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   · Abril ·   


30/4/2009 - 17h43

MPU abre concurso de remoção de servidores

Inscrições estarão abertas de 1º a 4 de maio

De 1º a 4 de maio, estarão abertas as inscrições do concurso de remoção de servidores do Ministério Público da União (MPU). De acordo com o Edital PGR/MPU nº 5, publicado hoje, 29 de abril, no Diário Oficial da União, Seção 2, páginas 41 e 42, são oferecidas 154 vagas para o Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. O cargo de técnico administrativo é o que tem o maior número de vagas (70), seguido do cargo de analista processual (51).

Poderá participar do concurso técnico ou analista que tenha sido nomeado para o atual cargo antes da vigência da Lei nº 11.415/2006 e que não tenha sido removido em concurso de remoção realizado após a vigência da mesma lei.

Para obterem acesso ao sistema de inscrição eletrônica, os servidores ocupantes de cargos efetivos nos diversos ramos do MPU, excetuando-se o Ministério Público Federal, devem requerer, no dia 30 de abril, login e senha de acesso ao órgão central de pessoal do respectivo ramo.

Os servidores do MPF podem fazer a inscrição mediante preenchimento de formulário eletrônico disponível exclusivamente no endereço eletrônico https://aplicativos.pgr.mpf.gov.br/horus/ opcao ”GPS-Net”, menu “concurso de remoção”.

Os servidores dos demais ramos do MPU, após obterem login e senha, podem fazer a inscrição por meio do preenchimento de formulário disponível exclusivamente no endereço eletrônico https://cf-internet.pgr.mpf.gov.br/gps/web/remocaompu/remocao.cfm .
Todos os formulários vão estar disponíveis das 8h do dia 1º de maio até as 19h do dia 4 de maio (horário oficial de Brasília). Os interessados em concorrer a mais de uma localidade devem indicar, em ordem de preferência, até cinco unidades de lotação para as quais pretendem concorrer, ainda que não existam vagas disponíveis.


Se o número de interessados for maior que o de vagas oferecidas em cada unidade ou localidade, serão observados, sucessivamente, para fins de classificação e, se necessário, de desempate, os seguintes critérios: maior tempo de serviço no respectivo cargo; maior tempo de serviço em cargo efetivo no MPU; maior tempo de serviço público federal, somado ou ininterrupto; maior número de dependentes econômicos registrados em assentamentos funcionais; maior idade.

O candidato poderá desistir do concurso de remoção até as 19h do dia 7 de maio, exclusivamente pelos formulários pelos quais fizeram as inscrições. No mesmo período, poderá impugnar a relação de inscritos, protocolando requerimento à Secretaria Geral do MPU, devidamente instruído com as provas documentais, por meio dos fax 61 3105-6245 e 3105-6251. A desistência do concurso de remoção poderá ser total ou parcial, podendo o candidato desistir de uma, algumas ou todas as opções de lotação.

O servidor removido deverá permanecer por, no mínimo, 24 meses na nova sede, ressalvados os casos de remoção de interesse da Administração.

Confira o Edital nº 5 e seu anexo, que traz, entre outras informações, os cargos, o número de vagas e os locais de lotação.

Fonte: ASCOM/PGR

 





30/4/2009 - 15h59

Entrega do IR termina à meia-noite; Receita espera 1,5 milhão de documentos
 
Os contribuintes que ainda não entregaram as declarações do IR (Imposto de Renda) deste ano têm até a meia-noite desta quinta-feira (horário de Brasília) para cumprir a obrigação junto à Receita Federal. Até as 10h de hoje, cerca de 23,3 milhões de declarações já tinham sido entregues --a Receita prevê receber 25 milhões, ou seja, faltam pouco mais de 1,5 milhão de documentos.
 
Os programas para o preenchimento e a transmissão dos dados estão disponíveis na página da Receita na internet.
 
A partir da meia-noite, o sistema de recepção das declarações será desativado, voltando a funcionar apenas na segunda-feira, dia 4 de maio, a partir das 8h, para receber declarações retificadoras ou atrasadas. O horário vale apenas para quem for enviar o documento pela internet. Nos outros casos, o contribuinte terá que observar o horário de atendimento das agências bancárias ou dos Correios --geralmente até as 16h.
 
Quem não enviar os dados dentro do prazo terá de pagar multa mínima de R$ 165,74; a máxima é de 20% do imposto devido. Para o contribuinte entender: quem tem imposto devido de até R$ 16.574 pagará R$ 165,74 (o 1% do imposto devido). Se o imposto devido for de R$ 20 mil, a multa será de R$ 200.
 
Imposto devido é diferente de saldo do imposto a pagar. O primeiro é o imposto calculado na declaração (renda tributável menos os abatimentos permitidos ou o desconto-padrão de 20%; a seguir aplica-se a tabela anual); o segundo é o resultado anterior menos o imposto retido na fonte durante o ano.
 
São obrigadas a declarar as pessoas físicas que receberam, no ano passado, acima de R$ 16.473,72 em rendimentos tributáveis (que pagam impostos). Quem teve rendimentos não-tributáveis ou isentos de impostos acima de R$ 40 mil no ano passado também terá de acertar as contas com a Receita.
 
O envio da declaração é obrigatório ainda para sócios de empresas, pessoas físicas com patrimônio superior a R$ 80 mil (pelo valor de compra) em 31 de dezembro e para quem exerceu atividade rural e recebeu acima de R$ 82,5 mil em 2008.
 
Fonte: Folha de São Paulo

 




29/4/2009 - 18h45

SINASEMPU apóia Marcha contra a PEC do calote
 
O Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério Público da União (SINASEMPU) está apoiando a Marcha pública em Defesa da Cidadania e do Poder Judiciário que será realizada no dia 6 de maio, na Esplanada dos Ministérios. O evento é uma iniciativa do Conselho Federal da OAB e conta com o apoio de advogados, magistrados, presidentes de Seccionais da Ordem de todos os Estados e de entidades representativas da sociedade civil.
 
Em conversa com o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, a presidente em exercício do SINASEMPU, Márcia Broxado, manifestou total apoio à mobilização.

 
“Não se pode esperar confiança do cidadão quando as decisões do Poder Judiciário são descumpridas por entes que deveriam, antes de tudo, respeitá-las. É por isso que convocamos todos os servidores do Ministério Público da União a se unirem a essa importante Marcha que não apenas rejeita o calote, mas busca assegurar o cumprimento das decisões judiciais”, declarou Márcia.
 
Durante a Marcha será entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), reivindicação para que a Casa não aprove a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 12/06, que muda o regime de pagamento de dívidas do Estado e institui o mecanismo do leilão com enorme deságio.
 
A Marcha sairá às 10h do Edifício Sede da OAB (SAS Quadra 5 - Lote 1 - Bloco M - Brasília – DF), em direção à Esplanada dos Ministérios.


 





29/4/2009 - 18h35

Câmara prepara terreno para aumento de salários 

Para encerrar ontem a discussão sobre o mau uso das passagens aéreas com um ato administrativo que tornou as regras mais rígidas, a Mesa Diretora da Câmara iniciou, ao mesmo tempo, o processo de uma reforma administrativa que abre caminho para aumento salarial dos deputados. A avaliação de líderes e de integrantes da Mesa é que haverá corte de benefícios, mas será inevitável a contrapartida de elevar a remuneração e equipará-la ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje de R$ 24.500. Para evitar maior desgaste político, a ideia é aprovar o pacote agora, mas pôr em prática neste ano apenas os cortes de gastos. O salário mais alto ficaria para depois, provavelmente 2011, quando assumirão os novos deputados.
 
