticas locais.
As medidas fazem parte do plano previamente anunciado pela Nokia de ajustar os seus custos à demanda do mercado e se salvaguardar da competitividade.
Outra empresa de telefonia celular, o grupo Vodafone, informou que irá cortar 500 vagas de trabalho no Reino Unido, como parte de seu programa de corte de gastos anunciado em novembro do ano passado.
A empresa já havia anunciado 150 demissões na Irlanda e irá cortar vagas em todos os países em que atua. Por outro lado, a Vodafone disse que pretende abrir 50 novas lojas em 2009 e abrirá uma nova central de atendimento em meados deste ano. O grupo emprega 10 mil pessoas no Reino Unido e 70 mil pessoas ao redor do mundo.
As companhias telefônicas têm tido desempenho melhor que outros setores em meio à crise global, mas ainda enfrentam crescimento baixo ou zero nos mercados desenvolvidos. A Telefónica, no entanto, disse que não planeja cortes de empregos no Reino Unido.
Mineração
A mineradora britânica Lonmin, a terceira maior produtora de platina do mundo, informou hoje ter chegado a um acordo com os sindicatos para demitir até 5,5 mil trabalhadores na África do Sul, numa tentativa de contornar perdas geradas pela queda acentuada no preço do metal.
Os cortes significam mais um duro golpe na maior economia da África, depois de números terem mostrado que o Produto Interno Bruto (PIB) do país encolheu no 4º trimestre do ano passado, pela primeira vez em uma década.
A Lonmin informou que o acordo com os sindicatos permitirá cortar até 4 mil empregados em tempo integral e contratador na sua unidade em Marikana, incluindo 300 posições de gerência.
A companhia informou também que irá colocar a unidade de Limpopo em manutenção o mais rápido possível, o que irá significar a demissão de mais 1.500 funcionários. A Lonmin atualmente emprega cerca de 30 mil trabalhadores. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Agência Estado
20/2/2009
- 20h57
SINASEMPU e ASEMPT reúnem-se com PGT para
discutir convênio imobiliário
A secretária-geral do SINASEMPU,
Cláudia Nassif Jaber, e a diretora seccional da Entidade no
Distrito Federal, Adeline Dias, participaram hoje, dia 20, ao lado
dos representantes da ASEMPT Alexandre Senhori, Paulo Bezerra e
João Vianeis, de reunião com o Procurador-Geral do Trabalho,
Otavio Brito Lopes, na sede da administração do MPT, em Brasília.
O
objetivo da reunião foi discutir pontos relativos ao convênio
imobiliário que possibilita o acesso da categoria a crédito
imobiliário para aquisição de casa própria.
No último dia 2, o SINASEMPU já
havia encaminhado ofício aos Procuradores-Gerais dos quatro Ramos
do Ministério Público da União, bem como à Presidência da Caixa
Econômica Federal, solicitando a extensão do convênio para todos
os servidores da Instituição. Na reunião desta sexta-feira, as
diretoras do SINASEMPU voltaram a reiterar a solicitação ao PGT e
receberam, em resposta, a informação de que o convênio com a Caixa
Econômica já está em fase de finalização.
Também foi informado, na ocasião, que a administração do MPT se
reunirá com representantes do Banco do Brasil para tratar de
celebração de convênio imobiliário semelhante para os servidores
do MPT. Tal fato vem ao encontro do pleito encaminhado pelo
SINASEMPU e pela ASEMPT e proporcionará vantagens importantes para
todos os servidores.
MPM
Ainda nesta tarde a diretora seccional do
SINASEMPU no DF, Adeline Dias, esteve reunida com a administração
do Ministério Público Militar para tratar sobre o convênio. Na
oportunidade, Dias informou da disponibilidade da administração do
MPT em firmar parceria com o MPM visando celebrar convênio
imobiliário que contemple os servidores dos dois Ramos.
A administração do MPM reagiu positivamente à
possibilidade e comprometeu-se a buscar mais informações junto ao
MPT sobre a parceria.
Na próxima quinta-feira, dia 26, o MPT e o
MPM irão se reunir com representantes do Banco do Brasil para
tratar sobre o convênio.
20/2/2009
- 14h12
Jornada: impasse na
comissão; presidente é contra, relator é a favor
Presidente da comissão especial que vai analisar a proposta de
emenda à Constituição (PEC) 231/95 diz que momento é "inoportuno"
para diminuir a carga horária. Relator defende redução. Para ele,
o momento é mais que oportuno
A redução da jornada de
trabalho, de 44 para 40 horas semanais, divide o comando da
comissão especial que analisa a proposta de emenda à Constituição
(PEC) 231/95, que trata do assunto. O colegiado, que sequer
iniciou seus trabalhos, só vai definir em março seus
vice-presidentes e o cronograma de audiências públicas.
Tramitando na Câmara desde 1995, a proposta enfrenta obstáculo em
seu primeiro teste de fogo: a votação no órgão que discutirá o
mérito da mudança. O presidente da comissão especial, Luiz Carlos
Busato (PTB/RS), considera o debate "inoportuno" devido ao
agravamento da crise econômica mundial.
"Tenho medo de tomar uma decisão
definitiva e acabar transformando colibri em urubu", afirma Busato,
empresário do setor imobiliário.
O tema já foi objeto de comissão
geral e na oportunidade, as centrais entregaram ao então
presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT/SP), cerca de um
milhão e 200 mil assinaturas, colhidas num abaixo-assinado
nacional em defesa da redução da jornada de trabalho, sem redução
de salário.
Impasse
Na contramão do pensamento do
deputado gaúcho está o relator da proposta, Vicentinho (PT/SP).
Ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vicentinho
considera o cenário de turbulência dos mercados ideal para o
avanço da proposta. "Quanto maior a crise, mais importante é
discutir esse projeto", afirma Vicentinho.
O relator acredita que a proposta
poderá ser votada ainda este ano pela Câmara. Para ele, se a
redução da jornada com a manutenção dos salários não for aprovada
agora, dificilmente terá chances de prosperar no futuro. "O
Planalto é conduzido por um operário. Se a gente não reduzir a
jornada com esse Governo, não sei com qual seria".
Nos últimos 14 anos, a PEC só
conseguiu passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ),
que se ateve à análise jurídica e formal do texto.
O deputado petista estima que a
redução de quatro horas na atual jornada de trabalho seria
responsável pela geração de 2,2 milhões de empregos em todo País.
Entre as entidades sindicais que fazem lobby pela aprovação da
PEC, estão as centrais sindicais reconhecidas pelo Ministério do
Trabalho - CGTB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central e UGT.
Mais por menos
De acordo com os organizadores da campanha, a redução da jornada
de trabalho no Brasil é urgente porque o trabalhador brasileiro
passa mais horas em suas atividades e recebe menos que os colegas
de outros países.
"Na França, por exemplo, a jornada semanal é de 36,8 horas. Na
Espanha, trabalham-se 35 horas por semana. Na Alemanha, 40,3
horas. Já nos Estados Unidos, a carga horária semanal é de 42
horas.
E isso que o custo da nossa mão-de-obra é 5,8 vezes menor que nos
Estados Unidos, seis vezes menor que na Holanda e três vezes menor
que na Coréia do Sul. Para um país em franca expansão econômica
como o Brasil, isto é inadmissível", afirma o site da campanha.
O mais do mesmo
Os argumentos das centrais
não sensibilizam Busato. O deputado avalia que ainda é muito cedo
para, diante dos efeitos negativos da crise na economia
brasileira, alterar a Constituição e reduzir a jornada de
trabalho. Em sua análise, o efeito poderia ser negativo para os
trabalhadores.
Como alternativa para a PEC, o deputado gaúcho propõe algumas
medidas, como a desoneração de tributos para empresas, crédito
para a atividade produtiva, dilatação do prazo de recolhimento de
impostos, banco de horas e férias coletivas.
Busato compartilha da opinião do
presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), deputado
Armando Monteiro (PTB/PE), seu companheiro de partido. O
parlamentar pernambucano defende a necessidade de reduzir tributos
e encontrar alternativas para evitar demissões. Procurado pela
reportagem, Monteiro não retornou os contatos feitos em seu
gabinete.
O presidente da comissão especial
garante que, apesar de defender o adiamento do debate, conduzirá
com isenção os trabalhos do colegiado durante a análise da
proposta de redução da jornada. "Entendo o lado dos empregados",
afirma.