O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), anunciou a criação de uma comissão para, no prazo de 30 dias, apresentar uma proposta de reforma, depois da reunião da Mesa com os líderes partidários que recuou da decisão de votar no plenário um projeto que restringe o uso de passagem e adotou as medidas por meio de um instrumento administrativo. "Muitas vezes o recuo é para avançar", disse Temer.
 
A preocupação dos integrantes da Mesa Diretora é construir uma reforma que adote medidas moralizadoras, mas não provoque nova rebelião no baixo clero, como são chamados os deputados de pouca expressão. A reação desses parlamentares contra as medidas disciplinadoras da cota de passagem aérea, especialmente por causa da proibição de viagens de parentes, fragilizou ainda mais a imagem da Câmara, já abalada pela série de denúncias de uso do recurso público para viagens a passeio, vendas de créditos excedentes no mercado paralelo e emissão de bilhetes em nome de parentes e amigos. No episódio das passagens, a revolta foi contida pelos líderes, mas os deputados ainda esperam uma compensação.
 
"Sou a favor de uma reforma arrojada. A resposta precisa ser completa. Isso vai depender de apoio político e da consciência da Casa", diz o corregedor da Câmara, ACM Neto (DEM-BA). Ele listou o que entende ser essencial na proposta: transparência, economia de recursos públicos e garantia de condições para o exercício do mandato. As novas medidas - viagens só para deputados e assessores, redução de 20% nos valores, proibição de emissão de bilhetes para o exterior e prestação de contas na internet, entre outras - entram em vigor com a publicação do ato da Mesa no Diário da Câmara, o que deve ocorrer hoje.
 
Fonte: O Estado de S. Paulo

 





28/4/2009 - 16h35

Saúde do trabalhador exige mudanças na legislação. Debate em curso       
 
Reformular a Legislação para garantir a Saúde do Trabalhador é a proposta do seminário que acontece nesta terça-feira (28), na Câmara dos Deputados, para comemorar o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho.
 
Os deputados Ricardo Berzoini (PT/SP), Pepe Vargas (PT/RS) e Jô Moraes (PCdoB/MG) farão um grande debate sobre as propostas de alteração na lei, as condições de trabalho nas empresas brasileiras e os problemas enfrentados pelos trabalhadores em seu dia-a-dia.
 
O seminário, que reunirá representantes das centrais sindicais CUT, CGTB, Força Sindical, NCST, UGT e CTB, além do Fundacentro/SP e Antônio Rebouças, advogado da área previdenciária e acidentária, vai propor uma revisão na legislação. Os sindicalistas querem aprimorar os mecanismos de defesa da saúde dos trabalhadores, cobertura previdenciária adequada e investimentos em ambientes de trabalho saudáveis.
 
A data de 28 de abril como Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho surgiu no Canadá por iniciativa do movimento sindical, espalhando-se por diversos países, e foi escolhido em razão de um acidente que matou 78 trabalhadores em uma mina no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, no ano de 1969.
 
Desde 2003, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) consagra a data à reflexão sobre a segurança e saúde no trabalho. No Brasil, a data foi instituída em 2005 como o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.
 
Vítimas do trabalho
Em todo o mundo, milhões de trabalhadores se acidentam e centenas de milhares morrem no exercício do trabalho a cada ano. No Brasil, os números também são impressionantes: todos os anos, três mil trabalhadores morrem - uma morte a cada duas horas de trabalho - e outros 300 mil se acidentam - três acidentes a cada minuto trabalhado.
 
Dos trabalhadores mortos, 22 mil são crianças, vítimas do trabalho infantil. Ainda segundo a OIT, todos os dias morrem, em média, cinco mil trabalhadores devido a acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho.
 
As estimativas da OIT dão conta der que ocorrem, anualmente no mundo, cerca de 270 milhões de acidentes de trabalho, além de aproximadamente 160 milhões de casos de doenças ocupacionais. Essas ocorrências chegam a comprometer 4% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial. Cada acidente ou doença representa, em média, a perda de quatro dias de trabalho.
 
No Brasil, são gastos bilhões em recursos públicos com os acidentes de trabalho, pois a parte majoritária da assistência é prestada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e os benefícios por incapacidade temporária ou permanente, bem como as pensões por morte dos beneficiários, são arcados com os recursos do sistema de Previdência Social.
 
Fonte: Vermelho
 




28/4/2009 - 16h25

Mobilização garante libertação de dirigente nacional de policiais militares   

A mobilização e a solidariedade com o movimento dos policiais e bombeiros militares de Roraima garantiu a libertação de Marco Prisco, dirigente da Associação Nacional dos Praças, entidade nacional representativa da categoria, através de um Habeas Corpus dos advogados do movimento. Prisco foi preso de forma arbitrária no último sábado.
 
Além da prisão significar um claro descumprimento do acordo firmado entre o movimento e o governo, a decisão do juiz que ordenou a soltura de Marco Prisco aponta as inúmeras irregularidades da decisão de prendê-lo. O mais grave é que, no desejo de tirar o dirigente do movimento grevista de circulação, a juíza militar sequer menciona os crimes que teria cometido, ou seja, sequer houve tipificação dos crimes. Significa que Prisco foi preso sem qualquer justificativa que não a de participar do movimento grevista dos policiais de bombeiros militares.

Este é mais um episódio da crescente escalada na criminalização dos movimentos sociais, que tem acometido diversos dirigentes sindicais e do movimento popular.

Segundo Prisco, que também é da Coordenação Nacional do MTL, a retaliação por parte do governo serviu apenas para manter a categoria mobilizada e pronta para retomar o movimento grevista caso o governo insista em descumprir o acordo firmado. Hoje os policiais e bombeiros militares de Roraima realizarão nova assembleia, que decidirá quais as próximas ações do movimento, que considera o acordo firmado uma vitória do movimento, assim como a libertação de seu dirigente nacional.

Vitória dos policiais e bombeiros de Roraima
 
Depois de 24 dias a manifestação dos policiais e bombeiros assinou com o governador Anchieta Júnior, o Termo de Acordo e Compromisso, concedendo aos militares suas principais reivindicações. O secretário de Segurança Pública, general Eliéser Girão Monteiro e o comandante da PM, coronel Gerson Chagas, levaram o documento assinado pelo governador aos manifestantes.
 
“Foi uma solução satisfatória, apesar das dificuldades na negociação, mas tudo ocorreu dentro da legalidade e de forma pacífica. Conseguimos acalmar os ânimos, evitando assim qualquer atitude radical”, afirmou o comandante Gerson Chagas.
 
Para o general Eliéser Girão Monteiro, que foi o principal articulador na crise nesses últimos quatro dias, não foi apenas os manifestantes que ganharam, porém todo o Estado.
 
“Agora voltamos à normalidade. Nós acreditamos na Polícia Militar de Roraima e sabemos que estes tomaram a melhor atitude ao concordarem com os termos estabelecidos pelo Estado. Só pedimos que ações como essa de aquartelamento jamais sejam repetidas”.
 
Reajuste será de 14,5%, pago em duas vezes
 
Entre as cláusulas do TAC, a que mais emperrou as negociações foi a que estipulava a forma de reajuste, reivindicada pelos PMs. Por fim, ambas as partes concordaram que o reajuste será de 14,5%, sendo que 7,5% pagos referente ao mês de abril e 7% no mês de outubro, todos sobre o soldo.
 
Entretanto, ainda segundo o TAC, o Governo deve enviar à Assembléia Legislativa o projeto de lei que reajusta o salário dos militares em 7% sobre o subsídio. O deputado Damosiel Alencar, se comprometeu a trabalhar na questão ainda esta semana.
 
“Nós vamos criar uma comissão externa para tratar do caso e trabalhar para que a emenda seja aprovada até o dia 30 de novembro, que é o que consta no TAC”, afirmou Damosiel, acompanhado do também deputado Ivo Som.
 
Acordo garante que não haverá processo administrativo
 
Outra questão que gerou polêmica durante todo o dia de ontem foi a que se referia à punição dos militares amotinados. O Governo propôs investigar e apurar a participação dos militares as transgressões e crimes ocorridos durante os 24 dias de manifestação. E isso, dentro do processo administrativo e militar legal.
 
Os manifestantes combateram o texto, pedindo sua alteração, para que os militares aquartelados fossem punidos através de Inquérito Policial Militar, e não no âmbito administrativo. O governo acatou a reivindicação.
“Nós aprovamos a atitude tomada pelo governador que aceitou a proposta, embora fosse contrário desde o início. Mas acreditamos que vencemos e que a luta vai continuar”, afirmou Francisco Sampaio, presidente da Associação dos Policiais e Bombeiros Militares.
 
Dia de reuniões foi agitado
 
Ao todo foram quatro dias de reuniões e diversas alterações no Termo de Compromisso. Este foi o saldo da série de negociações envolvendo os militares aquartelados e o Governo de Roraima, representado pela Secretaria Estadual de Segurança, pelo Comando Geral da Polícia Militar e pelo Comando Geral do Corpo de Bombeiros.
 
Foram diversas reuniões para definir o fim do aquartelamento. Inicialmente, a cúpula de representantes do Governo convocou a imprensa para acompanhar a assinatura do Termo de Compromisso entre o Estado e os manifestantes, na sede do Comando da PM. Este seria o ponto final na crise dos militares em Roraima.
 
Entretanto, o líder da Associação dos Policiais e Bombeiros Militares (APBM), Francisco Sampaio questionou três das sete cláusulas acordadas no dia anterior, terça-feira (21). Por conta disso, os líderes dos manifestantes se retiraram da sala a fim de discutirem as alterações. Logo depois, pediram para se reunir com os representantes do Governo, o que aconteceu a portas fechadas.
 
Outros pontos questionados
 
O sistema remuneratório atual dos militares consiste no soldo (salário-base), que é de R$ 637, e outras gratificações, como alimentação (em torno de R$ 500) e auxílio fardamento. A proposta da Lei do Subsídio é unificar todas as vantagens mais o soldo. Ao final, o soldo passaria para cerca de R$ 1.837,00. Na prática, para fins previdenciários, o militar receberá seus benefícios segundo este salário único, e não mais sobre o soldo de R$ 637,00.
 
Na cláusula sexta, ambas as partes chegaram ao consenso a respeito da modernização e democratização da gestão do Serviço de Assistência a Saúde da Polícia Militar (SAS/PM) no prazo de noventa dias.
 
Fonte: Artigo de Fabio Cavalcante, do Roraima Hoje

 




28/4/2009 - 16h15

1º de MAIO: Brasileiros vão ao Haiti lutar pela retirada das tropas de ocupação
 
Uma nova delegação, de dirigentes sindicais organizada pela Conlutas,  visitará o Haiti para reforçar a solidariedade à luta daquele povo e exigir a imediata retirada das tropas de ocupação da ONU (Organização das Nações Unidas). Desta vez, será na semana do 1º de Maio, data que historicamente simboliza a luta dos trabalhadores. Outras delegações já estiveram no Haiti com o mesmo objetivo: levar solidariedade ao povo haitiano e reafirmar o compromisso na luta pela retirada das tropas de ocupação.
 
Composta por Antônio Lisboa L. de Souza, 1º vice-presidente do ANDES - Sindicato Nacional, José Geraldo Correa Junior, vice-presidente da APEOESP, e de Júlio César Soares, ativista do SEPE-RJ e do Movimento Negro, a delegação da Conlutas é parte da Campanha, organizada por várias entidades para exigir do governo brasileiro a retirada das tropas do Haiti. Os companheiros estarão no Haiti do dia 27 próximo ao dia 3 de maio.
 
Campanha permanente
A Campanha Fora Tropas Brasileiras do Haiti promoverá no mês de junho a vinda de uma delegação de representantes dos movimentos sociais do Haiti. Neste período serão realizadas palestras, debates e manifestações para discutir o direito do povo haitiano a sua auto-determinação e a imediata retirada das tropas de ocupação à serviço do Imperialismo e seus negócios. A campanha também pretende discutir com o Congresso Nacional a realização de uma audiência pública para debate do tema.
 
Em junho deste ano, fazem cinco anos da ocupação das tropas da ONU no Haiti, que vem sendo comandada pelo governo brasileiro. No amanhecer do dia 1° de junho de 2004, soldados brasileiros desembarcaram no país mais pobre da América Latina para iniciar uma vergonhosa ocupação colonial. “Fora iniciada a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH)”, orgulha-se o site do exército brasileiro. Desde então, o povo haitiano está enfrentando uma situação de enorme gravidade, submetido a abusos e à violência das tropas ocupantes.
 
O efetivo militar foi enviado a pedido de Bush e, desde então, vem reprimindo as mobilizações populares, a ação de grupos insurgentes e protegendo o governo fantoche do presidente René Préval.
 
Estas iniciativas foram discutidas por várias organizações sindicais, sociais e populares brasileiras, latino-americanas e do Haiti durante atividade realizada no FSM (Fórum Social Mundial), em fevereiro último, em Belém. 
 
Fonte: Conlutas
 

 






27/4/2009 - 18h10

Crise atual pode ser mais intensa do que a de 1929, diz sociólogo
 
"A crise econômica já tem um resultado devastador para a classe trabalhadora"
 
Em 1980, o cineasta mineiro João Batista Andrade filmou O homem que virou suco para contar as agruras de um imigrante nordestino confundido com um assassino de um manager de uma empresa multinacional. A imagem antecede ao conceito, usado pelo sociólogo Ricardo Antunes, de liofilização organizacional - tomado de empréstimo da química para explicar o processo de transformar substância líquida em pó (como acontece com o leite em pó ou com o veneno).
 
Para Antunes, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e especialista em temas do mercado de trabalho, as empresas, antes da crise atual, passaram por processos de liofilização e enxugaram suas substâncias vivas, os trabalhadores, por meio da modernização tecnológica e da reestruturação produtiva. O resultado disso foi o crescimento do chamado desemprego estrutural, que poderá aumentar em muito com a crise econômica mundial de hoje.
 
Ele avaliou que o trabalho está sob enorme ameaça e o dia 1º de maio deste ano será digno do século 19. Nesse contexto, são abandonadas as teses sociológicas que enxergavam o fim do trabalho ou do trabalhador como categoria de análise e voltam a circular críticas ao capitalismo e idéias de uma sociedade assentada em novas relações de produção. Ele afirmou que a crise mundial atual poderá ser mais intensa do que a de 1929, nos Estados Unidos.
 
Agência Brasil - Que ameaças a crise econômica mundial trouxe ao trabalho?
 
Ricardo Antunes - Não é mais ameaça. A crise econômica já tem um resultado devastador para a classe trabalhadora. A OIT (Organização Internacional do Trabalho) fez a previsão de novos 50 milhões de desempregados em 2009, o que eleva o número de desempregados para até 340 milhões de pessoas no mundo. Este número é uma estimativa moderada. Só a China anunciou que 26 milhões de ex-trabalhadores rurais, que estavam ocupados nas cidades, perderam o emprego. A tragédia que se abateu entre os trabalhadores é monumental, a começar pelos imigrantes cata de trabalho nos países do norte do mundo, mas também a classe trabalhadora em geral, que estava empregada na indústria metal-mecânica, têxtil, no setor alimentício. A primeira providência que o empresariado toma na eminência de uma crise é o corte nos postos de trabalho. É emblemático que os Estados Unidos, a Inglaterra e o Japão vivem a maior taxa de desemprego das últimas décadas.
 