"Quem pago o custo"
Já o deputado Paulo Pereira
da Silva (PDT/SP), presidente da Força Sindical, destaca que em um
momento de crise, a prioridade é a manutenção dos direitos dos
trabalhadores e de seus empregos. Para ele, a principal função da
comissão especial será "por o Governo na parada". "Temos que
discutir quem paga o custo".
Segundo o pedetista, para reduzir a
jornada de trabalho sem promover demissões, é necessária uma
desoneração tributária. Paulinho descarta a possibilidade de a
proposta ser alterada pelos parlamentares para permitir, com a
redução da jornada, cortes nos salários.
Uma das alternativas apontadas pelo deputado para garantir a
diminuição da carga de trabalho e a manutenção dos salários é a
cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e da
Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).
"São vários impostos [que podem deixar de ser cobrados]", resume.
O debate só está no início, admite o relator da proposta. Segundo
Vicentinho, o processo de negociação da proposta será longo e
exigirá "mil criatividades" da parte dos parlamentares para
garantir um texto que agrade a empresários e trabalhadores.
Resistência no Senado
Vice-presidente da
Confederação Nacional do Comércio (CNC), o senador Adelmir Santana
(DEM/DF) avalia que a redução da jornada de trabalho, num cenário
de crise econômica, pode aumentar a informalidade. "É um jogo
extremamente perigoso", afirma. "É uma matéria que exige muito
cuidado. É necessário ouvir os setores produtivos envolvidos.
Talvez esse não seja o momento para conceder benesses",
complementa o senador.
De acordo com Adelmir, o debate
sobre a redução de quatro horas na jornada dos trabalhadores é
prematuro. "Este não é o momento". Já o senador Inácio Arruda
(PCdoB/CE), um dos autores da PEC, avalia que as incertezas
provocadas na economia tornam o ambiente propício para esse tipo
de discussão.
Para ele, a redução da jornada, com
a manutenção dos salários, produz "um aumento da massa salarial e
uma redistribuição da renda", além de aumentar as vendas do
comércio e estimular a economia nacional e o desenvolvimento.
"A redução de jornada é uma realidade no mundo todo, apoiada
inclusive pela Organização Internacional de Trabalho [OIT]. O
crescimento econômico deve vir acompanhado de medidas que permitam
a geração de emprego mais condizente com as necessidades do povo
brasileiro", afirma o senador cearense. Porém, Inácio Arruda
ressalta que a aprovação da PEC "vai exigir a mobilização dos
trabalhadores".
Em 1995, o então deputado Inácio Arruda apresentou a proposta ao
lado de Paulo Paim (PT/RS). De lá pra cá, os dois viraram
senadores, e a PEC só passou pela Comissão de Constituição e
Justiça (CCJ), onde foi analisada apenas sob os aspectos jurídico
e formal.
A votação na comissão especial, que
analisará o mérito da mudança, é o primeiro teste de fogo da
proposição, que precisará do apoio de 308 deputados, em dois
turnos de votação, antes de ser enviada ao Senado.
Fonte: Agência Diap com Congresso em Foco
19/2/2009
- 11h48
Tributação: mesmo sem CPMF,
carga fiscal vai a 37,6% do PIB
A carga tributária brasileira seguiu
crescendo como proporção do Produto Interno Bruto em 2008, apesar
da extinção da Contribuição Provisória sobre Movimentação
Financeira (CPMF). A conclusão é da Confederação Nacional de
Municípios (CNM), que todos os anos divulga estudo sobre o tema.
Segundo a entidade, somando-se
União, estados e municípios, os governos arrecadaram o equivalente
a 37,58% do PIB, mais de um ponto percentual acima do verificado
em 2007 (36,48%). Por causa da crise financeira, que já repercute
na economia real, não se espera, porém, novo crescimento em 2009,
pelo menos não como proporção do PIB.
Em valores nominais, a carga de
impostos e contribuições pagos por empresas e pessoas saiu da casa
dos bilhões e alcançou a simbólica marca de R$ 1,09 trilhão em
2008. Em 2007, o volume arrecadado foi de R$ 947,55 bilhões.
Na esfera federal, os números da CNM
indicam que a carga tributária passou de 25,2% para 25,73% do PIB
de 2007 para 2008. Nos Estados, a carga subiu de 9,38% para 9,89%
do PIB e no nível municipal, de 1,9% para 1,96% do PIB.
A CNM usa critérios diferentes dos
da Receita Federal para medir a carga tributária. Uma das
principais diferenças é a arrecadação das três esferas de governo
com royalties sobre exploração de petróleo e outros recursos
naturais. Eles entram na conta da CNM, mas ficam de fora da do
governo federal.
Fonte: Valor Econômico
19/2/2009
- 11h48
Projeto prevê
que o anti-sindicalismo poderá ser crime
Foi encaminhado ao protocolo
legislativo, projeto de lei do senador Antônio Carlos Valadares
(PSB/SE), que pune com detenção de seis meses a dois anos, além de
multa e pena correspondente à violência, quem impedir qualquer
cidadão de exercer os direitos inerentes à condição de
sindicalizado, mediante fraude, violência, ou grave ameaça.
O projeto (PLS 36/09) já está na
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde receberá
decisão terminativa. De acordo com a proposição, incorre nas
mesmas penas a pessoa que exigir, quando da contratação do
empregado, atestado ou preenchimento de questionário sobre
filiação ou passado sindical.
Da mesma forma, estará incurso nas
penalidades quem dispensar, suspender, alterar local, jornada de
trabalho ou tarefas do trabalhador por sua participação
considerada lícita na atividade sindical, inclusive na greve. A
pena, conforme explicita o projeto, será aumentada de 1/6 a 1/3 se
a vítima for dirigente sindical ou suplente, membro de comissão ou
simplesmente porta-voz do grupo.
Código Penal
Antônio Carlos Valadares
disse que apresentou o projeto por entender que não existe no
Código Penal um dispositivo claro que tipifique como crime os
chamados atos anti-sindicais, ou seja, que impeça o pleno
exercício dos direitos do sindicalizado, a exemplo do que ocorre
em vários países do mundo, como a Espanha.
O projeto acrescenta o artigo 199 A
ao Código Penal (Decreto-lei 2.848, de 1940) que trata da
liberdade sindical.
Fonte: Agência Senado
18/2/2009
- 15h35
Pré-matrícula de cursos a
distância do Interlegis vai até 15 de março
Iniciado na sexta-feira
passada (13), o prazo para a pré-matrícula dos cursos a distância
da Comunidade Virtual do Poder Legislativo (Programa Interlegis)
vai até o dia 15 de março. Dos 18 cursos que integram a grade
curricular, dois estão sendo oferecidos pela primeira vez: Poder e
Processo Legislativo e Tutoria no Ensino a Distância.
Os demais cursos ofertados pelo
Interlegis são Busca da Qualidade; Licitações e Contratos;
Fundamentos de Ensino a Distância (EAD); Instituições de Controle
Orçamentário; Introdução à Lei de Responsabilidade Fiscal;
Introdução ao Orçamento Público; Lei de Responsabilidade Fiscal
Avançado; LRF - O Planejamento da Receita e da Despesa; Orçamento
Público; Práticas de Orçamento Público; Técnicas de Oratória;
Processo Legislativo Municipal; Noções Básicas de Administração;
Pregão Eletrônico; Direitos e Deveres do Servidor Público; e
Processo Administrativo Disciplinar.
Os cursos, que começam no dia 20 de
março, terão duas turmas de 250 alunos cada e a duração de três
meses. A exceção é o curso Poder e Processo Legislativo, com duas
turmas, porém composta de 100 alunos, cada. A justificativa,
conforme o coordenador do Sistema de Saberes de Capacitação do
Interlegis, Maurício Silva, é que esse curso, ao contrário dos
demais, terá exercícios com questões subjetivas.
- A grande vantagem é que os cursos
são gratuitos e todo o material é gratuito, enquanto o [curso]
presencial exige muito gasto - afirmou o coordenador.
Procura
No dia seguinte à abertura do prazo
para a pré-matrícula, já havia 4.463 inscritos, entre servidores
dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Em 2008, foram
atendidos 18.724 alunos. Desse total, 11 mil só no segundo
semestre.
- Em 2009, pretendemos dar
prioridade aos servidores do Legislativo - informou o coordenador,
prevendo a possibilidade de não poder atender à demanda.
Maurício Silva disse ainda que a
procura pelos cursos é maior nas câmaras municipais, e são
sobretudo os funcionários que buscam a capacitação. Já as
assembleias legislativas estão mais bem aparelhadas e costumam
montar seus próprios cursos, com duas exceções: a de Fortaleza
(CE) e a de Belo Horizonte (MG), querealizam um trabalho conjunto
com o Interlegis.
- Fechamos um pacote com o Ceará [a
Assembleia Legislativa] com o conteúdo dos nossos cursos. Em
Minas, não fechamos pacote, e eles trabalham com especialistas
deles - diferenciou Maurício Silva.
Tutoria
Na avaliação do coordenador, a
qualidade do curso depende, principalmente, do aluno, pois ele tem
à disposição o conteúdo do curso, sugestão de leitura complementar
e a oportunidade de participar de fóruns e "plenários" de
discussão com colegas e acompanhamento pelo tutor. O fórum,
explicou Maurício Silva, é optativo, e o aluno posta o tema de seu
interesse e o debate com os colegas, sem maiores interferências do
tutor, embora este faça o acompanhamento. Já o "plenário" é
obrigatório e os temas em debate são propostos pelo tutor.
Nesse processo, há ainda a
participação do especialista. Cada curso tem o seu tutor, que é
voluntário e pertence ao Interlegis, podendo ser um diretor, chefe
de gabinete ou secretária, entre outros cargos. Já o especialista
é alguém com conhecimento profundo sobre o conteúdo do curso e que
pode, a qualquer momento, ser consultado pelo tutor para responder
a perguntas e tirar dúvidas, participando do fórum. O especialista
também corrigirá as questões subjetivas do curso Poder e Processo
Legislativo.
A nota dada ao aluno nos exercícios
é fornecida automaticamente pelo sistema, que é autocorrigível.
Porém, dois pontos da nota são dados pelo tutor em função da
participação do aluno nos fóruns e "plenários". O sistema permite
ainda que o aluno que não obteve boa nota no exercício faça nova
tentativa. Isso porque o sistema está habilitado a apresentar
novas questões.
- O tutor, ao acompanhar as
discussões, verifica ausências e observa quando a discussão perde
o foco - observou o coordenador do Sistema de Saberes de
Capacitação.
Fonte: Agência Senado
18/2/2009
- 11h28
Centrais sindicais rejeitam
regra do fim do fator previdenciário
As centrais sindicais não gostaram
das propostas que o deputado Pepe Vargas (PT/RS) elaborou para
substituir o projeto que acaba com o fator previdenciário -
fórmula de cálculo que reduz a aposentadoria.
Entre as centrais, porém, as
sugestões também são divergentes. A Força Sindical aceita o
pagamento de 80% do benefício para quem completar o tempo mínimo
de contribuição (35 anos o homem e 30 anos a mulher), mas não
atingir o fator 85/95 (a idade e o tempo de contribuição teriam de
somar 95 para o homem ou 85 para a mulher); a CUT quer a extinção
do redutor para quem se aposentar mais cedo.
A ideia é preparar uma proposta em
conjunto para negociar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva
depois do Carnaval.
Fator 85/95
O deputado propôs, nesta
terça-feira (16), a criação do fator 85/95 para a aposentadoria
com valor integral, mantendo o tempo mínimo de contribuição. Além
disso, incluiu a manutenção do fator para quem pedir o benefício
antes de atingir o fator 85/95.
Mas a Força Sindical quer ainda que
o cálculo do benefício leve em conta a média de 60% das melhores
contribuições desde julho de 1994. O texto de Vargas prevê a média
de 80% das melhores contribuições, como é feito hoje.
A CUT, por sua vez, diz que aceita
negociar alternativas, mas sem penalizar o trabalhador com regras
parecidas com as do fator.
"As centrais consideraram a proposta
insatisfatória, mas ainda há chance de acordo. Vou estudar com
técnicos do Governo os impactos das alterações sugeridas", afirmou
Vargas, que pretende conversar com o ministro da Previdência, José
Pimentel, sobre as alternativas. "Não adianta eu fechar uma
proposta com as centrais que depois será vetada pelo Governo",
completou.
Fonte: Agência DIAP, 17/2
17/2/2009
- 12h59
Economia se recupera,
mas patrões querem flexibilizar leis trabalhistas
Empresários apresentam proposta
contra a crise. O receituário incluiu investimentos públicos,
redução dos gastos correntes, mais recursos para a exploração do
pré-sal e a flexibilização das leis trabalhistas
O que antes era apenas
intuição de uma corrente otimista de economistas e empresários
começa a se transformar em certeza estatística. Levantamentos
preliminares de entidades industriais e centros de pesquisa
indicam que o desempenho da economia brasileira em janeiro será
muito melhor do que se esperava.
Confirma-se, aos poucos, que o País
desfruta de condições especiais para enfrentar a crise. E a equipe
econômica já está trabalhando com os números positivos. Ao sair de
uma audiência com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, na última
quinta-feira (12), o presidente da Confederação Nacional da
Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Neto (PTB/PE),
mostrou-se impressionado com os resultados da indústria
automobilística nos primeiros onze dias de fevereiro, comparados
ao mesmo período de janeiro - quando a produção subiu 92,7%.
Indústria automobilística
Segundo ele, os dados preliminares apontam para a estabilização do
setor. "Nós vínhamos em queda livre até dezembro e o processo
agora, ao que parece, se acomoda e acredito que possa dar margem a
uma certa recuperação", afirmou. Na mesma toada, o economista
Francisco Pessoa, da consultoria LCA, descarta a possibilidade de
a economia entrar em recessão no primeiro trimestre. "Imaginar um
primeiro trimestre de crescimento não é nenhum absurdo".
As boas novas, por sinal, já
chegaram ao Palácio do Planalto. No final da tarde da última
segunda-feira (9), o presidente Lula recebeu 22 empresários,
reunidos pelo ex-ministro do Planejamento João Paulo dos Reis
Velloso, hoje presidente do Instituto Nacional de Altos Estudos.
Estavam presentes nomes de peso, como Jorge Gerdau, Luiz Fernando
Furlan, Sérgio Andrade e Emílio Odebrecht.
Pelo Governo, participaram, além de
Lula, os ministros Guido Mantega, da Fazenda, Miguel Jorge, do
Desenvolvimento, Dilma Rousseff, da Casa Civil, e Sergio Rezende,
da Ciência e Tecnologia. A reunião aconteceu das 18 horas às 21
horas, e os empresários fizeram relatos setoriais, em sua maioria
positivos.
Flexibilização das leis trabalhistas
Reis Velloso leu um documento
que elaborou a partir das consultas que fez aos 50 principais
empresários do País. Apresentou uma estratégia de defesa contra os
efeitos da crise internacional e também uma estratégia de ataque,
na qual apontou os procedimentos que vão permitir ao País sair bem
da crise.
O receituário incluiu investimentos
públicos, redução dos gastos correntes, mais recursos para a
exploração do pré-sal e a flexibilização das leis trabalhistas. O
presidente gostou de parte do que ouviu e informou que vai
incorporar algumas das sugestões do documento. Pediu aos ilustres
convidados, porém, que mantivessem absoluta reserva sobre o teor
da reunião.
Velloso manteve o voto de silêncio.
E somente revelou à ISTOÉ que fizera contato com a Presidência
sobre os estudos do Fórum Nacional, até que foi surpreendido com a
audiência marcada com urgência na tarde da sexta-feira (6). Pôs
todo seu pessoal de plantão no sábado para convocar os
empresários, escolhidos a dedo. Mas a pressa do Planalto tem razão
de ser.
Sintonia fina
Afinal, diante da reviravolta nas expectativas empresariais,
faz-se necessário acompanhar a economia com sintonia fina, e nada
melhor, nesse sentido, do que o testemunho de quem está com a mão
na massa. Não param de surgir dados positivos.