ABr - Qual a versão brasileira dessa situação?
 
Antunes - O governo tentou nos vender a idéia, completamente falsa, de que estávamos imunes crise. A verdade, no entanto, é que nós, no final do ano, tivemos 640 mil novos desempregados. De lá para cá, os dados melhoraram, porque o governo tomou medidas, como a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos automóveis, para impedir que a recessão fosse mais dura. Mas essas medidas têm folego curto. A economia brasileira é muito globalizada. O Brasil depende muito do mercado externo por causa das commodities. O desfecho da crise brasileira está bastante atado ao desfecho da crise internacional. Não podemos ter uma ilusão de que o país é uma ilha rósea em um mar turbulento.
 
ABr - Antes da crise essa ilha tinha metade dos seus trabalhadores sem os direitos reconhecidos, não?
 
Antunes - Chegamos a quase 60% da nossa População Economicamente Ativa, em meados dos anos 2000, na informalidade, o que é expressão da tragédia social. Imaginar que o Brasil vai ficar no século 21 fornecendo, por exemplo, cana-de-açúcar com trabalho semi-escravo e pessoas cortando até 17 toneladas de cana por dia sob um regime de mensuração do trabalho que subtrai os valores de remuneração. Essa não pode ser a alternativa brasileira. O Brasil não é o pior cenário no contexto internacional, mas pensar que estamos imune a ele é um completo equívoco.
 
ABr - O trabalho no Brasil chegou ao século 21?
 
Antunes - Estamos vivendo uma situação bastante contraditória. Embora o mundo produtivo s vezes atinja um patamar do século 21, as condições de trabalho estão regredindo s condições verificadas nos séculos 18 e 19. O trabalho escravo, semi-escravo e infantil, que nós imaginávamos fazer parte do início da Revolução Industrial, estão hoje esparramados em vários setores, e não é só no Brasil. Na Europa e nos Estados Unidos, também existe trabalho infantil, e o trabalho sujo do imigrante, que é tratado como um cidadão de quarta categoria. Tudo isso nos joga a querer ser uma economia do século 21 com condições pretéritas de trabalho, o que faz com que a luta do 1º de maio de 2009 seja semelhante luta do 1º maio de 1886, ano da Revolta de Haymarket, em Chicado, nos Estados Unidos.
 
ABr - O senhor disse que políticas como a isenção do IPI têm fôlego curto. Por que os governos optam por medidas para a indústria automobilística, a despeito dos problemas ambientais e dos problemas de saúde? Não há outros setores com maior empregabilidade?
 
Antunes - O Brasil é uma triste repetição de governos que representam os interesses dominantes. Por que que a indústria automobilística joga pesado? Porque seu lobby é decisivamente forte, assim como os bancos também o são. Os governos olham para o capital, para o setor produtivo e financeiro, de um modo muito diferente de como olham para o trabalho. Os trabalhadores só conseguem alguma medida em seu favor quando lutam de forma consciente. Como muitas centrais sindicais, hoje, estão prisioneiras de política oficiais, trabalhadores e sindicatos de base perderam força. Muitas das centrais oscilam em defender a política do governo e defender os trabalhadores. Mas sabemos que as conseqüências para o desemprego, quando a indústria automobilística entra em recessão, são graves. Se reduz o emprego nessa indústria aumenta o nível geral de desemprego porque a cadeia produtiva atinge o fornecedor, toda a rede de autopeças, que existe em função da montagem do sistema automotivo.
 
ABr - E quanto sustentabilidade?
 
Antunes - Se voltarmos a produzir, recuperaremos o emprego da indústria automobilística e de sua cadeia produtiva, mas aumentam os níveis de destruição ambiental e de poluição global. Se tivermos a retração do emprego, o desemprego aumenta a barbárie social. Atividades que são profundamente positivas na medida em que preserva a sociedade, pela via reciclável, daquela tendência do capitalismo de destruir as mercadorias para produzir outras, são subvalorizadas e não recebem incentivos. Isso nos faz ter que pensar um novo modo de vida e de produção para o século 21. Vamos querer viver eternamente nesse sistema que exclusão, precarização, informalidade, desemprego e barbárie social são o predominante?
 
ABr - As características desse sistema é que constituem a atual morfologia do trabalho, tratada em um dos novos artigos de seu livro Adeus Trabalho?, relançado agora?
 
Antunes - O meu livro foi, desde sua primeira edição (em 1995) uma resposta tese do fim do trabalho e de que a classe trabalhadora não tinha mais sentido. O que venho mostrando desde então é que é preciso compreender quem é a classe trabalhadora de hoje. Temos trabalhadores no telemarketing que não existiam antigamente, de hipermercados, motoboys. Temos uma nova morfologia, um novo desenho. Não é que acabou o trabalho, e muito menos as possibilidades da revolução do trabalho. A nova morfologia é para não ter uma visão restrita da classe trabalhadora como apenas os operários metalúrgicos.
 
ABr - Essas idéias do fim do trabalho foram apropriadas pelas correntes de ciência social aplicada que defendiam a chamada qualidade total, a eficiência e o aumento da produtividade. Essas melhorias não foram benéficas sociedade?
 
Antunes - Esse conjunto de medidas nasceram no Japão e depois se ocidentalizaram. Esses processos tiveram como resultado o aumento da produtividade e dos ganhos do capital, maiores lucros das empresas e crescimento do desemprego. Com esse processo de liofilização, digo utilizando um termo cunhado pelo sociólogo espanhol Juan Jose Castillo, as empresas passaram a produzir dez vezes mais com cinco vezes menos trabalhadores. Quem perdeu foi o pedaço da humanidade que depende do trabalho. Foi aí que o desemprego estrutural, em escala planetária, aumentou. O problema é que as pessoas afetadas hoje estão no desemprego, informalidade, precarização, narcotráfico, economia do crime.
 
ABr - O que o senhor acha da proposta de banco de horas para evitar o desemprego atual, visando uma extensão de jornada no futuro?
 
Antunes - É ruim, descalibra a vida dos trabalhadores. Fiz uma pesquisa há alguns anos analisando essa situação e havia trabalhadores que não teriam férias nos três anos seguintes. Significa que o trabalhador nunca vai poder ter férias programadas, vai estar sempre devendo. Por que os trabalhadores têm que pagar o ônus de uma crise sobre a qual não têm nenhuma responsabilidade?
 
ABr - Em um dos artigos da última edição de Adeus Trabalho?, o senhor afirma que a crise penetra no centro dos países capitalistas, numa intensidade nunca vista anteriormente. A atual crise é pior que de 1929?
 
Antunes - A crise atual é diferente, e seu espectro é de mais intensidade. A crise de 1929 ainda foi herança de um período cíclico: ciclo de expansão e ciclo de crise. Há pensadores muito qualificados que dizem que desde o fim dos anos 1960 entramos em uma crise estrutural de longa duração, na qual não teremos mais aqueles ciclos. É uma longa fase depressiva, onde não há mais como equacionar dentro da lógica do capital a destruição ambiental e não tem como atender toda a humanidade que precisa trabalhar para sobreviver. Estamos em um buraco de proporções razoáveis. Isso não quer dizer, no entanto, que estamos no fim do capitalismo.
 
ABr - O senhor diz que o socialismo não morreu. Que projeto a classe trabalhadora pode ter neste cenário?
 