Segundo o Sinalizador da Produção
Industrial (SPI), elaborado pela Fundação Getulio Vargas, a
indústria paulista teve crescimento de 5,7% em janeiro comparado a
dezembro, depois de três meses seguidos de queda. O SPI antecipa
em um mês os dados do IBGE. O resultado deveu-se à reposição de
estoques e ao estímulo do governo ao setor automotivo, de acordo
com o economista Paulo Pichetti, coordenador da pesquisa da FGV.
A retomada da indústria é coerente
com a fornada de informações sobre novos investimentos de grandes
empresas. Os exemplos vêm dos mais variados setores. A OGX, de
Eike Batista, comunicou que vai antecipar para junho a exploração
na Bacia de Santos, no bloco BM-S-29, pois pretende iniciar a
produção no fim de 2011. Com um caixa de R$ 7,5 bilhões, a OGX
destacou US$ 2 bilhões para a exploração e mais US$ 1 bilhão para
a produção.
Investimentos
Em outra frente, confiante no poder de consumo do estrato C, a
Coca-Cola Brasil anunciou na, última quinta-feira (12), que
investirá R$ 1,75 bilhão neste ano, 16,6% a mais do que em 2008.
Em 2008, as vendas subiram 7% e o faturamento chegou a R$ 15
bilhões, alta de 25% sobre 2007.
O presidente da Coca-Cola, Xiemar
Zarazúa, acredita que o mercado brasileiro vai subir para a
segunda posição no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
Terceira maior empresa de telefonia móvel do País, a TIM Brasil
também divulgou a compra da Intelig, um negócio de R$ 1,5 bilhão.
A empresa já está investindo R$ 2,3 bilhões na construção de redes
de fibra óptica.
Também está mudando o humor dos
consumidores. O Índice de Confiança do Consumidor, elaborado pela
Fecomercio/SP, mostrou alta de 6,8% em fevereiro, em relação a
janeiro. Na opinião do economista Altamiro Carvalho, responsável
pela pesquisa, "os reflexos da crise devem estar menores do que se
imaginava no bolso do consumidor".
Uma coisa é certa: seja nos
investimentos, seja no consumo, ganham corpo os sinais de retomada
da economia. E os empresários que resistem aos ventos a favor
podem perder excelente oportunidade.
Quem alerta é o presidente do Banco
Central, Henrique Meirelles, ao criticar o ajuste exagerado de
estoques: "Atitudes excessivamente agressivas, do ponto de vista
de sermos defensivos, podem exacerbar problemas
desnecessariamente". Em palavras mais simples, para vencer a
crise, a melhor defesa é o ataque.
Fonte: Agência DIAP
16/2/2009
- 14h55
Estado do Piauí fortalece o
SINASEMPU
O SINASEMPU conta com mais uma forte aliada
na luta pelos direitos dos servidores do MPU. No último dia 12, os
servidores filiados ao Sindicato no Piauí deliberaram pela criação
da Seção Sindical no Estado, após a realização de Assembléia Geral
Ordinária ocorrida no Auditório da Procuradoria da República no
Estado do Piauí (PR/PI).
A
criação da Seccional piauiense demonstra o fortalecimento do
SINASEMPU a nível nacional. Agora, a entidade conta com 25
Seções Sindicais em todo o País.
Martinho
Rodrigues da Silva Filho, servidor da PR/PI, e o Diretor
Nacional Jorge Fernandes Queiroz Melo, dirigiram a mesa dos
trabalhos da Assembléia que criou tão importante Seção Sindical
do SINASEMPU.
A
proposta de criação da Seccional foi aprovada por unanimidade,
sendo, em seguida, aprovado o seu Regimento Interno,
o qual
poderá será revisado e adequado no prazo de 90 (noventa) dias.
O
mandato da Seccional piauiense coincidirá com
o da atual
Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU, nos termos do
Regulamento Nacional para Formação e Funcionamento das Seções
Sindicais.
Veja,
abaixo, a composição da Diretoria Seccional do SINASEMPU no
Piauí:
Martinho Rodrigues da Silva Filho – Diretor Seccional;
Josué Pessoa Santiago (PRT/PI) – Diretor Financeiro;
Stenio Oliveira Lemos (PRT/PI) – Vice-Diretor Financeiro;
João Luiz de Souza Junior (PR/PI) – Diretor Administrativo;
Ivaldo Ribeiro Sepúlveda (PR/PI) – Diretor Jurídico;
Mário Darcy dos Santos Fontenelle de Araújo (PR/PI) –
Vice-Diretor Jurídico.
16/2/2009
- 10h49
Divulgadas as
novidades da Declaração de IR 2009
O supervisor nacional do
Imposto de Renda da Receita Federal, Joaquim Adir, divulgou em
coletiva nesta quarta (11/2) as regras e as novidades da
Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2009 (ano-base
2008).
São esperadas este ano 25 milhões de
declarações, contra 24,3 milhões em 2008. Adir informou que o
programa de preenchimento da declaração estará disponível na
página da Receita na Internet a partir das 8:00h do dia 2 de
março.
Veja abaixo as principais novidades
e as informações básicas da declaração 2008.
Número do Recibo
Este ano a informação do número do
recibo da declaração do ano anterior será opcional, podendo o
contribuinte informar ou não o dado. Há ainda a alternativa de
transmissão declaração com o uso do certificado digital e-CPF.
Adir informa que o uso do número do
recibo ou do certificado digital dá maior segurança ao
contribuinte, uma vez que impede a transmissão por outras pessoas.
Prazo de entrega
O prazo de entrega da declaração foi
estendido até às 24h do dia 30 de abril; antes esse prazo era até
às 20h.
Declaração Final de Espólio
O programa gerador da Declaração
Final de Espólio foi integrado ao programa da Declaração do IR.
Antes essa declaração tinha um programa separado para gerar as
informações e o prazo para sua apresentação era de 30 dias a
partir do final do processo de inventário. Com a nova regra as
informações referentes ao final do espólio poderão ser
apresentadas no mesmo prazo da Declaração do IR, 30 de abril do
ano seguinte ao transito em julgado da sentença.
A Declaração Final de Espólio é
aquela entregue como ajuste final, referente aos rendimentos
tributáveis recebidos pelo espólio (conjunto de bens deixados por
uma pessoa falecida) no ano em que transitou em julgado o processo
de inventário.
Agendamento do pagamento
Diferente do ano passado, até mesmo
a primeira quota do imposto devido poderá ser paga por meio do
débito em conta agendado. Para isso o contribuinte deverá
transmitir sua declaração até 31 de março. Para os contribuintes
que transmitirem a declaração após esse prazo o agendamento estará
disponível a partir da segunda quota.
OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES
Obrigatoriedade de entrega
Está obrigada à entrega da
declaração do IR 2009 a pessoa que:
1. Recebeu rendimentos tributáveis
na declaração, cuja soma foi superior a R$ 16.473,72;
2. Recebeu rendimentos isentos,
não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma
foi superior a R$ 40.000,00;
3. Participou, em qualquer mês, do
quadro societário de empresa como titular, sócio ou acionista, ou
de cooperativa;
4. Obteve, em qualquer mês, ganho de
capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do
imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de
mercadorias, de futuros e assemelhadas;
5. Obteve receita bruta da atividade
rural em valor superior a R$ 82.368,60 (setenta e oito mil
oitocentos e vinte e um reais e quarenta centavos); ou pretenda
compensar, no ano-calendário de 2008 ou posteriores, prejuízos de
anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2008;
6. Teve a posse ou a propriedade, em
31 de dezembro, de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor
total superior a R$ 80.000,00;
7. Passou, em qualquer mês, à
condição de residente no Brasil e assim permaneceu até 31 de
dezembro.
Fonte: Secretaria da
Receita Federal, 11/2.
13/2/2009
- 17h24
Reforma política:
proposições já estão numeradas na Câmara
As propostas giram em torno de
três eixos principais: adoção de lista partidária fechada e
bloqueada; financiamento de campanhas e modelo de fidelidade dos
partidos com base no que já foi estabelecido pelo TSE e STF
O Governo, por meio dos ministros da
Justiça, Tarso Genro, e das Relações Institucionais, José Múcio
entregaram pessoalmente, na última terça-feira (10), aos
presidentes do Senado, José Sarney (PMDB/AP), e da Câmara, Michel
Temer (PMDB/SP), as proposições que versam sobre a reforma
política elaborada pelo Executivo. Os textos são resultado de
consulta pública com mais de 220 sugestões, segundo o Ministério
da Justiça, sobre os principais temas da reforma - maioria partiu
de pessoas físicas de 18 estados.
As propostas do Governo giram
em torno de três eixos principais: adoção de lista partidária
fechada e bloqueada; financiamento de campanhas e modelo de
fidelidade dos partidos com base no que já foi estabelecido pelo
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pelo Supremo Tribunal Federal
(STF).
O objetivo é combater a
corrupção, o clientelismo e o paternalismo, além de promover a
isonomia nas campanhas eleitorais, reduzindo os custos. Com isso,
espera-se o fortalecimento de partidos que efetivamente
representem a população.
Os documentos entregues a Sarney e
Temer foram divididos em seis projetos de lei sobre: lista
fechada; financiamento de campanha; inelegibilidade; fidelidade
partidária; coligações e captação ilícita de sufrágio (compra de
voto). Do pacote também consta uma proposta de emenda
constitucional (PEC), sobre cláusula de desempenho. Ou seja, o
Governo propõe que a reforma seja 'fatiada'.
A reforma 'fatiada' tem prós e
contras. Os prós se situam no fato de que uma proposta única
estaria inviabilizada liminarmente, como foi o caso do PL
1.210/07, implodido na Câmara. Assim, o Governo, que assumiu para
si o debate e a iniciativa da reforma poderá "criar maiorias" em
cada tema, como defende o ministro da Justiça.
Os contras se situam em três frentes
de problemas. O primeiro deles é se o Governo conseguirá construir
as "maiorias" para iniciar o debate e aprovar algum tema. O
segundo reside no fato de a Câmara aprovar, por exemplo, o
financiamento público, sem a lista ou vice-versa. Um depende do
outro ou um sem o outro não faz sentido. Por fim, as proposições,
ao que parece, tramitarão separadas, o que poderá gerar
complicações para o debate sobre a reforma.
Temas
PL 4.636/09 - Lista fechada -
substitui o modelo de lista aberta pelo de lista fechada nas
eleições proporcionais - contando como válidos apenas os votos
dados aos partidos. A medida impede a indução do eleitor ao erro e
a competição intra-partidária. As campanhas, por outro lado,
passam a ser mais baratas e a fiscalização mais efetiva do
controle de gastos.
PL 4.634/09 - Financiamento público
de campanha - veda ao partido receber, direta ou indiretamente,
sob qualquer forma ou pretexto, contribuição ou auxílio
pecuniário, inclusive por meio de publicidade. Dessa forma, o
financiamento das campanhas será público e exclusivo, com a
distribuição de valores pelo TSE, possibilitando maior
transparência e controle dos gastos eleitorais.
PLP 446/09 - Inelegibilidade - segue
as orientações do TSE e STF, incluindo uma série de fatores para
retirar criminosos do processo político por três anos. Por
exemplo, condenação por abuso do poder econômico ou político, por
crime contra a economia popular, administração pública e tráfico
de entorpecentes.
PL 4.635/09 - Fidelidade partidária - também seguindo orientação
do TSE e STF diz que o mandato parlamentar não é de domínio
pessoal, mas do partido político. Assim, quem deixar ou for
expulso do partido terá a vaga preenchida por suplente desse mesmo
partido, respeitando a vontade do eleitor. O projeto que trata da
fidelidade traz uma novidade. O Governo introduziu uma 'janela'
(IV, § único) que permite ao candidato trocar de partido um mês
antes da convenção partidária.
PL 4.637/09 - Coligações - o
objetivo é evitar a formalização de coligações apenas para
angariar tempo de propaganda eleitoral. Nas eleições majoritárias
caberá à coligação unicamente o tempo de rádio e televisão
destinado ao partido com mais representantes na Câmara dos
Deputados.
PL 4.633/09 - Captação ilícita de
sufrágio - tipifica criminalmente a captação ilícita de voto,
qualificada por ato violência do candidato - ameaçar, constranger
por voto ou apoio político, além prejudicar a campanha do
adversário. A multa aos responsáveis pode chegar a R$ 100 mil,
mais a cassação do registro ou diploma, sem prejuízo das sanções
penais cabíveis.
PEC 322/09 - Cláusula de barreira ou
de desempenho - proposta de emenda à Constituição veda o exercício
de mandato parlamentar (federal, estadual ou distrital) aos
partidos que não obtiverem 1% dos votos válidos em eleição para a
Câmara dos Deputados, distribuídos em, pelo menos, um terço dos
estados, com o mínimo de meio por cento dos votos em cada.
A proposta visa garantir a
identificação imediata dos candidatos com os respectivos programas
partidários e reduzir a assimetria de informações do processo
eleitoral. A proposta será inicialmente examinada pela CCJ. Depois
vai ao exame de comissão especial para análise do mérito.
Fonte: Agência DIAP
13/2/2009
- 17h18
ONU: Brasil é bom exemplo no
combate ao tráfico de pessoas
O Brasil pode ser considerado um bom
exemplo no combate ao tráfico de pessoas. Segundo a representante
do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodoc),
Cíntia Freitas, o fato de o país já ter ratificado a convenção
internacional sobre o tema e ter feito adaptações em sua
legislação pode ser considerado um avanço. “O Brasil está
avançando na direção correta”, disse.
O Relatório Global sobre
Tráfico de Pessoas, divulgado hoje (12), também destaca que vários
estados brasileiros, como Pernambuco, São Paulo, Ceará e Bahia, já
criaram planos locais de combate a esse tipo de crime. O estudo
pesquisou 155 países, buscando identificar quais ações estão sendo
tomadas para minimizar o problema. O secretário nacional de
Justiça, Romeu Tuma Júnior, lembrou que o Brasil também tem uma
política nacional e um plano nacional de enfrentamento do tráfico
de pessoas. “O Brasil teve a transparência de colocar esse assunto
em pauta e discutir com a sociedade. É muito mais fácil dizer que
não tem vítimas de tráfico e não tem nenhum processo. Mas isso é
irreal.”
O tráfico de pessoas é considerado o
terceiro mais grave crime organizado do mundo, depois do tráfico
de drogas e do de armas, movimentando entre US$ 7 bilhões e US$ 9
bilhões por ano. Tuma defende que os governos trabalhem para
cortar o fluxo financeiro das organizações criminosas. Para o
secretário, as redes criminosas têm que ser atacadas em seu fluxo
financeiro para serem asfixiadas. "Quadrilha sem recursos
financeiros não consegue proporcionar a primeira viagem de sua
vítima.” No Brasil, 109 casos de tráfico de pessoas foram
investigados pela Polícia Federal em 2007, e cinco vítimas foram
identificadas.
Também foram investigados 200 casos
de trabalho escravo e encontradas 5.975 pessoas em condições de
trabalho escravo. Em 2006, 11 processos foram abertos para
investigar denúncias relacionadas ao tráfico de pessoas. Tuma
admite que ainda há poucas condenações no Brasil para o tráfico de
pessoas, por se tratar de um crime complexo. “A vítima é difícil
de ser abordada, ela tem medo de ser rotulada e não pode ser
exposta ao traficante.
Muitas vezes, a vítima do tráfico só
descobre que é vítima quando se sente aprisionada”, explicou. O
relatório da Unodoc aponta a necessidade de melhor harmonização
das legislações nos países para enfrentar o tráfico de pessoas.
Hoje, o secretário Tuma assinou uma portaria criando um grupo de
trabalho que vai estudar melhorias no sistema normativo do Brasil.
O documento também destaca que o Brasil já está analisando o
Estatuto do Estrangeiro, que prevê a possibilidade de dar visto
permanente para quem for vítima de tráfico no país.
Segundo o estudo, a forma mais comum
de tráfico de pessoas é a exploração sexual, que corresponde a 79%
dos casos, seguida por trabalho forçado, com 18%. Cerca de 20% das
vítimas são crianças. Outro dado apontado pelo relatório é o
aumento do número de mulheres que praticam esse crime, que pode
chegar a 60% em países do Leste Europeu e da Ásia Central.
Fonte: Agência Brasil
12/2/2009
- 18h35
A crise não é culpa dos
trabalhadores
Trabalhadores e trabalhadoras de todo
o Brasil tomaram as ruas do país, ontem, no Dia Nacional de Luta
pelo Emprego e pelo Salário, para dizer não à redução de salário e
às demissões realizadas por governos e empresários em nome da crise.