Antunes - Se há um pensador que ressurge das cinzas com vigor explosivo neste momento é o Karl Marx. Nenhum pensador chegou perto de análise crítica do (livro) O Capital (de 1867). Um texto escrito há 150 anos se mostra atual, ainda que o capitalismo tenha mudado bastante. No Manifesto Comunista (de Karl Marx e Frederich Engels, de 1848) já estava escrito que o capitalismo precisa de um mercado global. Assim como não há capitalismo em um só país não há socialismo em um só país. As revoluções socialistas do século 20 foram derrotadas, mas aqueles que disseram que o socialismo acabou eu provocaria dizendo que o socialismo não pôde começar. O século 21 é um laboratório em ebulição.  
 
Fonte: Agência Brasil
 
 




24/4/2009 - 19h30

Uma missão no cerrado brasileiro

 

Representantes da diretoria nacional do SINASEMPU – presidente em exercício, Márcia Broxado, vice-diretor financeiro, Raimundo Leite, e o diretor nacional de Mobilização e Formação Sindical, Anderson Machado  – a pedido da seccional goiana, cumpriram uma intensa e proveitosa agenda, entre os dias 14 e 17 de abril, nos Estados de Goiás e Tocantins (leia mais).

 

A equipe visitou Unidades do MPU nos municípios de Rio Verde, Anápolis e na cidade de Goiânia, oportunidades em que discutiram assuntos de interesse da categoria, além do papel do SINASEMPU na defesa dos direitos dos servidores.

 


Em Rio Verde, município localizado a 230 km de Goiânia, os representantes do Sindicato, acompanhados pelo diretor seccional, Jorge Augusto Camoles, conheceram as instalações da Procuradoria do Trabalho e um pouco mais da realidade vivida na Unidade.

Conversaram com os servidores sobre a importância da organização do Sindicato em todas as Procuradorias e distribuíram o jornal Conscientizando (edição especial sobre o Seminário do PCS), a revista “A História dos PCS’s do MPU”, além das cartilhas sobre Ler/Dort e Assédio Moral.

 

Ainda no município, a diretoria visitou a Procuradoria da República de Rio Verde, ocasião em que conversou por mais de duas horas com os servidores da Unidade. Durante o encontro, os participantes deliberaram pela indicação do servidor Bruno Lemos Lourenço como representante do SINASEMPU na Procuradoria. Lourenço tornou-se o primeiro Representante por Local de Trabalho (RLT) cadastrado do Sindicato, fato que corrobora o pioneirismo dos servidores goianos na história do SINASEMPU.

 

Anápolis

 

Ao chegar a Anápolis, município localizado a 50 km da capital de Goiás, a diretoria seguiu direto para a Procuradoria do Trabalho. Mais uma vez, a conversa entre os representantes do SINASEMPU e os servidores foi extremamente proveitosa, resultando em filiações e na escolha da servidora Léia Carolina Fernandes como Representante do Sindicato naquele Local de Trabalho.

 

Na Procuradoria, os representantes do Sindicato puderam ver de perto o drama que, infelizmente, tem sido comum às Unidades do MPT pelo Brasil, qual seja, a sobrecarga de trabalho em função do exíguo número de servidores. A situação é uma conseqüência da falta de mais justiça na distribuição das vagas no âmbito do MPU e pela falta de planejamento na interiorização do MPT.

 

Após a reunião, a diretoria seguiu para a Procuradoria da República do município. Na Unidade, os servidores presentes naquele momento demonstraram grande contentamento com a visita do Sindicato e deliberaram pela indicação do servidor Carlos Hindlmayir como Representante do SINASEMPU naquele local de trabalho.

 

Capital

 

De volta a Goiânia, a equipe do SINASEMPU dirigiu-se à nova sede da Procuradoria da República no Estado do Goiás. Lá encontraram vários servidores em reunião promovida pela seção sindical, oportunidade em que trataram sobre inúmeros assuntos, entre eles, o sistema Grifo.

 

Antes de continuar a viagem, os representantes do Sindicato ainda visitaram a Procuradoria Regional do Trabalho da 18ª Região. No auditório da Unidade, reuniram-se com vários servidores, ocasião em que traçaram planos, ouviram críticas e sugestões para a atuação de um SINASEMPU cada vez mais forte e presente para a categoria.


 





20/4/2009 - 19h10

Servidores do MPU em Tocantins criam seção sindical

No último dia 17, os servidores filiados ao Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério Público da União (SINASEMPU), no Tocantins, decidiram pela criação da Seção Sindical no Estado, após a realização de Assembléia Estadual ocorrida no auditório da Procuradoria da República no Estado do Tocantins (PR/TO). 

O evento contou com a participação da presidente em exercício do SINASEMPU, Márcia Broxado dos Santos, do diretor de mobilização e formação sindical, Anderson Machado, do vice-diretor financeiro, Raimundo Rodrigues Leite, e de um número expressivo de servidores da Procuradoria da República no Estado do Tocantins e do Ministério Público do Trabalho naquele Estado.


Com a criação da seccional Tocantins, o SINASEMPU passa a contar com 26 Seções Sindicais em todo o Brasil. 
O mandato da seccional tocantinense coincidirá com o da atual Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU.

A direção provisória ficou composta por: 

Gessé Santos Oliveira(PR/TO)
Alessia Moreira de Oliveira Coelho (PRT 10ª Região)
Valber Ferreira de Almeida (PR/TO)
Jean Lima de Oliveira (PR/TO)
Temístocles Brito de Macedo (PRT 10ª – Ofício Araguaína)







17/4/2009 - 16h36

CAIXA faz palestra para servidores da PR/DF e ESMPU

Funcionários da Caixa Econômica Federal palestraram, ontem (16), sobre o Convênio Imobiliário firmado entre o banco e o MPF, para os servidores da Procuradoria da República no Distrito Federal e da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU).

No evento, que ocorreu no auditório II da Procuradoria, os participantes tiraram dúvidas sobre taxas, valores e prazos previstos no Acordo de Cooperação, e realizaram simulações de possíveis financiamentos por meio do simulador negocial presente no site da Caixa. 

Ao final da exposição, o representante da diretoria seccional do SINASEMPU no DF, Alessandro Jochem, agradeceu a presença de todos os servidores, e chamou a atenção da categoria para a seção criada no site do SINASEMPU que traz informações sobre o Acordo de Cooperação (clique aqui e saiba mais).

Foto: ASCOM - PR/DF
 




16/4/2009 - 19h06

Comício histórico das Diretas Já faz 25 anos hoje
 
Marco histórico das Diretas Já, manifestação no Anhangabaú é lembrada com emoção por participantes, como o próprio presidente Lula

Quando fala sobre o dia 16 de abril de 1984, a cantora Fafá de Belém troca a tradicional gargalhada pela emoção. Ela, o então jogador Sócrates, os atores Mário Lago e Ruth Escobar, entre outros artistas, e mais 1,5 milhão de pessoas foram ao Vale do Anhangabaú, no Centro de São Paulo assistir a uma das maiores manifestações do país, o último comício pelas “Diretas Já”. Ao lado deles, Tancredo Neves, Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, Orestes Quércia, Mario Covas, Pedro Simon e vários outros peemedebistas dividiam o palanque com os petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Eduardo Suplicy e com o pedetista Leonel Brizola. O hoje presidente Lula acredita que sua eleição também foi resultado desse episódio, há 25 anos.
 
O comício era o último ato para pressionar o Congresso a aprovar a emenda do deputado Dante de Oliveira, que estabelecia o retorno de eleições diretas para a Presidência da República. “Foi um momento muito especial na história das lutas do povo brasileiro. Cerca de um milhão e meio de pessoas, na maior manifestação política ocorrida no Brasil, clamavam pelo restabelecimento das eleições diretas. Apesar da manifestação gigante, os congressistas não aprovaram, alguns dias depois, a emenda das eleições diretas”, recordou o presidente Lula ao Correio, em mensagem enviada por meio de sua assessoria.
 
Para o presidente, a manifestação foi importante para mudar os rumos da história do Brasil, apesar de a emenda não ter sido aprovada. “Mas a demonstração de força do movimento e de unidade das correntes oposicionistas acabou sendo decisiva para o processo de redemocratização do país e o fim da ditadura. E eu acredito que a minha eleição, quase duas décadas mais tarde, também é resultado daquele movimento que, sendo político, criou as bases para as transformações econômicas e sociais que hoje temos a oportunidade de implementar”, afirmou Lula.
 
Hino Nacional
O narrador esportivo Osmar Santos deixou de lado os jargões usados nas transmissões pelo grito de diretas já, ao assumir como locutor oficial dos comícios. Fafá de Belém deu nova roupagem ao Hino Nacional e à canção Menestrel das Alagoas, dedicada ao ex-senador Teotônio Vilela, morto meses antes de 16 de abril de 1994. “Quando recebi a música do Milton (Nascimento), chamei o Teotônio para ouvi-la. Emocionado, ele me disse: “As nossas gargalhadas juntas podem fazer o chão deste país tremer. Se não vier alegria, a gente não consegue a democracia”, lembra a cantora, que se emociona ao falar sobre o comício.
 
Fafá de Belém se engajou desde os primeiros comícios do Diretas Já. “Eu cheguei a pagar passagens e hospedagens do meu bolso”, disse ela ao Correio. “Aquele era um momento único que em nenhum país aconteceu. Era um movimento de crença, estávamos apostando em um sonho.” Na verdade, a campanha começou em março de 1983, quando Dante apresentou sua proposta na Câmara. A partir daí, diversos setores da sociedade se manifestaram à favor. Da Igreja, religiosos como Dom Paulo Evaristo Arns e Ivo Lorscheiter pediam eleições diretas, assim como os generais Costa Cavalcanti e Antônio Carlos de Andrade Serpa.
 
“A campanha pelas eleições diretas começou pelo PMDB, em Porto Alegre, e depois seguiu para outras regiões. O primeiro grande comício foi em Goiânia (em junho de 1983) e depois os demais foram crescendo, como no aniversário de São Paulo, em janeiro de 1984”, conta o senador Pedro Simon (PMDB-RS), um dos coordenadores do movimento. A votação da emenda foi em 25 de abril, e a oposição acabou derrotada.
 
Movimento suprapartidário
Em junho de 1983, o movimento das Diretas Já não era mais apenas uma bandeira do PMDB. O PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PDT do então governador fluminense Leonel Brizola aderiram à formação de uma ação suprapartidária pela aprovação da emenda de Dante de Oliveira. Dessa vez, os políticos não estavam só e os palanques foram tomados em todo o país por artistas, jogadores de futebol, intelectuais e pelos movimentos sociais e sindicais. A oposição tinha tudo para ver o fim do colégio eleitoral mantido pelos militares.
 
“As forças militares começaram a agir, principalmente no dia da votação”, conta o senador Pedro Simon (PMDB-RS). “Haviam comentários de que o Congresso iria fechar. Os parlamentares entravam na Casa passando pelos militares”, acrescenta Simon, lembrando que o clima era de intranquilidade em Brasília. Faltaram nove votos para a emenda ser aprovada, o que daria dois terços das presenças no plenário. O senador lembra que o episódio foi um primeiro passo para a redemocratização do país.
 
“Parecia que não tinha mais nada para fazer, quando surgiu a possibilidade de transformar o colégio eleitoral. O Tancredo Neves foi ao colégio justamente para acabar com o colégio”, afirmou Simon. Ele explica que, com a candidatura e posterior vitória do ex-governador mineiro, a ditadura seria derrotada e as eleições diretas seriam reestabelecidas no país. (EL)
 
Fonte: Correio Braziliense


 






15/4/2009 - 17h05

Casa própria: CAIXA fará palestra para servidores da PR/DF e ESMPU


Uma equipe de funcionários da Caixa Econômica Federal estará à disposição dos servidores da Procuradoria da República no Distrito Federal e da Escola Superior do MPU, amanhã (16), às 15h. Na oportunidade, os participantes poderão esclarecer pontos relativos ao Convênio Imobiliário firmado entre o banco e o Ministério Público Federal.


O evento, organizado pelo SINASEMPU e com o apoio da administração da PR/DF, ocorrerá no auditório II da Procuradoria.


Todos os servidores interessados poderão participar.


Veja mais detalhes sobre o Convênio no link:
 http://www.sinasempu.org.br/convenio_cef.htm

 





15/4/2009 - 14h45

Convênio Imobiliário: servidores da PRR 4ª Região esclarecerão dúvidas com a CAIXA

Funcionários da Caixa Econômica Federal esclarecerão as dúvidas dos servidores do Ministério Público Federal referentes ao Convênio Imobiliário firmado entre a Instituição e o banco. O encontro será nesta sexta-feira, dia 17/4, às 11h, no auditório da PRR4.

Histórico
 
O Convênio Imobiliário oferece vantagens especiais para os servidores do MPF.
 
Além de taxas diferenciadas, aqueles que recebem o crédito de salário na CAIXA e mantenham relacionamento (conta corrente, cartão de crédito e cheque-especial) poderão contratar também até 100% de quota de financiamento.
 
A diretoria da Seção Sindical/RS do Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério Público da União (SINASEMPU), que promove o encontro, alerta que esta será uma excelente oportunidade para os servidores conversarem diretamente com os funcionários da CAIXA e estudarem a melhor maneira de adquirir o financiamento.
 
Fonte: SS/RS

 




15/4/2009 - 14h38

Em 8 meses, 553 mil entram em sindicatos
 
O número de trabalhadores filiados a sindicatos no país cresceu 13% de abril a dezembro do ano passado, passando de 4,285 milhões para 4,838 milhões, segundo último levantamento do Ministério do Trabalho (MTE). No período de oito meses, 553.362 trabalhadores se associaram a sindicatos.
 
A expansão da sindicalização é reflexo do aumento no número de empregos com carteira assinada (foi aberto 1,452 milhão de vagas no Brasil em 2008) e da disputa acirrada entre as centrais sindicais para filiar mais sindicatos, provar representatividade e assim receber parte maior do imposto sindical (o equivalente a um dia de salário do trabalhador).
 
Para ter direito aos recursos do imposto sindical, a lei nº 11.648, que reconheceu as centrais, em março de 2008, determina que elas comprovem um mínimo de representatividade -no mínimo 5% dos trabalhadores têm de ser sindicalizados. Em 2008, seis centrais receberam, juntas, R$ 62,968 milhões.
 
"É significativo esse aumento de meio milhão de trabalhadores no número de sindicalizados constatado pelo MTE. Como a atividade econômica estava aquecida, o trabalhador teve renda para bancar sua filiação e contribuir pagando a mensalidade a um sindicato", diz Clemente Gaz Lúcio, diretor-técnico do Dieese.
 
O que chamou a atenção do especialista foi o crescimento no número de sindicalizados à CUT e do número de sindicatos que se filiaram à Força Sindical. 
 
Fonte: Blog do Noblat

 




15/4/2009 - 14h38

Rigor no combate ao crime organizado será debatido na CCJ
 
O projeto de lei que trata da repressão ao crime organizado, a exemplo do tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, será discutido em audiência pública na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A decisão de realizar o debate, que ainda não tem data marcada, foi tomada nesta quarta-feira (15), durante reunião do colegiado.
 
O projeto (PLS 150/06), de autoria da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que tramita na CCJ, fixa novos instrumentos para combater o crime organizado, incluindo normas de investigação, meios de obtenção de provas e procedimento criminal a ser aplicado.
 