Pressionar os governadores a negociarem com os trabalhadores e
empresários comprometidos com o desenvolvimento nacional foi outro
objetivo da manifestação.
Na
Capital Federal, manifestantes percorreram as ruas da cidade e
brandiram bandeiras com palavras de protesto. O SINASEMPU foi uma
das várias entidades representativas de trabalhadores que marcaram
presença no movimento.
Em panfleto distribuído durante a
manifestação, a Central Única dos Trabalhadores, organizadora da
manifestação, chamou a atenção da população para a fragilidade do
discurso empresarial sobre a crise.
“Todos os setores da economia
brasileira ganharam muito dinheiro nos últimos anos, especialmente
desde 2004, quando o Brasil iniciou um processo de crescimento
contínuo. Esse fator é essencial para dizermos não à redução de
salário e às demissões realizadas por governos e empresários em nome
da crise”, afirmou o documento.
“Acreditamos que somente a luta para
manter os brasileiros e brasileiras trabalhando, com salários
preservados, pode fazer o Brasil superar a crise e até mesmo crescer
economicamente em 2009”, concluiu o manifesto.
12/2/2009
- 13h47
Caixa Econômica e o convênio
imobiliário para servidores do MPU
Em resposta à consulta
encaminhada pela presidente em exercício do SINASEMPU, Márcia
Broxado dos Santos, a Caixa Econômica Federal confirmou, esta
manhã, que as negociações com a administração do MPU com relação à
celebração do convênio imobiliário
estão em fase de conclusão.
Tal situação atende à solicitação
encaminhada pelo SINASEMPU à presidência da Caixa Econômica,
conforme notícia divulgada em 3/2.
Outras informações serão
publicadas, posteriormente.
11/2/2009
- 11h03
Servidor não pode ser
demitido sem processo, mesmo em estágio probatório
Todo servidor público tem direito ao
devido processo administrativo antes de ser demitido, mesmo que
ainda esteja em estágio probatório. Com essa tese, o ministro do
Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski cassou decisão
do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que entendeu válida a
dispensa imotivada de servidor público ainda em estágio
probatório, sob o argumento de que este ainda não gozava de
direito à estabilidade.
No caso, o funcionário trabalhava no
Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Araraquara, em São
Paulo. Ele recorreu da decisão do TST por meio de um Recurso
Extraordinário (RE 594040), que foi provido pelo ministro. Segundo
Lewandowski, a decisão do TST está em confronto com a
jurisprudência do Supremo.
Ele cita diversos julgamentos da
Corte, em especial o do RE 223904, no qual o Supremo concluiu que
"é necessário o devido processo administrativo, em que se garanta
o contraditório e a ampla defesa, para a demissão de servidores
públicos, mesmo que não estáveis".
Lewandowski acrescenta que o
entendimento do TST afronta a Súmula 21 do STF. O verbete
determina que o "funcionário em estágio probatório não pode ser
exonerado nem demitido sem inquérito ou sem as formalidades legais
de apuração de sua capacidade".
Fonte: Nota Dez
11/2/2009
- 10h53
Seccional do SINASEMPU/MA convoca Assembléia Geral Extraordinária
A seção sindical do SINASEMPU no Maranhão divulgou nota
convocatória, no dia 10/2, conclamando todos os servidores do
estado a participarem da Assembléia Geral Extraordinária que
discutirá o relatório do Grupo de Trabalho – Plano de Carreira.
Confira, abaixo:
CONVOCAÇÃO
A Diretoria da Seção Sindical do SINASEMPU-MA, no uso de suas
atribuições estatutárias, convoca Assembléia Geral
Extraordinária, com todos os servidores do MPU no Estado do
Maranhão, dia 13 de fevereiro de 2009, às 16h, na sala de reuniões
da PR/MA, para discutir o Relatório do Grupo de Trabalho criado
para sistematizar as sugestões da categoria para revisão do atual
PCS (Lei nº 11.415/2006).
É importante a participação de todos os servidores!
José Luis Rosendo
Diretor da
Seccional/MA
10/2/2009
- 15h38
Reforma política: Governo
entrega proposta a Temer hoje
Os ministros da Justiça, Tarso
Genro, e das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro entregam
hoje (10) ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP), a
proposta de reforma política do Governo.
Veja as sugestões que serão enviadas
ao Congresso.
Lista partidária fechada
Estabelece que os eleitores
não votarão mais individualmente em seus candidatos a vereador,
deputado estadual e federal, mas nos partidos, que concorrerão com
listas fechadas de candidatos. Cada partido poderá registrar uma
quantidade de candidatos que represente até 110% do número de
vagas em disputa.
A cédula eleitoral, eletrônica ou em
papel, terá espaço apenas para que o eleitor indique a sigla ou o
número do partido em cuja lista pretende votar. Serão considerados
suplentes os candidatos não eleitos, na ordem estabelecida na
lista partidária.
Financiamento público de
campanhas
A sugestão prevê o
financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais. Em ano
eleitoral, a lei orçamentária incluirá dotação, consignada ao
Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destinada ao financiamento de
campanhas, tendo por referência o eleitorado existente em 30 de
abril do ano da elaboração do orçamento.
O TSE fará a distribuição dos
recursos aos órgãos de direção nacional dos partidos políticos da
seguinte forma: 1% dividido igualmente entre os partidos com
estatutos registrados no tribunal; 19% divididos entre os partidos
com representação na Câmara; e 80% divididos entre os partidos
proporcionalmente ao número de eleitos na última eleição para a
Câmara.
Fidelidade partidária
Os parlamentares que mudarem
ou forem expulsos de partido deixarão de exercer os mandatos, que
serão cumpridos pelos suplentes. Será permitida a desfiliação em
caso de perseguição política ou mudança de programa partidário.
Nos dois casos, haverá necessidade de comprovação na Justiça.
Também será possível mudar de partido para disputar a eleição
subsequente.
Inelegibilidade
A proposta do governo torna
inelegíveis candidatos condenados em segunda instância, seja por
crime eleitoral ou por um rol de delitos, que inclui abuso do
poder econômico ou político, crime contra a economia popular,
contra a administração pública ou por tráfico de entorpecentes.
A inelegibilidade valerá para a
eleição à qual o candidato concorre ou foi eleito e para as que se
realizarem no três anos seguintes.
Coligações
A proposta acaba com as
coligações para eleições proporcionais (para deputado federal,
estadual e vereador). A coligação das eleições majoritárias (para
presidente, governador, prefeito e senador) disporá do tempo de
rádio e televisão destinado ao partido com o maior número de
representantes na Câmara.
Cláusula de barreira
O mandato de deputado
(federal, estadual ou distrital) só poderá ser exercido pelo
candidato eleito cujo partido alcançar pelo menos 1% dos votos
válidos, excluídos os brancos e os nulos, em eleição para a
Câmara, e distribuídos em pelo menos um terço dos estados, com o
mínimo de 0,5% dos votos em cada estado.
Fonte: Agência Câmara
6/2/2009
- 17h30
Prazo para realização das AGEs
que debaterão o Relatório do GT-Plano de Carreira termina na próxima
sexta-feira, dia 13
Termina na próxima sexta-feira, dia 13, o prazo para realização
das Assembléias Gerais Extraordinárias nos estados, visando à
discussão do Relatório do Grupo de Trabalho – Plano de Carreira.
É importante a participação de todos os servidores no debate, haja
vista a repercussão do tema na vida funcional de toda categoria.
Logo após as AGEs, um seminário nacional, com a participação de
representantes dos servidores de todo país, será realizado em
Brasília - DF. O objetivo será a finalização da proposta e entrega
da minuta, contendo as sugestões dos servidores, ao procurador-geral
da República.
“Incentive a participação, convide o seu colega para o debate. A
revisão do atual Plano de Carreira dos servidores do Ministério
Público da União é um assunto que diz respeito direto a cada
servidor e que, portanto, necessita do seu envolvimento para ser
legítimo e democrático”, conclama a presidente em exercício do
SINASEMPU, Márcia Broxado dos Santos.