A ideia de realizar a audiência pública foi do senador Aloizio Mercadante (PT-SP). Ele entende que a matéria é complexa porque envolve três áreas de atuação no combate ao crime organizado: o Ministério Público, a Polícia Federal e a Polícia Civil. Além do mais, conforme observou o senador, o Supremo Tribunal Federal (STF) está na iminência de examinar dispositivo sobre o assunto.
 
Serão convidados para o debate o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, o procurador geral da República, Antonio Fernando de Souza, e representantes do Ministério Público, da Polícia Federal e da Polícia Civil.
 
Penas
 
Quem promover, constituir, financiar, cooperar, integrar e favorecer pessoalmente ou indiretamente organização criminosa, de acordo com o projeto, será punido com reclusão de cinco a dez anos e multa, sem prejuízo das penas correspondentes aos demais crimes praticados. O financiamento de campanhas políticas destinadas à eleição de candidatos com a finalidade de garantir ou facilitar as ações de organizações criminosas será igualmente penalizado.
 
Também será punido com essas mesmas penas quem, por meio de organização criminosa, fraudar licitações em qualquer de suas modalidades, ou concessões, permissões e autorizações administrativas; intimidar ou influenciar testemunhas ou responsáveis pela apuração de infração penal; e impedir ou dificultar a apuração de crime que envolva organização criminosa.
 
A pena é aumentada de um terço até a metade quando ocorrerem quatro situações: se a estrutura da organização criminosa for constituída por mais de 20 pessoas; quando a organização empregar arma de fogo, concurso de agente público responsável pela repressão criminal ou colaboração de criança ou adolescente; se qualquer dos integrantes for funcionário público; e se o produto ou proveito da infração penal destinar-se, no todo ou em parte, ao exterior.
 
Fonte: Agência Senado

 






14
/4/2009 - 17h32

MPT e MPM celebram convênio imobiliário com Banco do Brasil

 

O Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público Militar celebraram ontem, dia 13, com o Banco do Brasil, convênio imobiliário visando à concessão de crédito para financiamento de imóveis (residenciais e comerciais) aos membros e servidores, ativos, inativos e pensionistas dos dois Ramos do MPU.

Participaram da solenidade de assinatura, realizada no período da tarde, os procuradores-gerais Otavio Brito Lopes (MPT) e Cláudia Márcia Ramalho Moreira Luz (MPM), o vice-procurador-geral do MPT, Jeferson Luiz Pereira Coelho, e os diretores-gerais Paulo Machado (MPT) e Marcelo Pinheiro (MPM). As representantes do SINASEMPU, Cláudia Nassif Jaber (diretoria nacional) e Adeline Cecília Castilho Dias (diretoria seccional/DF), também acompanharam a cerimônia, juntamente com dirigentes da ANPT, Fábio Leal Cardoso, e da ANMPM, Marcelo de Souza.

Após a assinatura, os procuradores-gerais do MPT e do MPM, além do vice-procurador-geral do MPT, falaram da importância da assinatura do convênio para membros e servidores. Em discurso, eles ainda relembraram que o Termo de Cooperação entre a Instituição e o banco é um pleito das entidades representativas das categorias.

Concedida a palavra à diretora seccional do SINASEMPU no Distrito Federal, Adeline Dias, esta agradeceu o atendimento ao pedido do Sindicato, dizendo que este novo convênio possibilitará que mais servidores possam obter a tão sonhada casa própria.

Conforme o superintendente de Negócios de Governo do Banco do Brasil, Gerôncio Paes de Luna Filho, o banco oferecerá descontos em tarifas e as menores taxas praticadas no mercado. O superintende ainda declarou que este é o primeiro convênio firmado já com base nas novas linhas de créditos anunciadas pelo Governo.

Fotos: ASCOM/ANPT

 

 

 






14
/4/2009 - 14h17

Projetos de interesse dos trabalhadores no Congresso Nacional       
 
Levantamento preliminar do DIAP identificou dez proposições que podem fazer parte de uma agenda positiva do movimento sindical do setor privado no Congresso Nacional. As proposições, para avançar, dependem de um trabalho articulado e conjunto dos trabalhadores no Parlamento

Tal como foi feito para as entidades dos servidores, o DIAP, em caráter preliminar, coloca disponível uma lista com dez proposições de interesse dos trabalhadores do setor privado em tramitação no Congresso, sendo sete na Câmara e três no Senado.
 
De todas as proposições, em apenas um há divergência entre as entidades sindicais quanto ao mérito. Nas demais, o consenso entre as entidades é geral.
 
O andamento desses projetos depende da pressão das entidades, razão pela qual estamos tornando público este levantamento preliminar, que poderá ser ampliado, a partir de sugestão daqueles que por ventura acessarem essa lista.
 
Para melhor compreensão de cada uma dessas matérias, há um breve resumo do seu conteúdo, o estágio em que se encontram no Congresso e a recomendação aos trabalhadores quanto a aprovação ou rejeição. O objetivo é contribuir com a atuação das entidades no Congresso Nacional.
 
Câmara dos Deputados
 
1. Terceirização
- Mensagem presidencial 389/03, que pede a retirada de tramitação do PL 4.302/98, de autoria do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que trata de terceirização da mão-de-obra.
 
Situação: O projeto, que se pretende seja retirado do Congresso, aguarda a votação, no plenário, das emendas do Senado.
 
Posição dos trabalhadores: favorável à leitura da mensagem para retirada do projeto.
 
2. Cooperativa de trabalho
- PL 142/03, do ex-deputado Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP), que revoga o dispositivo (parágrafo único do artigo 442 da CLT) que não exige vínculo empregatício entre a sociedade cooperativa e seus associados, nem entre estes e os tomadores de serviço daquela.
 
Situação: O projeto está em discussão na Comissão de Trabalho, onde aguarda votação do parecer contrário do relator, deputado Sandro Mabel (PR/GO).
 
Posição dos trabalhadores: aprovação do projeto e rejeição do parecer do relator.
 
3. Jornada de trabalho
- PEC 231/95, dos ex-deputados e atuais senadores Inácio Arruda (PCdoB/CE) e Paulo Paim (PT/RS), que reduz a jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário, e aumenta o valor da hora extra normal para 75%.
 
Situação: a proposta está em discussão na comissão especial sob a relatoria do deputado Vicentinho (PT/SP).
 
Posição dos trabalhadores: favorável à aprovação da PEC.
 
4. Fim da demissão imotivada
- Mensagem 59/08, do Executivo, que submete à apreciação do Congresso Nacional o texto da Convenção 158, de 1982, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), sobre o Término da Relação de Trabalho por iniciativa do empregador.
 
Situação: A mensagem foi rejeitada na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, mas a Comissão de Trabalho, onde a matéria aguarda realização de audiência pública, pode aprová-la e transformá-la em projeto de decreto legislativo.
 
Posição dos trabalhadores: aprovação da mensagem, com sua transformação em projeto de decreto legislativo.
 
5. Fator previdenciário
- PL 3.299/08, do senador Paulo Paim (PT/RS), que acaba com o fator e que estabelece que as aposentadorias por tempo de contribuição do Regime Geral da Previdência Social tenham como base as 36 últimas contribuições.
 
Situação: O projeto está em discussão na Comissão de Finanças e Tributação, cujo relator é o deputado Pepe Vargas (PT/RS).
 
Posição dos trabalhadores: favorável à aprovação do projeto.
 
6. Trabalho escravo
- PEC 438/01, do ex-senador Ademir Andrade (PSB/PA), pune a prática do trabalho escravo com a expropriação da terra para fins de reforma agrária.
 
Situação: aguarda votação, em segundo e último turno, no plenário da Câmara. Sendo aprovada, a proposta retorna ao exame do Senado, já que houve mudanças no texto.
 
Posição dos trabalhadores: favorável à aprovação da PEC.
 
7. Participação dos trabalhadores no conselho de administração de estatais
- PL 3.407/08, do Executivo, que dispõe sobre a participação de empregados nos conselhos de administração das empresas públicas e sociedades de economia mista e demais empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.
 
Situação: o projeto está sob a relatoria do deputado Pedro Henry (PP/MT), na Comissão de Trabalho. Depois vai ao exame da Comissão de Constituição e Justiça.
 
Posição dos trabalhadores: favorável à aprovação do projeto.
 
Senado Federal
 
8. Estabilidade sindical
- PLS 177/07, do senador Paulo Paim (PTRS), que veda a dispensa do empregado sindicalizado ou associado que concorrer a cargo de direção ou conselho fiscal ou de representação, incluindo os suplentes, desde o registro da candidatura até um ano após o termino do mandato.
 
Situação: aprovado na Comissão de Assuntos Sociais, com parecer favorável do senador José Nery (PSol/PA). Aguarda apreciação de recurso para votação da matéria no plenário do Senado.
 
Posição dos trabalhadores: favorável à aprovação do projeto.
 
9. Contribuição Assistencial
- PLS 248/01, do senador Paulo Paim (PT/RS), que regulamenta a contribuição assistencial, destinada ao financiamento da negociação coletiva e de outras atividades sindicais, em percentual que não poderá ser superior a 1% do salário bruto anual, a ser paga por todos os trabalhadores e servidores públicos, independentemente ser ou não filiado à entidade sindical que o represente.
 
Situação: aguarda votação do parecer favorável da relatora na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, senadora Serys Slhessarenko (PT/MT).
 
Posição dos trabalhadores: a maioria das entidades sindicais apóiam, mas algumas condicionam o apoio à extinção da contribuição sindical.
 
10. Combate às praticas anti-sindicais
- PLS 36/09, do senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE), que altera o Código Penal para tipificar como práticas anti-sindicais exigir atestado ou manifestação sobre filiação sindical ou qualquer ação que impeça o exercício dos direitos inerentes à condição de sindicalizado.
 
Situação: aguarda parecer do relator, senador Jayme Campos (DEM/MT), na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado.
 
Posição dos trabalhadores: favorável à aprovação do projeto.
 
Fonte: Agência DIAP
 
 

3/4/2009 - 12h30

CONVOCAÇÃO - Cadastro de lideranças

A Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU, com fulcro nas suas atribuições estatutárias, vem, pelo presente, CONVOCAR todos os Diretores e Diretoras das Seções Sindicais para realizar, no período de 06 a 30 de abril, o cadastro de lideranças por local de trabalho.

Os representantes por Local de Trabalho agirão de forma voluntária, como auxiliares dos diretores seccionais, e com eles devem manter permanente contato a fim de facilitar a informação e mobilização da base, com eles interagindo na organização e na atuação em mobilizações no âmbito de suas unidades.

Para escolha do representante, os diretores seccionais deverão contatar todas as Unidades do MPU em seus respectivos Estados e, após discussão e indicação da base na Unidade, cadastrar a referência da mesma enviando para a sede nacional do SINASEMPU, pelo e-mail geral@sinasempu.org.br:

I. Nome do representante;
II. Unidade/Ramo;
III. Telefones para contato;
IV. Endereços (com CEP) para recebimento de material;
V. Endereço Eletrônico (e-mail);
VI. Número de servidores na Unidade.

Brasília, 03 de abril de 2009.

DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL

Anderson Cláudio de Melo Machado
Diretor Nacional de Mobilização e Formação Sindical


2/4/2009 - 17h28

Seccional Goiás realiza Assembléia Extraordinária com servidores

A seção sindical do SINASEMPU em Goiás realizou na última segunda-feira, 30, uma Assembléia Geral Extraordinária (AGE). No evento, que contou com a presença de cinqüenta e quatro dos cento e vinte e seis servidores da Procuradoria da República em Goiânia, foram discutidos assuntos relativos a problemas enfrentados pela categoria no estado, entre eles, à instalação do Sistema Grifo.

A AGE foi presidida, a pedido do diretor seccional Jorge Augusto Camoles, pelo servidor Arivaldo Fernandes de Araújo, ex-dirigente do SINASEMPU Nacional e ex-diretor seccional da Entidade no estado, também contando com a participação do ex-diretor da seccional goiana, Gilmar Barros Costa. A Diretoria Executiva Nacional do Sindicato também se fez presente no evento, por meio do vice-diretor financeiro, Raimundo Rodrigues Leite.

As deficiências apresentadas pelo sistema de controle de freqüência, durante o seu período de teste, foi um dos pontos debatidos pelos servidores. O assunto, aliás, foi abordado em ofício recentemente encaminhado pela seccional ao procurador-chefe da Procuradoria da República em Goiás, Marco Túlio de Oliveira e Silva. Na Assembléia, além das discussões, o plenário ainda autorizou a propositura de ação judicial, como medida extremada, caso os problemas apontados não sejam sanados.

Carência de pessoal
Os problemas enfrentados pelos servidores da Procuradoria Regional do Trabalho e pelas Procuradorias do Trabalho nos Municípios em relação à gritante carência de servidores e conseqüente sobrecarga de serviços foi outro tema debatido pela categoria durante a AGE.

Na oportunidade, destacou-se a incômoda situação pela qual passa o Ministério Público do Trabalho, em todo o país, em razão dessa carência, já que, mesmo sendo um dos Órgãos responsáveis por velar por princípios democráticos basilares, tal como o acesso a cargo público pela via do concurso público, abriga em suas unidades trabalhadores extra quadro, oriundos tanto da CONAB como dos Municípios, entes federativos para os quais, inclusive, vem sendo designadas funções de confiança, flagrantemente ao arrepio da Constituição e contrariando, até mesmo, parecer da Auditoria Interna do MPU.

Sobre este tópico, o plenário ainda deliberou que tal questão seja encaminhada à Diretoria Executiva Nacional do SINASEMPU, uma vez que o problema atinge o MPT nacionalmente.

Jornada de trabalho
A criação de uma comissão destinada a tratar do problema relativo à jornada de trabalho dos servidores da Procuradoria da República no Município do município de Rio Verde, também foi outra decisão importante tomada pelos servidores de Goiás, na última segunda-feira. O plenário aprovou também uma moção de repúdio à forma como a chefia daquela unidade vem tratando a questão, sendo, talvez, a única no Brasil a impor aos seus servidores uma jornada diária de oito horas.

Além da jornada, discutiu-se ainda, assuntos relacionados às condições de saúde, segurança e conforto na nova sede da PR/GO.

Com informações da seccional Goiás. Foto: SS/GO.


2/4/2009 - 17h15

Servidores da PRT 10ª tiram dúvidas sobre convênio imobiliário 

Os servidores da Procuradoria Regional do Trabalho da 10ª Região, em Brasília, receberam na segunda-feira, dia 30, no período da tarde, a equipe de funcionários da Caixa Econômica Federal que esclareceu dúvidas relativas ao convênio imobiliário firmado entre o MPT e a Caixa.

Na ocasião, como já aconteceu em outras unidades do MPU no Distrito Federal, os participantes obtiveram mais informações sobre taxas, valores e prazos previstos no Termo de Cooperação, esclarecimentos estes que ajudaram a muitos a definir a melhor maneira de contratar o financiamento habitacional. 

Participaram também, ao lado dos servidores da unidade e dos funcionários Caixa, o procurador do Trabalho, Eduardo Trajano, a diretora financeira do SINASEMPU, Meiry Apolinário Alencar, e a primeira tesoureira da seccional DF, Maria Júlia Menezes Bomfim.

Clique aqui e veja mais detalhes sobre o Convênio.

Fotos: ASCOM/PRT10ª