5/2/2009
- 15h50
Seccional do SINASEMPU/DF
convoca Assembléia Geral Extraordinária
|
CONVOCAÇÃO
A Diretora da
Seccional Brasília - SINASEMPU, no uso de suas atribuições,
convoca Assembléia Geral Extraordinária Unificada com
todos os Servidores do Ministério Público da União no
Distrito Federal, dia 13 de fevereiro de 2009, às 15h, no
auditório da Procuradoria Geral do Trabalho - 2º andar, para
discutir o Relatório do Grupo de Trabalho criado com intuito
de sistematizar as sugestões da categoria para revisão da
Lei nº 11.415/2006 (atual PCS).
Contamos com a participação de todos os servidores.
Adeline Cecília Castilho Dias
Diretora Seccional |
5/2/2009
- 12h30
Governo aceita negociar com
centrais sindicais nova fórmula para o fator previdenciário
Brasília - Disposto a não permitir que o fator previdenciário seja
extinto, o governo aceitou discutir com as centrais sindicais
mudanças na atual fórmula usada para calcular os benefícios pagos
aos contribuintes. Hoje (4), os ministros da Previdência, José
Pimentel, e da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Dulci, se
reuniram com representantes de seis centrais sindicais, além do
relator do projeto de lei que tramita na Câmara, deputado Pepe
Vargas (PT-RS).
O fator previdenciário foi criado em 1999 como uma maneira de
postergar a concessão de aposentadorias e assim aliviar as contas da
Previdência Social. O cálculo do fator leva em consideração quatro
aspectos: alíquota de contribuição, idade do trabalhador, tempo de
contribuição à Previdência Social e expectativa de vida do
contribuinte.
Ao deixar o encontro, Pimentel se limitou a informar que os
participantes voltarão a se reunir no próximo dia 16, quando o
deputado deverá apresentar um pré-projeto com os pontos já
consolidados. Ao ser questionado sobre a recusa do governo em
extinguir o fator e sobre os impactos que isso eventualmente
causaria às contas da Previdência, o ministro desconversou.
“Prefiro primeiro construir uma proposta e apresentá-la quando
estiver madura. Não queremos partir de dois extremos. Isso não
ajuda”, disse Pimentel. “Sou daqueles que entendem que é preferível
construir propostas intermediárias que dialoguem com o capital e o
trabalho. Todos querem a sustentabilidade da previdência pública
urbana e é com esse olhar que estamos trabalhando.”
Segundo o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da
Silva (PDT-SP), o Paulinho, a “proposta intermediária” que governo e
sindicalistas irão negociar terá que garantir a manutenção de
direitos já adquiridos – como a aposentadoria aos 35 anos de
contribuição para homens e aos 30 anos para mulheres – ao mesmo
tempo que possibilite o aumento dos valores pagos aos beneficiários
que optarem por trabalhar mais tempo.
“Temos que construir uma proposta que garanta os direitos das
pessoas a partir do fator previdenciário que já está aí, garantido
os direitos que o trabalhador já tem hoje e permitindo que a cada
ano que ele continue trabalhando vá recebendo um acréscimo”,
comentou Paulinho.
O deputado defendeu que a nova fórmula possibilite que quem se
aposentar anos após ter completado o tempo mínimo possa receber o
valor integral da média das últimas contribuições, ou até mais. “As
pessoas têm que ser incentivadas a continuar trabalhando para poder
se aposentar melhor”.
Para Paulinho, o governo aceitou rediscutir a fórmula do fator
previdenciário ao verificar que o projeto de extinguir o mecanismo
tem grandes chances de ser aprovado na Câmara dos Deputados, a
exemplo do que já ocorreu no Senado.
“O governo está disposto a encontrar alternativas porque sabe que
vai perder no Congresso. Ou ele encontra uma opção junto com as
centrais sindicais, ou vai ter que vetar o projeto, tendo todo o
desgaste resultante disso. É sabendo disso que ele nos autorizou a
construir uma nova fórmula de aposentadoria”, afirmou Paulinho.
Segundo Pepe Vargas, a atual fórmula do fator previdenciário não
cumpre com sua finalidade original, que era incentivar o trabalhador
a continuar trabalhando após atingir a idade mínima ou o tempo de
contribuição mínima para se aposentar.
“Estamos discutindo uma alternativa ao fator previdenciário, uma
nova fórmula que permita que a pessoa consiga chegar a 100% do valor
de sua aposentadoria e que não seja uma fórmula tão injusta e
draconiana quanto a atual que, além de tudo, não preserva as contas
da Previdência, já que é tão injusta que as pessoas acabam não
adiando suas aposentadorias”, disse o deputado.
Fonte: Agência Brasil
5/2/2009
- 12h
MP 441 é sancionada com 11 vetos
Rio - A Medida Provisória 441 agora é a Lei 11.907/08. Foi
sancionada com 11 vetos no último dia do prazo legal, garantindo
reajuste a 350 mil servidores, além de reestruturar 27 carreiras do
Executivo Federal. Os artigos vetados implicavam aumento de despesa,
ou feriam os dispositivos constitucionais que estabelecem
competência exclusiva do presidente — ou ocorriam as duas situações
ao mesmo tempo. Entre as atribuições do presidente, estão nomear
servidores e definir as promoções em cargos e carreiras.
A reivindicação dos servidores da Secretaria de Receita
Previdenciária de mudança para a carreira de Analista Tributário da
Receita Federal foi negada. Segundo o texto, os servidores
receberiam aumentos substanciais sem realização de concurso público.
Outro veto tratou da redução da jornada de trabalho dos médicos
peritos do INSS, de 40 horas para 20 horas, o que poderia prejudicar
a prestação de serviço essencial. A nova lei também traz mudanças em
modelos de gratificação e afastamento para pós-graduação.
Servidores interessados em fazer mestrado terão dois anos
disponíveis, com direito a receber salário integral, férias e 13º.
No caso de doutorado, são quatro anos.
Fonte: O Dia Online, 4/2
4/2/2009
- 11h35
Pesquisa revela números
assustadores do preconceito no Brasil
Produzido pela Fundação
Perseu Abramo e pela Fundação Rosa Luxemburgo, a pesquisa
"Diversidade sexual e homofobia no Brasil, intolerância e respeito
às diferenças sexuais nos espaços público e privado" entrevistou
2.014 pessoas no Brasil e constatou um alto grau de homofobia no
Brasil.
"Estávamos esperando um alto índice de preconceitos nessa pesquisa,
porém, o que nos assustou foi a porcentagem. Foram 24% das pessoas
que afirmaram 'sim, eu tenho preconceito'. Um número muito maior que
qualquer outra pesquisa sobre qualquer outro segmento", afirmou
Gustavo Venturi, um dos responsáveis pelo estudo.
Racismo
Segundo Gustavo Venturi, pesquisas que mensuraram o racismo
apontam que 4% dos entrevistados responderam "sim, eu tenho
preconceito". A mesma porcentagem foi verificada em outra pesquisa
realizada sobre o preconceito contra o idoso.
"A pergunta é por que a sociedade brasileira tem menos vergonha de
ter preconceito contra a população LGBT", reflete Venturi, que
também destaca a importância do estudo para subsidiar políticas
públicas que combatam a discriminação e o preconceito.
Projeto
Para a deputada Cida Diogo (PT/RJ), a questão da homofobia é
séria e merece um destaque importante para conscientizar a sociedade
brasileira. A deputada lembrou a tramitação de um projeto que
estabelece penalização e punição daqueles que têm atitudes
preconceituosas.
"Proposta nesse sentido foi aprovada na Câmara e há dois anos está
parada no Senado esperando apreciação, o que é lamentável, pois esse
assunto é de grande importância, deveria ser priorizado. Esse tipo
de preconceito tira o direito de ir e vir do ser humano.
Infelizmente, nossa sociedade ainda é muito homofóbica", destacou.
(Fonte: Agência Informes)
Clique
aqui e leia a íntegra da
pesquisa.
Fonte: Agência DIAP
4/2/2009
- 11h15
SINASEMPU denuncia condições de
trabalho insalubres de servidores da PGR à DRT
Servidores lotados na sede da Procuradoria Geral da República, bloco
B, estão sendo submetidos a condições de trabalho insalubres, em
decorrência de uma reforma que vêm ocorrendo em algumas das salas da
Unidade.
A denúncia foi formalizada pelo SINASEMPU à Delegacia Regional do
Trabalho, uma vez que a Secretaria Geral do MPF, ao ser informada
pelo Sindicato sobre a situação, não se manifestou a respeito de
quaisquer medidas a serem tomadas para solucionar o problema.
Clique
aqui e leia o ofício na
íntegra.
3/2/2009
- 17h21
SINASEMPU requer extensão de
convênio imobiliário para todos servidores do MPU
O SINASEMPU encaminhou ofício ontem, dia 2, aos Procuradores-Gerais
dos quatro Ramos do Ministério Público da União, bem como à
Presidência da Caixa Econômica Federal, solicitando a extensão, para
todos os servidores da Instituição, do convênio que possibilita o
acesso da categoria a crédito imobiliário para aquisição de casa
própria.
“O convênio vem ao encontro do anseio de todos os integrantes da
nossa categoria e, por isso, é de real interesse do Sindicato que
todos os servidores, sem distinção, sejam beneficiados com esse
acordo”, declara a presidente em exercício do SINASEMPU, Márcia
Broxado dos Santos.
3/2/2009
- 13h43
Entidade cria campanha para
combater desperdício de alimentos
O Instituto Akatu lançou
recentemente uma campanha para combater o desperdício de alimentos.
A iniciativa foi motivada pelo dado de que, no país, um terço de
todos os alimentos comprados em cada casa é desperdiçado.
Além dos alimentos, a campanha visa a apresentar pequenas --mas,
eficientes-- iniciativas para reverter o quadro de desperdício.
Entre as sugestões estão desde escolher produtos regionais e
preferir produtos da estação, até processos para fazer com que os
alimentos durem mais.
As peças da campanha foram criadas pela agência Leo Burnett. No site
da campanha é possível calcular o desperdício dos alimentos de sua
casa e aprender técnicas para aproveitá-los ao máximo.
Além de informações, o site permite baixar o jingle, o logo e o
vídeo do projeto. Veja:
www.akatu.org.br/sites/desperdicio
Fonte: Folha Online
3/2/2009
- 10h43
Flexibilização de direitos
trabalhistas pode agravar crise, alerta magistrado
Brasília - Em meio à crise econômica, muitas empresas estão
negociando com os empregados a redução da jornada de trabalho com
diminuição no salário, para evitar demissões. É o que vem ocorrendo
na indústria automobilística, por exemplo. O Sindicato dos
Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes já fechou cinco acordos.
Segundo a entidade, esse tipo de negociação está prevista na
Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
De acordo com o presidente do Sindicato, Miguel Torres, desde
novembro mais de 120 empresas procuraram a entidade e 55 já buscam
uma solução. "Chegou um momento em que as empresas nos procuraram
porque não tinham mais maneiras de manter o quadro de funcionários.
A alternativa seria uma redução de jornada, com redução salarial, ou
as demissões. E isso tende a aumentar. Não estamos só negociando a
questão da redução, esse é o último dos últimos casos, antes disso
nós ainda temos a possibilidade do banco de horas, da bolsa
qualificação.”
Primeiro, são avaliadas alternativas como férias coletivas, banco de
horas, licença remunerada e suspensão do contrato de trabalho. Em
média, as empresas garantem estabilidade por três meses no emprego.
O sindicato diz que as empresas que fecharam acordo comprovaram a
dificuldade e estavam com a produção parada.
O juiz do Trabalho e professor da Universidade de São Paulo Jorge
Luiz Souto Maior alerta sobre os riscos desse tipo de negociação. “O
que está havendo é uma reivindicação da Fiesp [a Federação das
Indústrias do Estado de São Paulo] e de alguns setores do meio
empresarial, de redução dos direitos dos trabalhadores por meio de
negociação coletiva, e também uma forma de pressão sobre o governo
para reduzir a legislação trabalhista, ou seja, a flexibilização
para redução do custo do trabalho, por meio da retirada de direitos
dos trabalhadores.”
Souto Maior lançou um manifesto para garantir a ordem jurídica nas
negociações trabalhistas. O documento foi assinado por juízes,
professores, procuradores, promotores, membros do Ministério Público
do Trabalho e outras pessoas ligadas ao direito. Ele lembra que a
mera redução do custo trabalhista não vai acabar com a crise
econômica e pode até agravar o problema.
“É uma saída que não resolve os problemas da crise econômica, que
tem razões muito mais profundas do que o mero custo do trabalho e
que, além disso, aprofunda as causas da crise; na verdade ela gera
problemas maiores para a crise, pode implicar na redução do consumo,
implicar na redução da distribuição de renda, ou seja, piorar as
condições sociais e econômicas.”
O professor lembrou ainda que a simples existência de uma crise não
justifica o sacrifício dos trabalhadores. É preciso que a empresa
comprove a dificuldade econômica. “Existência de uma dificuldade
econômica de uma empresa determinada, devidamente comprovada,
fixação de um prazo específico para essa redução, elaboração de um
plano de recuperação para um patamar anterior, estabelecimento de
uma contrapartida, sobretudo a garantia do emprego.”
O juiz do Trabalho disse que para resolver a crise econômica é
necessária uma reestruturação da sociedade. “É uma crise proveniente
do sistema econômico, não é fruto do custo do trabalho, então a
solução dessa crise pode ser dada por várias medidas, incentivo da
produção econômica pelo Estado, realização de reforma agrária, ou
seja, fazer uma estruturação do ponto de vista da própria sociedade,
investir em educação, reforma tributária.”
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) informou que não apóia os
sindicatos que negociam redução de jornada e salário. Para a CUT, a
garantia dos empregos precisa ser uma contrapartida das empresas que
receberem benefícios do governo, como redução de impostos e
empréstimos de bancos públicos.
Fonte: Agência Brasil
2/2/2009
- 19h15
Emendas poderão viabilizar
reajuste dos auxílios alimentação e pré-escolar
O SINASEMPU, há muito, vem reivindicando à Procuradoria Geral da
República um reajuste dos auxílios alimentação e assistência
pré-escolar, sem nunca obter, sequer, uma resposta ao seu pleito.
Entretanto, o Sindicato obteve a informação de que a Secretaria de
Planos e Orçamento realizou estudos e encaminhou emendas ao Projeto
de Lei Orçamentária, para reajustar os referidos auxílios que seriam
fixados em R$ 503,10 (assistência pré-escolar) e R$ 635,00 (auxílio
alimentação).
Agora é esperar a liberação dos recursos pelo Governo Federal.
2/2/2009
- 16h
Crise terá de ser paga
pelos ricos, não pelos pobres, diz Fórum Social
A fatura da crise econômica terá que ser paga pelos ricos. Os pobres
vão resistir e protestar. Esses foram os principais consensos do
Fórum Social Mundial, que encerrou ontem sua nona edição. As
articulações, que incluíram 5.808 entidades de 142 países - a
maioria (4.193) latinas -, resultaram em um longo cronograma de
protestos mundiais a serem feitos no futuro. O conjunto de
mobilizações une os dois temas que prevaleceram durante o encontro:
crise econômica e preservação da Amazônia.
O calendário foi lido por representantes de 22 grupos setoriais e
fechado por consenso entre os participantes. Uma das ações globais
será a semana contra a guerra e o capitalismo, de 28 de março a 2 de
abril. O objetivo é fazer protestos em todos encontros de cúpula que
envolvam a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), o G-8
(grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia)
e o G-20 (grupo que abrange também economias emergentes).
Também foram lançadas datas globais de ações contra a destruição da
Amazônia, no dia 12 de outubro, e em defesa da Palestina, em 30 de
março. Apesar das convergências, a multiplicidade de discussões
impediu a formulação de um documento único:
- Este não é um fórum para decidir nada homogeneamente. Não queremos
fazer a velha política. Queremos uma nova cultura política. Não é
para ninguém ser dirigente de ninguém - avalia Cândido Grzybowski,
que vê como desafio para o Fórum a "revolução de mentalidades".
As discussões sobre a realização do próximo FSM continuam até a
próxima quarta-feira. Há ainda várias propostas, mas ganham força
ideias de que a próxima edição centralizada acontecerá apenas em
2011, na África. Há ainda a possibilidade de o FSM se basear nos
Estados Unidos ou no Oriente Médio. Para 2010, o debate é se o fórum
será um dia de ação global ou se terá filhotes temáticos em alguns
continentes.
Fonte: Agência O Globo
|